Urbs Adamantina : da gestão à preservação

dc.contributor.advisorDomingues, Evandro
dc.contributor.authorBarros Filho, Edilson Borges de
dc.contributor.otherVieira, Liliane de Castro (supervisora)
dc.contributor.roleDomingues, Evandro (orient.)
dc.contributor.roleLeal, Cláudia Feierabend Baeta
dc.contributor.roleCarsalade, Flávio de Lemos
dc.date.accessioned2023-06-20T16:52:58Z
dc.date.available2023-06-20T16:52:58Z
dc.date.issued2018
dc.date.submitted2018-11-27
dc.description380 f.
dc.description.abstractApós oito décadas de início da política federal de preservação do patrimônio, com a criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN, atual IPHAN), em 1937, num âmbito no qual a necessidade de se difundir e valorizar as ideias de nação e de identidade nacional se concretizou através do resgate e proteção das “vilas coloniais”, avista-se hoje um rol de cidades com áreas de interesse cultural mais ou menos diversificadas, pressionadas pela forte tendência de transformação tipológica dos seus acervos arquitetônicos, associada a diversas questões socioeconômicas e dinâmicas urbanas. É essa a realidade contemporânea de Diamantina, cidade do Vale do Jequitinhonha de Minas Gerais. Nas duas últimas décadas do século XX, a criação de várias instituições de ensino, como a UFVJM (Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri), e o incremento do turismo local trouxeram novo dinamismo à cidade, tombada pelo SPHAN ainda em 1938. Em 1999, com a candidatura e inclusão da cidade na Lista do Patrimônio Mundial, Diamantina sinalizava para uma preocupação com a gestão de sua área urbana patrimonializada, cenário no qual foram desenvolvidos o Plano Diretor municipal e outras leis visando a sua devida salvaguarda. Todavia, a gestão contemporânea do patrimônio de Diamantina encontra, ainda, desafios e impasses para a eficaz preservação de seu núcleo acautelado. Esta pesquisa propõe, assim, uma via interpretativa sobre os processos de valorização e gestão da área tombada. Destarte, a dissertação partiu de um exame sobre as leituras acerca da formação do tecido urbano “histórico” da cidade, perpassando pela análise sobre como a gestão do IPHAN, e sua interação com outras esferas públicas, propiciou (ou não) a preservação desse conjunto urbano, discutindo, assim, os instrumentos e modos de gestão empreendidos no território acautelado e sua interface com a sociedade civil de Diamantina.
dc.description.abstractenAfter eight decades of beginning the federal heritage preservation policy, with the creation of the National Historical and Artistic Patrimony Service (SPHAN, now IPHAN), in 1937, in a context in which the need to spread and value the ideas of nation and of national identity was materialized through the rescue and protection of the "colonial villages", we can see today a number of cities with areas of cultural interest more or less diversified, pressured by the strong tendency of typological transformation of their architectural collections, associated with several issues socioeconomic and urban dynamics. This is the contemporary reality of Diamantina, a city of the Jequitinhonha Valley of Minas Gerais. In the last two decades of the twentieth century, the creation of several educational institutions, such as the UFVJM (Federal University of the Jequitinhonha and Mucuri Valleys), and the increase in local tourism have brought new dynamism to the city, listed by SPHAN as early as 1938. In 1999, with the application and inclusion of the city on the World Heritage List, Diamantina signaled a concern with the management of its patrimonial urban area, where the Municipal Master Plan was developed and other laws aimed at safeguarding it. However, the contemporary management of Diamantina's assets still faces challenges and impasses for the effective preservation of its protected area. This research proposes, therefore, an interpretative route on the processes of valorization and management of the listed area. Thus, the dissertation was based on an examination of the readings about the formation of the "historic" urban fabric of the city, through the analysis of how the management of IPHAN, and its interaction with other public spheres, provided (or not) urban preservation, thus discussing the instruments and modes of management undertaken in the protected territory and its interface with the civil society of Diamantina.
dc.description.additionalO objeto de estudo dessa pesquisa foi definido a partir de questões identificadas no cotidiano da prática profissional do Escritório Técnico do IPHAN lotado em Diamantina/MG.
dc.identifier.citationBARROS FILHO, Edilson Borges de. Urbs adamantina: da gestão à preservação. 2018. Dissertação (Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural) -- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio de Janeiro, 2018.
dc.identifier.urihttps://bibliotecadigital.iphan.gov.br/handle/123456789/83
dc.language.isopt_BR
dc.locationRio de Janeiro
dc.publisherInstituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
dc.rightshttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2
dc.rights.holderInstituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
dc.rights.licensehttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectDiamantina (MG)
dc.subjectInstituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil)
dc.subjectGestão
dc.subjectPreservação
dc.subjectConjunto urbano
dc.subjectCentro Histórico, Diamantina (MG)
dc.subjectPatrimônio cultural
dc.thesis.degreeMestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural
dc.thesis.disciplineMestrado Profissional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
dc.titleUrbs Adamantina : da gestão à preservação
dc.typeDissertação

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