Publicações do Iphan
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Item Patrimônio cultural LGBTQIA+(Iphan, 2026) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico NacionalA cartilha Patrimônio Cultural LGBTQIA+ nasceu de um esforço coletivo do Grupo de Trabalho do Patrimônio LGBTQIAPN+ do Iphan, que reuniu servidoras e servidores de diversas unidades do Instituto. Refletindo sobre a importância de reconhecer a diversidade das nossas referências culturais, a publicação apresenta conceitos técnicos em uma linguagem acessível, demonstrando como o patrimônio cultural LGBTQIA+ é parte fundamental da história do Brasil e, por isso, deve ser valorizado, difundido e preservado.Item A escultura religiosa do Rio de Janeiro Colonial : 1565-1821: através do inventário do Iphan e Inepac(Iphan, 2025) Gomes, Rafael Azevedo FontenelleA escultura produzida para as ordens religiosas, igrejas matrizes e irmandades/ordens terceiras na antiga Capitania Real do Rio de Janeiro (1565-1821), cujo acervo foi levantado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural – através de inventários realizados nas últimas duas décadas –, constitui o tema central deste estudo. Analisando o acervo de imagens evocionais e talhas remanescente produzido nesse intervalo de tempo, buscou-se elaborar uma abordagem sobre o tema, a partir do método iconográfico, com complementos sobre forma, função, estilo e características ornamentais. O trabalho apresenta a hipótese da diferente repercussão das iconografias da Idade Média e da Contrarreforma, entre as três instâncias acima elencadas, apoiado na bibliografia de especialistas, na pesquisa documental em arquivos históricos e na análise e comparação das obras selecionadas, reunidas por meio de inventários coordenados pelo autor. Foi propósito secundário identificar características regionais no repertório analisado, indicando a existência de outras oficinas além daquelas já identificadas por outros estudos na capital carioca.Item Entendendo os sinos(Iphan, 2017) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Superintendência do Iphan em Minas Gerais; Moreira, Corina Maria Rodrigues (texto)Cartilha de salvaguarda dos toques do sinos das cidades mineiras, destacando os aspectos físicos dos sinos das igrejas.Item Plano de salvaguarda : do teatro de bonecos popular do Nordeste - Mamulengo, Babau, Cassimiro Coco e João Redondo - no Ceará(Iphan, 2026) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)Apresentação do plano de salvaguarda do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste (TBPN) que visa orientar de forma detalhada as ações que devem ser aplicadas para a manutenção e preservação do bem registrado. É fundamental destacar que a construção do plano de salvaguarda se dá, necessariamente, através do diálogo e da participação ativa da Sociedade e do Estado.Item Capoeira em Roraima : mapeamento dos grupos(Iphan, 2019) Araújo, Jefferson Dias de (Org.); Mota, Dagoberto Luís Ventura (Org.); Couceiro, Marcio Akira (Org.)A presente publicação se propõe a divulgar as diretrizes e instrumentos que norteiam e tornam possíveis as atividades dos mestres de capoeira, promove a história dos espaços de capoeira existentes no estado de Roraima com o mapeamento e a identificação de grupos existentes nos municípios, promovendo assim um trabalho conjunto com a comunidade e segmentos de detentores para o desenvolvimento de ações e planos de salvaguarda.Item Fique por dentro do patrimônio cultural de Roraima com a Superintendência do Iphan(Iphan, 2024) Silva, Lady Loreine Amorim; Guimarães,Larissa Maria de Almeida; Leal, Rafaela Regina PascutiFolder contendo informações sobre o patrimônio cultural no estado de Roraima (RR).Item Roraima em foco(Iphan, 2024) Guerra, Letícia Carvalho; Leal, Rafaela Regina PascutiFolder contendo informações sobre o patrimônio cultural no estado de Roraima (RR).Item Coletânea de artigos patrimônio cultural de Roraima(Iphan, 2019) Albuquerque, Carolina Viana (organização)Esta Coletânea se inclui em um processo mais amplo de