Comunidades da Biblioteca Digital

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1. PATRIMÔNIO MATERIAL

Trata-se dos bens que podem ser tombados, tais como edificações e acervos, conjuntos arquitetônicos, bens móveis, infraestrutura, jardim histórico, patrimônio natural entre outros.

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2. PATRIMÔNIO FERROVIÁRIO

Trata-se dos bens móveis e imóveis de valor artístico, histórico e cultural da rede ferroviária, incluindo edificações como estações, armazéns, trechos de linhas, maquinário entre outros que refletem patrimônio histórico ferroviário.

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3. PATRIMÔNIO ARQUEOLÓGICO

Trata-se dos objetos digitais que ditam os vestígios e lugares relacionados a grupos humanos, sendo os assuntos de sítios arqueológicos, peças avulsas, coleções e acervos arqueológicos.

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4. PATRIMÔNIO IMATERIAL

Trata-se das práticas e domínios da vida social, sendo os saberes, os ofícios, os modos de fazer, as celebrações, as formas de expressão e nos lugares de prática coletiva.

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5. PATRIMÔNIO MUNDIAL

Trata-se dos bens culturais e naturais considerados significativos para a humanidade, incluindo materiais elaborados por entidades internacionais, com valor universal e/ou histórico.

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6. LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Trata-se da documentação referente ao licenciamento ambiental, abarcando questões como impacto do patrimônio, legislação da temática e demais informações.

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7. PUBLICAÇÕES DO IPHAN

Trata-se dos objetos digitais que foram editados, publicados, distribuídos e/ou vinculados ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, incluindo o selo Edições do Patrimônio.

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8. GOVERNANÇA

Trata-se de documentos que promovem a gestão e transparência do Iphan, contribuindo para a valorização da memória técnica e administrativa.

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9. FORMAÇÃO E ENSINO

Trata-se de um repositório destinado a reunir e divulgar produção técnico-científica voltada à preservação do patrimônio cultural, ampliando o acesso ao conhecimento e apoiando práticas de conservação e salvaguarda.

