Patrimônio Arqueológico
URI Permanente para esta coleção
Navegar
Navegando Patrimônio Arqueológico por Título
Agora exibindo 1 - 20 de 56
Resultados por página
Opções de ordenação
Item A educação patrimonial nos projetos de arqueologia de contrato : reflexões e contribuições(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2016) Baima, Carlúcio de Brito; Casco, Ana Carmen Amorim Jara; Curado, Danilo; Casco, Ana Carmen Amorim Jara (orient.); Curado, Danilo (coorient.); Saladino, Alexandra; Pauletto, Lygia Baptista Pereira SegalaA Arqueologia tem se apresentado enquanto campo rico para a elaboração de programas de Educação Patrimonial. A interseção entre as duas áreas se intensificou após a publicação da Portaria IPHAN n° 230 no ano de 2002, que previa a realização de projetos educativos no âmbito do licenciamento ambiental. A presente pesquisa objetiva refletir acerca das práticas de Educação Patrimonial desenvolvidas nos estudos arqueológicos, entre os anos de 2003 a 2013, tendo como principal objeto de análise os projetos e relatórios relacionados aos processos de autorização da pesquisa arqueológica consultados no arquivo do Centro Nacional de Arqueologia (CNA/IPHAN).Item A elaboração de planos de gestão da paisagem cultural brasileira como subsídio à proteção do patrimônio arqueológico : o caso da "Ilha de Laguna" - SC(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2012) Scofano, Guilherme Butter; Rampazzo, Sonia Elisete; Rampazzo, Sonia Elisete (orient.); Ribeiro, Rafael Winter; Oliveira, Maria Dulce Barcellos Gaspar deO trabalho aqui apresentado debruça-se sobre o tema da categoria de patrimônio cultural denominada paisagem cultural brasileira, adotada oficialmente pelo IPHAN no ano de 2009, por meio da Portaria N° 127, de 30 de abril. Abordaremos as possíveis formas de construção e adequação dos planos de gestão das paisagens culturais brasileiras, previstos na portaria, ao contexto arqueológico, a partir do estudo do caso da região conhecida popularmente como “Ilha de Laguna”, localizada no litoral Sul de Santa Catarina. Para tal, traremos inicialmente algumas considerações a respeito dos conceitos de paisagem e paisagem cultural, e sua adoção pelo IPHAN, para então analisarmos as particularidades de nossa área de pesquisa, bem como as implicações jurídicas da elaboração de um plano de gestão voltado à região, além das limitações de diferentes ordens concernentes a um possível chancelamento da “Ilha de Laguna” como pertencente à categoria patrimonial citada.Item A proteção do patrimônio arqueológico : motivações, critérios e diretrizes no tombamento de sítios arqueológicos pelo Iphan(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2015) Santiago, Djalma Guimarães; Saladino, Alejandra; Gonçalves, Helena Tavares (supervisora); Saladino, Alejandra (orient.); Nakamuta, Adriana Sanajotti; Almeida, Anita Correia Lima deO tombamento é o mais conhecido e tradicional instrumento de proteção do patrimônio cultural utilizado no Brasil. No entanto, de um universo composto por mais de mil bens tombados pelo Iphan ao longo de sua trajetória, apenas oito sítios arqueológicos foram inscritos no Livro de Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. Utilizando como fonte documental os processos de tombamento de sítios arqueológicos em andamento e os encerrados, procuramos pelo presente estudo refletir sobre as especificidades do tombamento na proteção desta categoria do patrimônio cultural. Particularmente, identificar as motivações dos pedidos de tombamento, e quais as práticas, valores e critérios foram ou estão sendo utilizados para o tombamento de sítios arqueológicos, além do valor excepcional atribuído, que motivam sua inscrição em Livro de Tombo. Examinamos ainda, algumas diretrizes adotadas durante a atuação do Iphan que teriam o tombamento como uma ferramenta aplicável ou não aos sítios arqueológicos brasileiros.Item A proteção do patrimônio arqueológico no planejamento