reflexão sobre as novas possibilidades de metodologias que norteiam a participação da comunidade como ponto chave em todo o processo das ações de preservação do patrimônio cultural. Constituindo-se em um importante ponto de inflexão nesse processo de sistematização e produção de conhecimentos, tem por objetivo evidenciar a importância da participação da comunidade na construção do patrimônio cultural e a relação dos diferentes grupos sociais. A participação das pessoas nesse processo é essencial, afinal de contas, é sobre a história de cada um de nós que estamos falando e de como queremos ser vistos por indivíduos de outras localidades, ou ainda principalmente de como queremos ser lembrados por nossas futuras gerações. A cooperação da comunidade como um todo, é importante também como fonte das informações que precisam ser apuradas para a construção dos inventários, principalmente em um Estado, onde existem pouquíssimas publicações acerca destas temáticas (patrimônio cultural e turismo) e onde podemos encontrar muitos personagens ou grupos significantes da história e que testemunharam fatos importantes para determinados grupos. Conhecer, entender, respeitar e preservar as raízes e a origem de um povo, comunidade ou uma região é sobre tudo garantir a esse povo a condição de existir e proteger a sua identidade, valorizando e cultivando a sua história local, facilitando o entendimento e a inserção no contexto histórico não só regional, mas também nacional. Muito além do que levar os indivíduos a conhecer e se reconhecer dentro de sua cultura, é também um dos objetivos fazer com que diferentes grupos se conheçam, compreendendo melhor um a cultura do outro.Item Patrimônio cultural acautelado : Roraima em foco(Iphan, 2024) Pascuti, Rafaela Regina; Silva, Lady Loreine Amorim; ;radução Enoque Raposo, Joice Wapichana Richard Duque (Praiatima)Publicação sobre os patrimônios culturais acautelados em Roraima: patrimônios imateriais e materiais, incluindo edificações históricas tombadas e sítios arqueológicos registrados, testemunhas silenciosas de civilizações antigas que habitaram essas terras muito antes de nós. A publicação apresenta textos em três idiomas indígenas: Macuxi, Wapichana e Yanomami, de forma que se torne acessível ao maior número de pessoas possível.Item Ex-votos em Congonhas: o resgate de duas coleções : ex-votos tombados da Sala dos milagres do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos : ex-votos da Coleção Márcia de Moura Castro(Iphan, 2012) Frota, Lelia CoelhoRelegados aos fundos das sacristias ou depósitos e depois queimados, os ex-votos levaram tempo para serem percebidos como uma manifestação reveladora da arte popular brasileira. Este livro apresenta um extenso estudo sobre o resgate de duas coleções de ex-votos, em Congonhas, Minas Gerais: a primeira coleção é formada pelos ex-votos tombados da Sala dos Milagres do Santuário do Bom Jesus de Matozinhos e os ex-votos da Coleção Márcia Moura Castro; a segunda possui peças esculturais e medalhas, de várias origens e estabelece, por meio desses novos elementos, um diálogo entre as tradições presentes em Congonhas e essa quase universal prática dos ex-votos.Item Escravidão no Brasil: os terreiros de candomblé e a resistência cultural dos povos negros(Iphan, 0200) Sant'Anna, MárciaSumário: 1. A reorganização dos cultos africanos no Brasil; 2. O modelo espacial de terreiro jêje-nagô; 3. Terreiros de candomblé: um patrimônio nacionalItem Coleção Nanuza Menezes(Iphan, 2026) Rafael Zamorano Bezerra; Caetano Troncoso OliveiraNanuza Luiza de Menezes (1934) é uma renomada botânica brasileira, professora titular da Universidade de São Paulo (USP), reconhecida nacional e internacionalmente por suas contribuições à ciência. Seus estudos concentram-se na flora dos campos rupestres, com destaque para a família Velloziaceae (“canela-de-ema”), abrangendo áreas como anatomia, morfologia e evolução vegetal. Além da atuação acadêmica, participou de importantes instituições e comitês científicos ligados à conservação da