Patrimônio Arqueológico
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Item Frentes de expansão. Seu potencial e impacto sobre o patrimônio arqueológico - o caso da Amazônia Matogrossence e a partir de um reconhecimento de 14 CR/IPHAN(PUC-RS, 1995) Pardi, Maria Lúcia FrancoSumário: - A região de Alta Floresta e seus vestígios arqueológicos - A questão indígena - ImpactosItem Levantamento do patrimônio arqueológico da Região de Monte Mor - SP(9ª SR/IPHAN-SP, 1999) Pardi, Maria Lúcia Franco; Rangel, Zilda; Coradel, AdemirO trabalho desenvolvido por arqueólogos do Iphan-SP e profissionais do Museu Municipal de Monte Mor, reúne um apanhado histórico da região onde se localiza Monte Mor, município do interior paulista, e as pesquisas arqueológicas realizadas na cidade.Item Manual de arqueologia histórica em projetos de restauração(Iphan, 2002) Najjar, Rosana; Duarte, Maria Cristina Coelho; Lyra, Cyrio Illídio Corrêa de OliveiraEste manual foi elaborado para atender exigências de orientação técnica na gestão dos projetos de restauração/conservação dos bens imóveis tombados sob tutela federal. Busca suprir a necessidade de estabelecimento de procedimentos padrões a serem adotados pelo Iphan, no que se refere às práticas de Arqueologia e do seu papel nas atividades de preservação e quais são os resultados esperados.Item Amapá: gestão do patrimônio arqueológico e o programa estadual de preservação(Sociedade Brasileira de Arqueologia, 2005) Pardi, Maria Lúcia Franco; Silveira, OdeteEm 2001, o Programa Estadual de Gerenciamento Costeiro - GERCO-AP enviou mais de 85 informações sobre a existência de vestígios arqueológicos, resultado obtido através do levantamento de informações primárias no Setor Estuarino do estado, que compreende a região entre a margem direita do rio Araguari e o rio Vila Nova. A 2ª Superintendência Regional do IPHAN, através da Gerência de Arqueologia, propiciou a realização de expedições que promovessem a checagem das informações oferecidas e tomassem as demais providencias necessárias para fomentar e consolidar a preservação do patrimônio arqueológico no Estado. O Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva também foi integrante desta parceria tendo disponibilizado funcionário para se compor com a equipe e a reserva técnica para guarda das amostras comprobatórias coletadas e o material recolhido de terceiros. Neste mesmo período, o então Departamento Estadual de Turismo – DETUR , pretendia desenvolver turismo cultural em sítios arqueológicos, discutia, juntamente com o PROECOTUR / MMA, ações que permitissem a gestão do patrimônio histórico e arqueológico com vistas ao desenvolvimento das comunidades próximas aos pólos turísticos. Com estas parcerias, elaboramos nossas estratégias e definimos objetivos, entre eles o de sensibiliza-las a fomentar ações de médio prazo. Parte da sistemática adotada nesta abordagem, foi a de sempre compor os interesses, criar equipes mistas, socializar os resultados em contatos pessoais ainda em campo a enviar os relatórios a todos envolvidos.Item Arqueologia urbana: alguns aspectos da prática na França(VSAB, 2006) Pardi, Maria Lucia FrancoA arqueologia urbana requer organização, integração e diretrizes claras para a proteção do patrimônio. Experiências internacionais mostram que centros especializados podem padronizar inventários, métodos e resultados, produzir guias técnicos e avaliar o patrimônio urbano de forma sistemática. No Brasil, há necessidade de maior articulação entre profissionais e instrumentos que atuam sobre bens tombados, buscando otimizar o conhecimento produzido e incorporá-lo às políticas públicas, fortalecendo a preservação e garantindo retorno à sociedade.Item PORTARIA Nº 691, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2009(Iphan, 2009-11-26) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)Dispõe sobre as diretrizes e critérios para