urbano: um panorama da Ilha de São Luís/MA(2025) Martinho, Ana Elisa da Silva; Campos, Luana Cristina da Silva; Supervisora: Lena Carolina Andrade Fernandes Ribeiro Brandão; Campos, Luana Cristina da Silva; Motta, Lia; Cali, Plácido; Brandão, Lena Carolina Andrade Fernandes RibeiroEstatuto da Cidade estabelece a proteção do patrimônio arqueológico como uma das diretrizes a orientar o desenvolvimento urbano. Nesta dissertação, objetivamos discutir em que medida a arqueologia tem sido incorporada no planejamento urbano dos municípios brasileiros, com ênfase em um estudo de caso envolvendo os municípios que compõem a Ilha de São Luís, no Maranhão. No primeiro capítulo, são apresentados os fundamentos jurídicos e teóricos quanto à arqueologia e ao planejamento urbano, sendo discutidas interfaces existentes entre esses dois temas, como o federalismo cooperativo e a arqueologia preventiva. Discute-se ainda os instrumentos previstos no Estatuto da Cidade que podem ser usados em prol da preservação patrimonial. No segundo capítulo, é apresentado panorama de como o patrimônio arqueológico é incluído nas constituições estaduais e em legislações de planejamento territorial, tais como leis orgânicas, planos diretores e leis de uso e ocupação do solo, de quarenta e cinco municípios, considerando, dentre eles, todas as capitais federais. São discutidas previsões identificadas nessas legislações, a partir de três eixos principais: identificação, proteção e valorização. Além disso, são abordados os cenários da arqueologia em âmbito municipal nas cidades de São Paulo e Florianópolis, que possuem legislações e práticas consideradas relevantes sobre o tema. A partir dos casos e das legislações levantadas, são propostos indicadores de análise da atuação municipal nessa temática. Nos capítulos terceiro e quarto, apresenta-se estudo de caso considerando os municípios de Paço do Lumiar, Raposa, São José de Ribamar e São Luís, no Maranhão. Com a contextualização da arqueologia e do planejamento urbano nesses municípios, é debatido como a arqueologia é representada na gestão urbana da ilha, destacando-se a predominância dos estudos arqueológicos preventivos realizados no âmbito do licenciamento ambiental municipal. São apresentados dados quanto a tais estudos, discutindo-se seus avanços e limitações. Avaliou-se que tal instrumento acompanhou o desenvolvimento urbano da Ilha ao longo dos últimos 15 anos, permitindo a identificação de sítios e a adoção de medidas de salvaguarda previstas na Instrução Normativa nº 01/2015. São também analisados sítios localizados em áreas protegidas, a possibilidade de criação de zonas de proteção voltadas ao patrimônio arqueológico, bem como ações civis públicas em face da atuação municipal quanto aos sambaquis da Panaquatira e da Maiobinha. Apesar dos importantes resultados do licenciamento ambiental, outras medidas administrativas e legislativas dos municípios da ilha estão aquém do necessário para promover a gestão do patrimônio arqueológico. A pesquisa como um todo demonstra que o que hoje denominamos de "arqueologia preventiva", isto é, os estudos arqueológicos no âmbito do licenciamento ambiental, é um instrumento fundamental mas não suficiente para promover a adequada salvaguarda do patrimônio arqueológico, sobretudo em contextos urbanos, alvos de constantes modificações. Assim, a compreensão do que se entende enquanto arqueologia preventiva deveria ser ampliada, de modo a abarcar também instrumentos de planejamento urbano e da política ambiental, com estratégias que incluam zoneamento arqueológico, criação de áreas de proteção e regulamentação de instrumentos urbanísticos. Ressalta-se ainda a necessidade de desenvolvimento do federalismo cooperativo de modo a fortalecer a capilarização das políticas públicas relacionadas ao patrimônio arqueológico.Item A trajetória arqueológica de Pe. João Alfredo Rohr em Santa Catarina(IPHAN, 2021) Nizzola, Liliane Janine (org.); Souza, Margareth de Lourdes (org.); Marques, Roberta Porto (org.)O “Pai da Arqueologia Catarinense”, como é chamado por muitos, foi padre, professor e arqueólogo, tendo deixado um grande legado para a arqueologia brasileira. No sentido de demonstrar a notoriedade de Rohr, o livro A Trajetória arqueológica de Pe. João Alfredo Rohr em Santa Catarinanos contempla com um compilado de artigos que resgatam a memória e a obra do Padre Rohr, evidenciando a sua significativa contribuição para o desenvolvimento de pesquisas e para o reconhecimento, a valorização e a preservação do patrimônio arqueológico, tendo como foco os Sambaquis de Santa Catarina. Com essa publicação temos o imenso prazer de registrar a dedicação do Padre Rohr, ao longo de quarenta anos, demonstrando métodos e técnicas de seus trabalhos, que resultaram na identificação de inúmeros sítios e na formação de excepcional acervo arqueológico, tombado pelo estado de Santa Catarina, em 1984, e pelo Iphan, em 1986, e que ainda possibilitam o desenvolvimento de relevantes pesquisas, proporcionado novas interpretações e, sobretudo, avançando na produção e na fruição do conhecimento.Item Amapá: gestão do patrimônio arqueológico e o programa estadual de preservação(Sociedade Brasileira de Arqueologia, 2005) Pardi, Maria Lúcia Franco; Silveira, OdeteEm 2001, o Programa Estadual de Gerenciamento Costeiro - GERCO-AP enviou mais de 85 informações sobre a existência de vestígios arqueológicos, resultado obtido através do levantamento de informações primárias no Setor Estuarino do estado, que compreende a região entre a margem direita do rio Araguari e o rio Vila Nova. A 2ª Superintendência Regional do IPHAN, através da Gerência de Arqueologia, propiciou a realização de expedições que promovessem a checagem das informações oferecidas e tomassem as demais providencias necessárias para fomentar e consolidar a preservação do patrimônio arqueológico no Estado. O Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva também foi integrante desta parceria tendo disponibilizado funcionário para se compor com a equipe e a reserva técnica para guarda das amostras comprobatórias coletadas e o material recolhido de terceiros. Neste mesmo período, o então Departamento Estadual de Turismo – DETUR , pretendia desenvolver turismo cultural em sítios arqueológicos, discutia, juntamente com o PROECOTUR / MMA, ações que permitissem a gestão do patrimônio histórico e arqueológico com vistas ao desenvolvimento das comunidades próximas aos pólos turísticos. Com estas parcerias, elaboramos nossas estratégias e definimos objetivos, entre eles o de sensibiliza-las a fomentar ações de médio prazo. Parte da sistemática adotada nesta abordagem, foi a de sempre compor os interesses, criar equipes mistas, socializar os resultados em contatos pessoais ainda em campo a enviar os relatórios a todos envolvidos.Item Anna Pantoni Eseru - as formas de compreensão e preservação dos sítios arqueológicos em comunidades indígenas: um estudo de caso sobre a comunidade Camararém I e II, Terra Indígena Makuxi, Roraima - Brasil(Iphan, 2022) MARQUES, Elder Silva; CAMPOS, Luana Cristina da Silva; CAMPOS, Luana Cristina da Silva (Presidenta) - Mestrado Profissional do Iphan; OLIVEIRA, Jorge Eremites de - Universidade Federal de Pelotas (UFPel); BRANDÃO, Joseane Paiva Macedo - Mestrado Profissional do Iphan; SEBASTIÃO, Lidomar Lili - Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Aquidauana/MSA presente dissertação, Anna Pantoni Eseru, tem como objetivo identificar e discutir as formas de compreensão e preservação que os indígenas Makuxi possuem sobre os lugares identificados como sítios arqueológicos na área de abrangência das comunidades indígenas Camararém, localizadas na Terra Indígena Makuxi, no Estado de Roraima, extremo norte do Brasil. Assim como, a partir de uma abordagem mais ampla da definição de sítio arqueológico, contextualiza a história da etnia Makuxi, passando pelo registro