biodiversidade, como a Biodiversitas, o WWF e a IUCN. Também teve papel relevante na editoração científica, sendo uma das criadoras da Revista Brasileira de Botânica. Suas pesquisas contribuíram para a reorganização taxonômica da família Velloziaceae e para a criação do Parque Nacional da Serra do Cipó (MG). Ao longo de sua carreira, recebeu diversos prêmios e homenagens de instituições científicas brasileiras, além de ter seu nome atribuído a espécies e gêneros biológicos.Item Farinhar: saberes e práticas tradicionais associados aos engenhos de farinha de mandioca de Santa Catarina(Iphan, 2026) Castells, Alicia Norma González; Guimarães, Ana Cristina Rodrigues; Cruz, Carla Ferreira; Rosa, Artur Hugo daA solicitação de Registro dos Saberes e Práticas Tradicionais Associados aos Engenhos de Farinha de Santa Catarina como Patrimônio Cultural do Brasil foi realizada, em 2019, pela Rede Catarinense de Engenhos de Farinha, sendo resultado de uma década de diálogos e articulações com fazedores e fazedoras de farinha em Santa Catarina. O pedido de Registro foi assinado por cinco entidades com representação formal: Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo (CEPAGRO); Associação Comunitária Rural de Imbituba (ACORDI); Associação de Moradores de Santo Antônio de Lisboa (AMSAL); Instituto Boimamão de Preservação e Fomento da Cultura; e Núcleo de Estudos Açorianos (NEA/UFSC). O pedido de Registro foi considerado pertinente pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, durante a 39ª Reunião da Câmara Setorial de Patrimônio Imaterial, realizada em 2021. Porém, o Conselho indicou lacunas relacionadas com a contextualização histórica e diversidade étnica relacionadas ao bem. Em 2022, foi firmado um Termo de Execução Descentralizado entre o IPHAN/SC e a UFSC, a ser executado pelo NAUI/PPGAS, para realização de pesquisa relacionada às lacunas identificadas pelo Conselho e elaboração do Dossiê de Registro.Item Pesca com botos no Sul do Brasil(Iphan, 2025) Sordi, Caetano; Montanari, Matheus; Búrigo, BeatrizNo Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a pesca da tainha ocorre em diversos pontos da costa, assim como em alto-mar. A pesca com botos, no entanto, ocorre apenas em estuários, isto é, locais onde lagoas e rios encontram o oceano. Esses lugares são frequentados por pescadores e botos porque possuem uma grande biodiversidade: o encontro de água doce e salgada favorece a reprodução de várias espécies de peixes, moluscos, crustáceos, entre outros seres vivos. Também são lugares afetados por muitos problemas ambientais, como a poluição, a pesca predatória e o crescimento urbano não planejado.Item Editoração no Iphan: entre o original e o produto final(Iphan, 2026) Silva, Antonio Marcos Demeneghi da; Nogueira, Rnld; Navarro, Luciana JobimA Divisão de Editoração e Publicações do Patrimônio (Divep) apresenta às unidades descentralizadas do Iphan, o resultado de um estudo do processo de editoração numa visão descentralizada e colaborativa. A produção editorial é uma das mais longevas e contínuas estratégias de promoção e difusão do conhecimento adotada pelo Iphan. No entanto, a Divep entrou no organograma do Instituto entre os anos de 2018 e 2019, desde então, há um esforço para normatizar e consolidar o fluxo de atendimento às demandas editoriais, o que é entendido como um processo de profissionalização e institucionalização do fazer editorial. Parte essencial nesse contexto é o contínuo refinamento do fluxo desempenhado no atendimento às superintendências estaduais, aos escritórios técnicos, unidades especiais e departamentos da sede em suas propostas de publicação. Nos últimos anos, a Divep passou a contar com o Serviço de Produção Editorial (Seped), dedicado ao acompanhamento e atendimento desses projetos. Nele se concentram as atividades de revisão textual, design editorial e produção gráfica ao longo dos atendimentos. É por meio do Seped que a Divep assessora os projetos atendidos e aplica o fluxo editorial.Item Restauro: Palácio Gustavo Capanema: o patrimônio cultural no