proteção, conservação e uso da Ilha do Campeche, situada no Município de Florianópolis, Santa Catarina, tombada em nível federal.Item Muito além dos campos: arqueologia e história na Amazônia Marajoara(GKNORONHA, 2010) Schaan, Denise Pahl (org.); Martins, Cristiane Pires (org.); Portal, Vera Lúcia Mendes (fotografias); Silva, Wagner Fernando de Veiga e (fotografias); Prado, Joyce (mapas); Noronha, Guilherme K. (diagramação)Conteúdo Apresentação: a imensidão de um arquipélago (Denise Pahl Schaan, Cristiane Pires Martins) A Conquista do Ocidente Marajoara: índios, portugueses e religiosos em reinvenções históricas (Agenor Sarraf Pacheco) As Áfricas nos Marajós: visões, fugas e redes de contatos (Agenor Sarraf Pacheco) Patrimônio Arqueológico do Marajó dos Campos (Denise Pahl Schaan, Cristiane Pires Martins, Vera Lúcia Mendes Portal) Galeria de fotos Arqueologia do Marajó das Florestas: fragmentos de um desafio (Cristiane Pires Martins, Denise Pahl Schaan, Wagner Fernando da Veiga e Silva) Viagens ao Passado da Ilha: vestígios arqueológicos em vozes e percepções de marajoaras (Cristiane Pires Martins, Wagner Fernando da Veiga e Silva, Vera Lúcia Mendes Portal) Sítios Arqueológicos do Marajó das Florestas e entorno de Santa Cruz do ArariItem Os ceramistas tupiguarani : volume III - eixos temáticos(Superintendência do Iphan em Minas Gerais, 2010) Prous, André (ed.); Lima, Tania Andrade (ed.)No cenário atual da arqueologia brasileira, o tema tupiguarani tornou-se profundamente desinteressante, e uma inevitável sensação de fastio invade grande parte da nossa comunidade a sua simples menção. Investigados maciçamente a partir de uma perspectiva descritiva e classificatória, salvo as honrosas exceções que só confirmam a praxe, ele acabou completamente esvaziado, ao conseguir gerar tão somente tediosos produtos repetitivos, do tipo “se viu um, viu todos”. No entanto, trata-se na verdade de mais um fascinante tema da pré-história brasileira, empobrecido pela insistência na adoção de uma perspectiva teórica que esgotou suas possibilidades, uma vez colhidos os frutos que poderia produzir. De tal forma que, enquanto não forem construídos e testados novos modelos fundados em linhas teoricamente mais fecundas do pensamento arqueológico, será difícil reverter este quadro. Esta obra foi organizada no sentido de discutir não só o passado e o presente, mas também o futuro das investigações sobre aqueles que produziram a cerâmica tupiguarani.Item Os ceramistas tupiguarani : volume II - elementos decorativos(Superintendência do Iphan em Minas Gerais, 2010) Prous, André (ed.); Lima, Tania Andrade (ed.)A chamada tradição Tupiguarani foi criada pelo PRONAPA (Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas), na década de 1960, para denominar uma indústria cerâmica de populações indígenas que, ao tempo da colonização ibérica da América do Sul, viviam em numerosas aldeias, nos espaços densamente florestados da bacia do Rio da Prata, na bacia do rio São Francisco e no litoral atlântico do Brasil. Essas populações falavam, predominantemente, línguas aparentadas do tronco lingüístico Tupi-Guarani. A cerâmica que os arqueólogos denominam Tupiguarani é abundante, doméstica e utilitária. Apresenta formas, tamanhos, acabamentos de superfície e usos que respondem a um mesmo grande esquema, razões que foram usadas para juntá-la numa tradição.Item Preservação do patrimônio e levantamento arqueológico da Região de Ouroeste/SP(9ª SR/IPHAN-SP, 2010) Pardi, Maria Lúcia Franco; Iquegami, Ana Emília FernandesTrata-se de artigo sobre relato de caso ocorrido em Ouroeste, localizado no estado de São Paulo, onde pescadores localizaram ossadas na região do sítio arqueológico Água Vermelha. As autoras relatam o posterior trabalho feito entre a Superintendência do Iphan-SP e a Prefeitura de Ouroeste para a preservação dos sítios arqueológicos da região.Item Arqueologia no