das informações orais e pelo mapeamento dos lugares dotados de significados estruturantes para uma percepção da cosmologia Makuxi como vestígios arqueológicos, buscando problematizar questões por vezes transversais, tais como as noções de lugar, patrimônio, preservação, memória, identidade e pertencimento, dialogando com ponto de vista indígena. Dessa forma, a presente proposta contribuirá com a discussão sobre os contrapontos entre o conhecimento arqueológico científico ocidental e os conhecimentos tradicionais indígenas junto às políticas públicas para a preservação do patrimônio arqueológico.Item Arqueologia e os primeiros habitantes no Distrito Federal(IPHAN, 2024) Souza, Margareth de LourdesPercebe-se que a influência do CONAMA demorou cerca de 20 anos para se refletir na criação de cursos de graduação em arqueologia, na consequente formação de profissionais qualificados, e aumento no número de pesquisas. Essa expansão é fundamental para que se tenha um maior conhecimento sobre a pré-história do país. No entanto, esse conhecimento não pode ficar restrito à comunidade acadêmica. Tem que permear toda a sociedade, e nada melhor para se fazer isso do que repassar essas informações para as escolas de ensino médio e fundamental.Item Arqueologia no Pelourinho(Iphan/Programa Monumenta, 2010) Najjar, Rosana (Org.)Nesta publicação, está o resultado do trabalho de pesquisa arqueológica realizada durante uma das etapas do Projeto de Recuperação do Centro Histórico de Salvador. Por meio desta iniciativa, foram restaurados imóveis ultifamiliares do Pelourinho, para neles promover a fixação dos próprios moradores do bairro. O Iphan também realizou a pesquisa arqueológica da área, que abrangeu 11 quarteirões ou 52.300m², aproximadamente.Item Arqueologia preventiva no Rio Grande do Norte(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014) Fabbri, Glauco Pasquali; Sorgine, Juliana Ferreira; Santos, Onésimo; Sorgine, Juliana Ferreira (orient.); Pereira Filho, Hilário Figueiredo; Silva, Regina Coeli Pinheiro daA diversidade de sítios arqueológicos no estado do Rio Grande do Norte é grande. Diversas também são as intervenções e danos a eles causados por atividades humanas propositadamente. Dentre estes fatores está o crescimento (principalmente nos últimos anos 2010-2012) de empreendimentos relativos à instalação de Parques Eólicos, Gasodutos, Obras de Esgotamento Sanitário, Redes de água, Atividades de Mineração e Linhas de Transmissão de Energia Elétrica juntamente com suas Subestações. Todas estas atividades são regulamentadas por leis de proteção ambiental e estudos preventivos dentro das etapas de licenciamento destas obras. Os estudos de Arqueologia Preventiva ligados a estas atividades consequentemente se tornam necessários e aumentaram também com esta demanda. O IPHAN através de portarias, leis e decretos regulamenta estes estudos em todo território nacional. Todos os trâmites legais durante as diversas etapas do licenciamento ambiental e logicamente dos estudos de Arqueologia Preventiva demandam farta documentação também regulamentada por portaria. Estes processos de forma física e também digital precisam ser organizados. Seu conteúdo precisa ser conhecido e analisado criteriosamente, além de estar acessível ao público e aos próprios servidores que se utilizarão dos mesmos das mais diversas formas. Utilizando-se destes processos como verdadeira fonte, buscamos neste trabalho avaliar o destino e eficácia de todo o processo para o atendimento dos parâmetros legais, científicos, patrimoniais, educacionais entre outros. Observar-se-á a realidade do Rio Grande do Norte espelhando também as problemáticas nacionais, analisando a documentação que está depositada no IPHAN, levando em conta as várias vertentes teóricas da Arqueologia e de seus profissionais.Item Arqueologia urbana: alguns aspectos da prática na França(VSAB, 2006) Pardi, Maria Lucia FrancoA arqueologia urbana requer