Novo PAC(Iphan, 2026) Simon, MarinaEste volume inaugura a Coleção Restauro, série editorial dedicada a registrar as intervenções de restauração e preservação do patrimônio cultural brasileiro viabilizadas pelo Iphan no âmbito do Novo PAC. A publicação detalha o complexo processo de restauração e modernização do Palácio Gustavo Capanema (RJ) entre 2019 e 2025, apresentando os desafios técnicos e as soluções adotadas para compatibilizar o uso contemporâneo com a arquitetura icônica de Lucio Costa e equipe. Além de documentar a recuperação de elementos como azulejaria, mobiliário, entre outros elementos, o livro resgata a trajetória histórica do edifício e dedica um capítulo especial a alguns dos trabalhadores que atuaram no canteiro de obras, celebrando o esforço coletivo que devolveu este marco da modernidade à sociedade.Item Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2026: 39ª edição: edital: patrimônio criativo: inclusão produtiva, trabalho e renda(Iphan, 2026) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)Em 2026, com o tema “Patrimônio Criativo: Inclusão Produtiva, Trabalho e Renda", serão premiadas ações de excelência no campo do patrimônio cultural brasileiro realizadas entre os anos de 2023 e 2025, a partir da valorização de ofícios, da qualificação para atividades criativas, da comercialização e remuneração justas e da inserção profissional da juventude.Item Memórias para o futuro: patrimônio cultural, educação patrimonial e mudanças climáticas(Iphan, 2025) Paixão, Ariane Cristina Paes da; Almeida, Márcia Cristina Pacito Fonseca; Mateus, Kleber de SouzaA publicação Memórias para o Futuro: Patrimônio Cultural, Educação Patrimonial e Mudanças Climáticas apresenta uma abordagem introdutória sobre as relações entre Patrimônio Cultural e mudanças climáticas a partir da Educação Patrimonial. O material reúne conceitos, referências e ações do Iphan voltadas à preservação e salvaguarda dos bens culturais frente aos desafios ambientais contemporâneos. Motivada pela COP 30 e pela urgência do debate climático, a publicação se destina a um público amplo e destaca o papel dos saberes tradicionais, da participação social e do vínculo com os territórios como elementos fundamentais para a adaptação, a resiliência e o enfrentamento da crise climática, reafirmando o Patrimônio Cultural como um ativo estratégico para a mobilização social e a construção de futuros sustentáveis.Item Roteiros nacionais de imigração: o patrimônio do imigrante(Iphan, 2011) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional; Superintendência do Iphan em Santa CatarinaPropõe o desenvolvimento de uma política de amplo reconhecimento e proteção. Partindo das pequenas propriedades rurais, estudando as casas que abrigavam as famílias, os ranchos que viabilizavam a subsistência, os núcleos rurais e os centros urbanos, o projeto busca proteger as evidências maiores do extraordinário ciclo migratório ocorrido no Brasil. O patrimônio cultural dos imigrantes que se deslocaram para Santa Catarina durante os séculos XIX e XX, em especial entre 1850 e 1930, é de importância mundial.Item Roteiros nacionais de imigração: Santa Catarina: volume 2(Iphan, 2011) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional; Superintendência do Iphan em Santa Catarina; Filho, Dalmo Vieira; Weissheimer, Maria ReginaOs bens propostos para o tombamento federal foram agrupados em oito categorias: Arquitetura Religiosa, Arquitetura Comercial, Arquitetura Residencial de Pequenas Propriedades Rurais, Arquitetura Escolar, Arquitetura Recreativa e Institucional, Núcleos Rurais, Núcleos Urbanos e Obras e Infraestrutura e Transporte. Cada categoria reúne um agrupamento de bens representativos das diversas etnias e distribuídos pelas várias regiões de estudo. Os bens selecionados representam com sua singularidade – estética, artística, funcional, construtiva, paisagística e/ou histórica – um expressivo conjunto de bens edificados decorrentes do processo de imigração para o Brasil e, mais especificamente, para Santa Catarina.