Pelourinho(Iphan/Programa Monumenta, 2010) Najjar, Rosana (Org.)Nesta publicação, está o resultado do trabalho de pesquisa arqueológica realizada durante uma das etapas do Projeto de Recuperação do Centro Histórico de Salvador. Por meio desta iniciativa, foram restaurados imóveis ultifamiliares do Pelourinho, para neles promover a fixação dos próprios moradores do bairro. O Iphan também realizou a pesquisa arqueológica da área, que abrangeu 11 quarteirões ou 52.300m², aproximadamente.Item O turismo arqueológico na preservação do patrimônio cultural: um estudo de caso dos sítios rupestres de Serranópolis-GO(Iphan, 2012) SOUZA, Carolina Guimarães Starling de; SOTRATTI, Marcelo Antonio; PUGLIESE JUNIOR, Francisco Antonio (Supervisores das práticas profissionais na unidade); SOTRATTI, Marcelo (presidente); CASTRO, Adler Homero Fonseca de – Iphan; COSTA, Amanda DanelliA presente pesquisa teve como objetivo principal analisar os principais problemas e potencialidades do turismo arqueológico na preservação do patrimônio cultural, buscando elementos para subsidiar propostas de políticas públicas para essa área, notadamente aquelas desenvolvidas pelo Iphan. Para alcançar essa finalidade, foram discutidos os conceitos e instrumentos legais aplicados ao tema, foi apresentado um panorama geral do turismo arqueológico no Brasil, e realizado um estudo de caso no município de Serranópolis-GO, com foco nos sítios rupestres e na relação entre agentes e instituições que atuam na atividade turística. Entre os problemas do uso turístico de sítios arqueológicos discutidos nesse trabalho, destaca-se a priorização dos turistas em detrimentos das comunidades locais na visitação aos sítios para a realização de atividades educativas e de lazer. Essa questão foi analisada a partir de entrevistas realizadas com agentes de Serranópolis que representam o poder público municipal, a iniciativa privada, as instituições locais e a rede pública de ensino. Como resultados das discussões desenvolvidas foram apontados alguns elementos para a elaboração de um Plano Nacional de Turismo Arqueológico pelo Iphan.Item I Fórum Nacional do Patrimônio Cultural: sistema nacional de patrimônio cultural: desafios, estratégias e experiências para uma nova gestão, Ouro Preto/MG, 2009 - volume 2(Iphan, 2012) INSTITUTO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E ARTÍSTICO NACIONAL (BRASIL);; SUTTI, Weber (coordenação)As contribuições do setor de patrimônio arqueológico à implementação do Sistema Nacional de Cultura estão nesta publicação que evidencia, inclusive, a importância do fórum de discussões promovido pelo Iphan, sobre o potencial da pesquisa arqueológica em meio urbano. A arqueologia urbana ainda é um tema muito recente no Brasil, onde os primeiros artigos sobre o assunto surgiram, apenas, na década de 1990. Isso gerou um atraso no processo de reconhecimento do potencial arqueológico nos contextos urbanos. A partir de processos de licenciamento ambiental que detectaram vestígios mate-riais de ocupação pré-histórica em cidades como São Paulo, Porto Alegre e Curitiba, arqueologia ganhou relevância. O estudo arqueológico passou a ser uma das condicionantes do licenciamento ambiental, o que determinou nova frente de trabalho nas cidades, a partir da perspectiva de uma arqueologia urbana preventiva.Item Patrimônio arqueológico e paleontológico de Alagoas(Iphan/Superintendência do Iphan em Alagoas, 2012) Teixeira, Luana (Organização)Esta é uma iniciativa de divulgação da diversidade e riqueza patrimonial existente no Estado de Alagoas, cujas manifestações materiais se reportam a diferentes períodos cronológicos, os quais contribuíram para a formação identitária da população alagoana contemporânea e para a história evolutiva da vida nesta área do Nordeste. Mostra que a presença humana no local é anterior à chegada do europeu ao Brasil, em 1500, e que grupos indígenas