organização, integração e diretrizes claras para a proteção do patrimônio. Experiências internacionais mostram que centros especializados podem padronizar inventários, métodos e resultados, produzir guias técnicos e avaliar o patrimônio urbano de forma sistemática. No Brasil, há necessidade de maior articulação entre profissionais e instrumentos que atuam sobre bens tombados, buscando otimizar o conhecimento produzido e incorporá-lo às políticas públicas, fortalecendo a preservação e garantindo retorno à sociedade.Item Brasil : monumentos históricos e arqueológicos(Iphan, 2012) Andrade, Rodrigo Mello Franco de; Maria Beatriz Setubal de Rezende Silva (org.).Reedição comentada do livro de Rodrigo Melo Franco de Andrade, publicado em 1952, pelo Instituto Pan-Americano de Geografia e História, do México. Apresenta a trajetória da preservação no Brasil e seus aspectos administrativo e legislativo, a conservação e restauração dos monumentos, a bibliografia específica sobre o tema, o intercâmbio com instituições do continente americano, a educação popular e dos museus. Inclui a primeira lista completa dos bens culturais que compunham o patrimônio histórico e artístico na época, situando-os em um mapa do território nacional. A presente reedição traz capítulos inéditos que a contextualizam e fornecem uma visão panorâmica das práticas e discussões conceituais que se seguiram ao esforço inicial de criação do Iphan.Item Cerâmicas arqueológicas da Amazônia: rumo a uma nova síntese(Iphan, 2016) Barreto, Cristiana ; Lima, Helena Pinto; Betancourt, Carla JaimesEste livro reúne as contribuições da Oficina Internacional Cerâmicas Arqueológicas da Amazônia: Rumo a Uma Nova Síntese, realizada pelo Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém (PA), em 2014. Apresenta o resultado de inúmeras pesquisas arqueológicas recentes e em curso, que lidam com a cerâmica como fonte de análise e interpretação, para reconstruir a enorme diversidade de ocupações humanas da região. Este livro representa a primeira obra de referência que traz uma sólida base para estudos contemporâneos de cerâmica, e os capítulos reúnem artigos sobre as diversas áreas da Amazônia e suas características culturais.Item Coleção arqueológica Pe. João Alfredo Rohr no Distrito Federal(IPHAN DF, 2018) Souza, Margareth de Lourdes (org.); Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil). Superintendência do Iphan no Distrito FederalJoão Alfredo Rohr pode ser considerado um dos mais proeminentes personagens precursores da Arqueologia catarinense e até mesmo do cenário nacional. Arqueólogo autodidata, ele desenvolveu sua própria metodologia de pesquisa, mais tarde adotada e aperfeiçoada por muitos profissionais subsequentes, tendo dedicado cerca de 40 anos de sua vida a pesquisas e estudos sobre nossa ancestralidade e os remanescentes que podem nos contar mais sobre essas histórias.Item Conservação arqueológica : reflexões e possibilidades(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2018) Chiossi, Bruno Perea; Domingues, Evandro; Domingues, Evandro (orient.); Motta, Lia; Pagani, Carlo; Leal, Ana Paula da RosaA presente pesquisa propõe a observação e a discussão das diferentes atividades relacionadas ao campo da conservação de bens arqueológicos móveis, nas diversas etapas que envolvem as pesquisas arqueológicas decorrente da implantação de empreendimentos que passam pelo licenciamento ambiental em nível nacional, privilegiando processos orientados pela Portaria SPHAN n° 07, de 1988, e Portaria IPHAN n° 230, de 2002. Com esta intenção, partimos da documentação disponível no Centro Nacional de Arqueologia do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional para o desenvolvimento de dois bancos de dados. No primeiro, foram analisados 58 processos administrativos, buscando as atividades de conservação apresentadas nas etapas em campo, totalizando a análise de 18% do universo amostral levantado. No segundo, em relação às atividades