Submissões Recentes

Item
Os passos dos jesuítas no Espírito Santo: vivências e interdependências das edificações no estado
(Iphan, 2015) Spano e Silva, Anna Carolina; DOMINGUES, Evandro; FIGUEIREDO, Diva Maria Freire (SupervisoAr das práticas supervisionadas); DOMINGUES, Evandro (Presidente); FIGUEIREDO, Diva Maria Freire (supervisora e coorientadora); TEIXEIRA, Luciano dos Santos (MESTRADO/IPHAN); NÓBREGA, Claudia Carvalho Leme – UFRJ
O processo da patrimonialização das edificações dos jesuítas no Brasil foi marcado pela análise técnica e individualizada desses bens culturais. O presente trabalho pretende suprir uma demanda de análise das edificações jesuíticas de uma forma mais integrada, que considere a atuação da Companhia de Jesus no Espírito Santo enquanto uma rede de interdependências. Desta forma, se propõe que as edificações jesuíticas sejam consideradas enquanto elementos representativos de um mesmo “patrimônio jesuítico”, atributo que não pode ser desconsiderado para a compreensão destes bens em sua integralidade e conjunto. Para isto, buscou-se traçar um panorama da patrimonialização dos bens associados ao “legado” dos jesuítas no Brasil, considerando-se os discursos que nortearam a memória sobre a atuação dos jesuítas e os bens arquitetônicos considerados, de forma isolada, como patrimônio, como elementos que constituem a noção de identidade nacional. Para suplantar a necessidade de uma visão mais integrada dos bens jesuíticos, foram analisadas as relações dos jesuítas com a política, economia e sociedade do período em que atuaram no Brasil, através de informações contidas em documentação primária e da bibliografia disponível. O estudo dos bens arquitetônicos foi desenvolvido buscando-se discutir influências, objetivos, funcionalidades, interação da sociedade com os espaços, analisando a inter-relação das características físicas das igrejas no Espírito Santo. Conclui-se que, na trajetória dos jesuítas, a integração entre os seus assentamentos era fundamental para a concretização de sua missão na Colônia. Buscou-se, assim, construir uma visão de rede interdependente que coloca aos bens arquitetônicos uma valorização até então não considerada pelos processos de patrimonialização.
Item
Documentos fotográficos no arquivo: preservação, conservação, dissociação e acesso no Arquivo do Patrimônio (Iphan/RJ)
(Iphan, 2014) SOUZA, Nayara Cavalini de; LEAL, Claudia Feierabend Baeta; GUIMARÃES, Lygia (Supervisores das práticas profissionais na unidade); LEAL, Claudia Feierabend Baeta (presidente); GUIMARÃES, Lygia (supervisora); PEREIRA FILHO, Hilário Figueiredo – Iphan; ANDRADE, Joaquim Marçal Ferreira de – PUC/ RJ
O objetivo deste trabalho é abordar os processos de dissociação de documentos fotográficos do acervo do Arquivo do Patrimônio, atual Arquivo Central do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional/ Seção Rio de Janeiro. Discute de maneira interdisciplinar as relações que se estabeleceram durante as tomadas de decisão (decision making) no processamento e tratamento dessas imagens no Arquivo Central/RJ, baseando-se em conceitos e noções dos campos da arquivologia, história, preservação, conservação e também da metodologia de gerenciamento de riscos. Aponta ainda a importância da fotografia para as ações de preservação do Instituto, seu papel como documento essencial para identificação e atribuição de valor de patrimônio nacional aos bens tombados e a sua importância para a construção do patrimônio documental nacional, haja vista também a relevância da contratação sistemática de fotógrafos entre 1937 e 1987 para a seleção e construção do patrimônio nacional.
Item
Na confluência da roda: Educação Patrimonial, diversidade cultural e a pedagogia Griô
(Iphan, 2014) SOUZA, Igor Alexander Nascimento de; THOMPSON, Analucia; TOLENTINO, Átila Bezerra (Supervisores das práticas profissionais na unidade); THOMPSON, Analucia (orientadora); CASCO, Ana Carmen Amorim Jara (MESTRADO/IPHAN); CHAGAS. Mário de Souza – Museu da República/IBRAM/RJ
Trata-se de pesquisa acerca da Educação enquanto componente histórico na preservação do Patrimônio Cultural, com o objetivo de entender que fatores foram determinantes no deslocamento sofrido pela Educação Patrimonial (EP), que vem levando à desventura o modelo civilizatório clássico em benefício das iniciativas oriundas dos diversos grupos formadores da sociedade, e por quais meios o Estado diligencia-se visando dar conta desse passivo. Com essa finalidade analisei a evolução do preservacionismo enquanto processo de formação na modernidade ocidental e sua influência na edificação da nação brasileira; investiguei por quais meios o Estado brasileiro, representado pela União e suas agências, vem assentando a EP na situação pós-moderna, considerando que o Iphan é a principal entidade difusora e catalisadora da temática em território nacional; e, por fim, compreendi como a Pedagogia Griô (PG), tecnologia social desenvolvida com a intenção de suprir as necessidades de grupos historicamente olvidados pelo Estado, favorece processos educativos baseados em referências culturais. Para esse estudo selecionei a Oscip Congregação Holística da Paraíba - Escola Viva Olho do Tempo, já que se utiliza da PG em suas ações na zona rural do município de João Pessoa-PB. Como resultado, pude chegar à seguinte conclusão: de que o Estado tem na diversidade cultural seu eixo determinante, marcando suas políticas culturais, patrimoniais e educacionais; nesse sentido, é dever do Estado, por meio das suas agências, oferecer condições (teóricas e técnicas, sobretudo) para que os diversos grupos sociais possam criar formas de registro e preservação da sua memória.
Item
Sob os holofotes do patrimônio: entre histórias, identidades e políticas na Festa do Rosário de Pombal/PB
(Iphan, 2017) SILVA, Suelen de Andrade; DOMINGUES, Evandro; BRAGA, Emanuel Oliveira; SARMENTO, Christiane Finizola (Supervisor das práticas profissionais na unidade); BRAGA, Emanuel Oliveira (Supervisor das práticas profissionais na unidade); DOMINGUES, Evandro (Presidente); TAMASO, Izabela Maria - Universidade Federal de Goiás (UFG); LEAL, Claudia Feierabend Baeta (MESTRADO/IPHAN); BRAGA, Emanuel Oliveira Braga - Superintendência do IPHAN na Paraíba
O município de Pombal está localizado na mesorregião do sertão do Estado da Paraíba. Famoso por guardar uma rica herança cultural do Estado, em destaque a Festa do Rosário de Pombal, a qual chamou e ainda vem chamando a atenção de diversos olhares. A observação da prática social e dos contextos vivenciados durante a Festa do Rosário, por exemplo, por meio da realização de entrevistas (baseadas na metodologia da História Oral), juntamente com a análise documental (documentos audiovisuais recortados entre as décadas de 1930, 70, 90 e os anos 2010) e bibliografias, sobretudo de intelectuais da região de Pombal, formaram a metodologia de trabalho desta pesquisa. Teve por objetivo investigar a significação de expressões culturais, como a Festa do Rosário de Pombal, para os sujeitos envolvidos com ela, compreendendo, assim, o quanto as expressões são relevantes para a memória e identidade do lugar. Buscou-se também discutir o processo de patrimonialização das expressões culturais de Pombal, avaliando a possibilidade da Festa do Rosário como nó central. Assim, esta pesquisa enfatiza que o patrimônio cultural não vale por si mesmo, mas que participa de uma dinâmica cultural de atribuição de valores historicamente construídos, em que os sujeitos são os responsáveis pela atribuição de seus valores. Destaco, ainda, a análise de histórias, identidades e políticas para a Festa do Rosário de Pombal e as expressões culturais que a formam, avaliada por meio de diferentes discursos, entre eles de instituições e sujeitos diferenciados. Como referencial teórico, buscou primordialmente trabalhos desenvolvidos no campo da História Social e História Cultural, com obras de autores como Peter Burke, Roger Chartier e Michel de Certeau. Além dos historiadores, também foram utilizadas leituras do campo da Antropologia, por meio de Clifford Geertz, o qual foi importante para a descrição da pesquisa de campo na Festa do Rosário e análise de discursos.
Item
Um mapa para outros fazeres: territórios educativos e patrimônio cultural
(Iphan, 2014) SIVIERO, Fernando Pascuotte; CASCO, Ana Carmen Amorim Jara; CRUZ, Luana Honório (Supervisores das práticas profissionais na unidade); ALMEIDA, Frederico Faria Neves (Supervisor das práticas supervisionadas); CASCO, Ana Carmen Amorim Jara (orientadora); CRUZ, Luana Honório (supervisora); SORGINE, Juliana Ferreira – PEP/MP/Iphan; MOLL, Jaqueline – Ministério da Educação/MEC
As discussões desta dissertação pretendem apontar ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) outras possíveis formas de realizar o permanente processo de preservação de sítios históricos urbanos tombados. Por meio da educação patrimonial, propõe-se uma preservação compartilhada baseada na participação social local como alternativa às apropriações e intervenções preservacionistas de caráter estético-visual e mercadológico que predominam no cenário nacional desde a década de 1990. Para isso, explora-se, a partir do estudo de caso do Centro Histórico de Natal-RN, possíveis contribuições do conceito de territórios educativos e do projeto Bairro-Escola para a práxis preservacionista do Iphan.