pré-coloniais estavam estabelecidos aqui e interagiam intensamente com o ambiente, modificando-o e adaptando-o conforme suas necessidades e interesses. Revela, também, a diversidade de fósseis de animais e de outros elementos da pré-história brasileira.Item Estudos de percepção espacial no entorno do sítio arqueológico de São Miguel Arcanjo com vistas à valorização do monumento(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2012) Silva, Fabrício Rocha da; Motta, Lia; Sotratti, Marcelo; Ballester, Candice dos Santos (supervisora); Motta, Lia (orient.); Ballester, Candice dos Santos (supervisora); Arnaut, Jurema Kopke Eis; Tabacow, JoséEste trabalho apresenta uma metodologia de análise espacial, onde, os valores de memória e identidade somam-se a um detalhado sistema de compreensão da morfologia urbana da área de entorno do Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, fornecendo informações substanciais para o disciplinamento das áreas circundantes ao monumento. Os critérios de análise relacionam aspectos objetivos e subjetivos e tem como principal interesse a qualificação do entorno do sítio e a consequente valorização do monumento. O procedimento visa identificar e reforçar os traços caracterizadores da paisagem de São Miguel das Missões, representada principalmente pela interação das ruínas na paisagem.Item Para além da "pedra e caco" : o patrimônio arqueológico e as igaçabas de Palmeira dos Índios, Alagoas(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2012) Teixeira, Luana; Santos, Renata; Silva, Catarina; Magalhães, Yuri Batalha de (supervisor); Silva, Pablo Christian Maia da (supervisor); Santos, Renata (orient.); Magalhães, Yuri Batalha de (supervisor); Thompson, Analucia; Simão, Lucieni de MenezesEsta dissertação discute os diferentes momentos e vieses de atribuição de sentido às igaçabas (urnas funerárias) de Palmeira dos Índios ao longo do século XX. O objetivo deste trabalho é perceber como bens considerados pela legislação como patrimônio arqueológico podem também adquirir outros sentidos dentro e fora do campo do patrimônio. Ao reconstruir a história das escavações das igaçabas, procuramos perceber como os múltiplos sentidos atribuídos a esses objetos ao longo do século XX foram construídos através de diálogos sociais e simbólicos. Por fim, este trabalho busca trazer elementos para contribuir no debate sobre a preservação do patrimônio cultural no Brasil, sua complexidade e seus desafios.Item A elaboração de planos de gestão da paisagem cultural brasileira como subsídio à proteção do patrimônio arqueológico : o caso da "Ilha de Laguna" - SC(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2012) Scofano, Guilherme Butter; Rampazzo, Sonia Elisete; Rampazzo, Sonia Elisete (orient.); Ribeiro, Rafael Winter; Oliveira, Maria Dulce Barcellos Gaspar deO trabalho aqui apresentado debruça-se sobre o tema da categoria de patrimônio cultural denominada paisagem cultural brasileira, adotada oficialmente pelo IPHAN no ano de 2009, por meio da Portaria N° 127, de 30 de abril. Abordaremos as possíveis formas de construção e adequação dos planos de gestão das paisagens culturais brasileiras, previstos na portaria, ao contexto arqueológico, a partir do estudo do caso da região conhecida popularmente como “Ilha de Laguna”, localizada no litoral Sul de Santa Catarina. Para tal, traremos inicialmente algumas considerações a respeito dos conceitos de paisagem e paisagem cultural, e sua adoção pelo IPHAN, para então analisarmos as particularidades de nossa área de pesquisa, bem como as implicações jurídicas da elaboração de um plano de gestão voltado à região, além das limitações de diferentes ordens concernentes a um possível chancelamento da “Ilha de Laguna” como pertencente à categoria patrimonial citada.Item Brasil : monumentos históricos e arqueológicos(Iphan, 2012) Andrade, Rodrigo Mello Franco de; Maria