de conservação efetuadas nas instituições de guarda e pesquisa, foram apreciadas 49 das instituições listadas no Cadastro Nacional de Instituições de Guarda e Pesquisa. Ao final apresentamos um caso chave triado a partir do cruzamento dos bancos de dados e relacionamos este com o panorama encontrado no levantamento qualitativo e quantitativo dos processos e instituições de guarda as quais estes materiais foram destinados.Item Construindo utopias: práxis Waldisiana para a musealização de sítios arqueológicos(2024) Lassance, José Felippe Ludolf Hansen; Saladino, Alejandra; Toledo, Grasiela Tebaldi; Saladino, Alejandra; Bruno, Maria Cristina Oliveira; Toledo, Grasiela Tebaldi; Campos, Luana Cristina da SilvaA musealização de sítios arqueológicos é um instrumento ainda pouco difundido enquanto prática de acautelamento e atribuição de valor no Brasil. Partindo dessa constatação iniciamos uma investigação bibliográfica para compreender o que é a musealização, com foco na teoria de Waldisa Rússio e em uma musealização socialmente engajada, voltada para a relação entre pessoas e patrimônio. Em um segundo momento analisamos para as causas e consequências que colocam a arqueologia em segundo plano no rol de patrimônios nacionais para a formação das identidades no país. Essa análise, embasada no conceito de Discurso Autorizado do Patrimônio, de Laurajane Smith, pretende traçar um panorama da atual conjuntura da comunicação do patrimônio arqueológico no país. Por fim propusemos diretrizes para a aplicação da musealização de sítios arqueológicos tendo em vista a legislação atual, compreendendo que tal prática já está garantida segundo os preceitos constitucionais e demais mecanismos legais voltados ao patrimônio arqueológico.Item Danos ao patrimônio arqueológico rupestre pernambucano : perdas locais de bens nacionais(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014) Rufino, Elenita Helena; Castro, Adler Homero Fonseca de; Castro, Adler Homero Fonseca de (orient.); Guimarães, Lygia Maria; Mendonça, Guilherme Cruz deOs riscos que afetam os sítios arqueológicos rupestres pernambucanos são reais, intensos e permanentes. Este estudo investiga as causas naturais e antrópicas dos danos que atingem os sítios pré-históricos - gravados e pintados- que diminuem as possibilidades de fruição coletiva, além de prejudicar as perspectivas de pesquisas científicas nestes bens lavrados na pedra, repositórios de elementos constituintes de memória, identidade e componentes do patrimônio cultural brasileiro.Item Diagnóstico da destruição : os efeitos da expansão urbana sobre os sítios arqueológicos em Manaus/AM(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2016) Barros, Elen Caroline de Carvalho; Ribeiro, Rafael Winter; Arnaut, Jurema Kopke; Wanderley, Elaine; Ribeiro, Rafael Winter (orient.); Arnout, Jurema Kopke (coorient.); Fernandes, Manoel Couto; Leal, Claudia Feierabend BaetaEsta dissertação tem como temática a análise dos principais fatores de destruição dos sítios arqueológicos localizados na zona urbana do município de Manaus/AM, tendo como marco temporal a implantação da Zona Franca. O foco está no uso de ferramentas de geoprocessamento e dados históricos para a identificação de agentes destrutivos atuantes no estado de conservação de sítios arqueológicos ao longo das décadas que se seguiram à implantação do Pólo Industrial de Manaus em 1969. Este trabalho buscou obter um panorama da preservação do patrimônio arqueológico através do levantamento de dados históricos - por meio dos processos administrativos do IPHAN/AM -, de dados de campo - obtidos em visitas in loco a sítios selecionados - e da análise do avanço da mancha urbana – por meio da manipulação de imagens de satélite em softwares específicos. Avaliou-se a influência dos órgãos de proteção, especialmente do IPHAN, das instituições de pesquisa e dos arqueólogos como agentes diretamente envolvidos nos processos e políticas estabelecidos para a preservação do patrimônio arqueológico. Identificou-se a atuação diferenciada dos fatores de destruição em cada uma das zonas administrativas do município, definidas pelo Plano Diretor de Manaus (2014). Através da análise de imagens de satélite constatou-se que três zonas administrativas já se encontram consolidadas dentro do território pesquisado: Sul, Centro-Sul e Centro-Oeste. Com isso foi possível verificar que as três zonas administrativas restantes, sendo as zonas Norte, Leste e Oeste, são alvo de maior pressão advinda da construção civil ligada a obras de caráter público e privado. Essas pressões se dão na forma dos fatores de destruição que são sintetizados pelos setores de habitação, exploração mineral e obras públicas em constante fase de implantação na cidade. Com isso gerou-se um acervo cartográfico que serve como modelo para análise de fatores que oferecem riscos a sítios arqueológicos. Deste modo foi possível estabelecer quais áreas encontram-se no caminho do processo de avanço da mancha urbana e, consequentemente, em quais locais há maior probabilidade de ocorrerem novas destruições de sítios arqueológicos.Item Diretrizes para preservação de bens arqueológicos móveis(Iphan, 2025) LEAL, Ana Paula da Rosa (Organização); SILVA, Francini Medeiros da (Organização)Esta publicação tem o intuito de apresentar as diretrizes gerais adotadas e reconhecidas pelo Iphan para a preservação de bens arqueológicos móveis, visando a sua pesquisa, conservação e extroversão. Ela surgiu da necessidade de aprimorar as recomendações de conservação contidas na Portaria Iphan n.º 196/2016, e atender as demandas trazidas pelos coletivos que discutem o tema. Assim, a referida portaria foi submetida à revisão a partir da Consulta Pública n.º 01/2017, disponível entre 01 de setembro de 2017 e 31 de janeiro de 2018, publicada no Diário Oficial da União e amplamente divulgada pelo Iphan.Item Do passado para o futuro? políticas de gestão de acervos arqueológicos nas instituições de guarda e pesquisa do estado de Goiás.(Iphan, 2019) CERQUEIRA, Ádila Borges Figueira; SALADINO, Alejandra; CASTRO, Adler Homero Fonseca de; CARVALHO, Hellen Batista (Supervisora das práticas supervisionadas); SALADINO, Alejandra (Presidente) - Mestrado Profissional do Iphan; MESQUITA, Simone de Sousa Mesquita - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/Museu de Astronomia (Unirio/MAST); CASTRO, Adler Homero Fonseca de - Mestrado Profissional do Iphan; CAMPOS, Luana Cristina da Silva - Mestrado Profissional do IphanA presente pesquisa tem como objetivo investigar como se dá a implementação de políticas de emissão de endosso institucional e de gestão de acervos arqueológicos em duas instituições de guarda e pesquisa, uma universitária e outra municipal: Museu Antropológico (UFG) e Museu Francisco Honório de Campos, Jataí/GO. Pretende-se comparar, a partir da documentação dos dois museus, os protocolos de gestão de acervos nas duas instâncias, universitária e municipal. Foram escolhidos os seguintes parâmetros de gestão museológica, como critérios comparativos: estrutura da gestão; declaração de missão institucional; política institucional de aquisição; política de gestão do acervo. Inicialmente realizou-se uma contextualização da legislação e suas diretrizes relacionadas ao endosso institucional, com o objetivo de verificar quais as implicações destas normas no advento de novas tipologias de instituições de guarda e na gestão dos acervos. A escolha dos objetos de análise, Museu Antropológico e Museu Francisco Honório de Campos, se deu a partir da contextualização das instituições de endosso e guarda do estado de Goiás, divididas em dois grupos: universitárias e municipais. Apresenta-se a análise comparativa da política institucional de gestão museológica de dois museus, um universitário e outro municipal. Keywords: memory institutions, museums, legislation, management of collections.
- «
- 1 (current)
- 2
- 3
- »