Beatriz Setubal de Rezende Silva (org.).Reedição comentada do livro de Rodrigo Melo Franco de Andrade, publicado em 1952, pelo Instituto Pan-Americano de Geografia e História, do México. Apresenta a trajetória da preservação no Brasil e seus aspectos administrativo e legislativo, a conservação e restauração dos monumentos, a bibliografia específica sobre o tema, o intercâmbio com instituições do continente americano, a educação popular e dos museus. Inclui a primeira lista completa dos bens culturais que compunham o patrimônio histórico e artístico na época, situando-os em um mapa do território nacional. A presente reedição traz capítulos inéditos que a contextualizam e fornecem uma visão panorâmica das práticas e discussões conceituais que se seguiram ao esforço inicial de criação do Iphan.Item Sítios arqueológicos de registro rupestre: gestão compartilhada e as ações de preservação do Iphan no Parque Nacional Serra da Capivara e Entorno - Piauí, Brasil.(Iphan, 2012-12) LUZ, Carolina Francisca Marchiori da; GUIMARÃES, Lygia Maria; OLIVEIRA, Ana Stela de Negreiros (Supervisores das práticas profissionais na unidade); GUIMARÃES, Lygia Maria (Mestrado/Iphan); OLIVEIRA, Ana Stela de Negreiros - IPHAN; SANTOS, Renata – (Mestrado/Iphan); GOMES, Denise Maria Cavalcante Gomes – Museu Nacional/UFRJA questão que norteia esta dissertação teve como base o estudo das ações de preservação que foram financiadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no recorte temporal de 2001 – 2006, que considerou quatro projetos que contemplaram as iniciativas de proteção e de socialização nos sítios de registro rupestre, localizados dentro do Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí, e seu entorno. O presente trabalho examina ainda o modelo de gestão compartilhada, adotado pelo Instituto Chico Mendes da Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e pela Fundação Museu do Homem Americano (FUMDHAM), em cooperação estrita com Iphan, no que cabe ao gerenciamento deliberativo do Parque e aos aspectos relativos à responsabilidade e à atuação de cada órgão, na preservação do acervo de registros rupestres nesta região. Discute como esses registros podem ser entendidos como documentos dos povos antigos, dentro do contexto do reconhecimento da história de ocupação do sudeste do Piauí, onde se encontra o arsenal de informação sobre o universo pré-histórico do Brasil.Item Indicadores de preservação do patrimônio arqueológico : empreendimentos e atividades em Santa Catarina (2002-2007)(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2013) Moreira, Anderson Luis Ribeiro; Nakamuta, Adriana Sanajotti; Soares, Nelson Lacerda (supervisor); Nakamuta, Adriana Sanajotti (orient.); Soares, Nelson Lacerda (supervisor); Saladino, Alejandra; Calabre, LiaEsse trabalho trata das principais normas relativas ao patrimônio arqueológico brasileiro desde seus antecedentes, mas, sobretudo da Portaria IPHAN n° 230/02, instrumento regulatório específico e processual que dispõe sobre os procedimentos necessários para o licenciamento de empreendimento e atividades potencialmente lesivas ao patrimônio arqueológico. A partir da demanda da Superintendência do IPHAN em Santa Catarina no período de 2002 a 2007, foi possível construir uma amostra da conjuntura relativa à arqueologia de contrato. E a partir análise dos procedimentos jurídico-administrativos encontráveis nesses processos foi possível traçar um panorama da aplicabilidade do conjunto normativo (ou da gestão dos processos) dos primeiros anos de vigência da portaria n.º 230/2002 até 2007. Acreditamos que mesmo que as variáveis específicas desse trabalho possam apresentar resultados circunscritos aos seus alcances, é possível apontar, através de suas análises, para importantes questões a respeito da preservação do patrimônio arqueológico brasileiro.
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