Publicações do Iphan

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    As estrelas das chuvas: o rio do mundo, o horizonte e o caminho do sol: astronomia ao longo do Rio Urucauá, Amapá, Brasil
    (Iphan, 2026) Green, David; Green, Lesley; Valentini, Luísa
    Este livro é uma tradução do artigo “The Rain Stars, the World’s River, the Horizon and the Sun’s Path: Astronomy along the Rio Urukauá, Amapá, Brazil”, de autoria de Lesley Green e David Green . Nos últimos anos, os povos indígenas do Oiapoque têm se mobilizado em torno de várias ações de valorização de seu patrimônio cultural, tanto internamente em suas comunidades, quanto voltadas à difusão externa, em publicações, exposições e participações em eventos culturais. Este livro, traduzido do inglês por Luísa Valentini e ilustrado com belas fotografias das esculturas do mestre Uwet, representando as diferentes constelações das chuvas, é mais uma contribuição para a divulgação dos conhecimentos e práticas indígenas e como material didático direcionado aos estudantes indígenas em suas comunidades. As narrativas apresentadas neste livro, baseadas em pesquisas realizadas entre 2000 e 2008 em aldeias dos Palikur-Arukwayene, ao longo do rio Urucauá, são sobre o seu saber astronômico, uma notável e recente contribuição à astronomia ameríndia.
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    Regional contemporâneo
    (Iphan, 2026) Sarquis, Giovanni Blanco
    O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) retoma a série “Diálogos” com a publicação do segundo volume, que aborda o regional na contemporaneidade enquanto elemento articulador de identidades na arquitetura, na cidade, no patrimônio cultural e no ensino. A série consolida o propósito de sua gênese: a produção de conhecimento acerca de temas culturais de interesse público, a saber: arquitetura, antropologia, arqueologia, patrimônio, história e cultura. Destaca-se que o primeiro volume desta série, intitulado “Arquitetos: memórias e vivências”, compreendeu uma coletânea de depoimentos e entrevistas relacionados à trajetória de importantes profissionais do segmento arquitetônico vinculados ao ensino, à cultura e à história de Belém. Nessa oportunidade, foi imprescindível a espontânea contribuição de mestres, professores e personalidades da arquitetura local, abordando temas como ensino, patrimônio, preservação, regionalismo, arqueologia, cidade, história e memória.
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    Carta do Beijódromo: recomendações para a retomada da política de educação patrimonial no Iphan
    (Iphan, 2024-11-21)
    Evento presencial realizado nos dias 7, 8 e 9 de novembro de 2023, no Memorial Darcy Ribeiro (Beijódromo), em Brasília (DF), com o documento sobre Educação patrimonial, contendo indicações de ações programáticas para fortalecer a educação patrimonial com as políticas públicas.
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    Restauro: Vila de Paranapiacaba: o patrimônio cultural no Novo PAC
    (Iphan, 2026) Simon, Marina
    Este segundo volume da Coleção Restauro apresenta as intervenções realizadas pelo Iphan no âmbito do Novo PAC na histórica Vila de Paranapiacaba, localizada no município de Santo André (SP). A publicação documenta o amplo processo de recuperação de um dos mais importantes conjuntos ferroviários do país, abordando os desafios técnicos envolvidos na conservação de edificações históricas com influência inglesa, espaços públicos e elementos que compõem a paisagem cultural da Vila do século XIX, tombada pelo Iphan em 2008. Além de contextualizar a formação de Paranapiacaba e sua relevância para a história das ferrovias brasileiras, o livro registra as intervenções realizadas para garantir a preservação desse patrimônio singular, destacando o trabalho de arquitetos, engenheiros, restauradores, gestores públicos e trabalhadores que contribuíram para a valorização e a continuidade desse importante legado cultural.
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    Patrimônio cultural LGBTQIA+
    (Iphan, 2026) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
    A cartilha Patrimônio Cultural LGBTQIA+ nasceu de um esforço coletivo do Grupo de Trabalho do Patrimônio LGBTQIAPN+ do Iphan, que reuniu servidoras e servidores de diversas unidades do Instituto. Refletindo sobre a importância de reconhecer a diversidade das nossas referências culturais, a publicação apresenta conceitos técnicos em uma linguagem acessível, demonstrando como o patrimônio cultural LGBTQIA+ é parte fundamental da história do Brasil e, por isso, deve ser valorizado, difundido e preservado.
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    A escultura religiosa do Rio de Janeiro Colonial : 1565-1821: através do inventário do Iphan e Inepac
    (Iphan, 2025) Gomes, Rafael Azevedo Fontenelle
    A escultura produzida para as ordens religiosas, igrejas matrizes e irmandades/ordens terceiras na antiga Capitania Real do Rio de Janeiro (1565-1821), cujo acervo foi levantado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural – através de inventários realizados nas últimas duas décadas –, constitui o tema central deste estudo. Analisando o acervo de imagens evocionais e talhas remanescente produzido nesse intervalo de tempo, buscou-se elaborar uma abordagem sobre o tema, a partir do método iconográfico, com complementos sobre forma, função, estilo e características ornamentais. O trabalho apresenta a hipótese da diferente repercussão das iconografias da Idade Média e da Contrarreforma, entre as três instâncias acima elencadas, apoiado na bibliografia de especialistas, na pesquisa documental em arquivos históricos e na análise e comparação das obras selecionadas, reunidas por meio de inventários coordenados pelo autor. Foi propósito secundário identificar características regionais no repertório analisado, indicando a existência de outras oficinas além daquelas já identificadas por outros estudos na capital carioca.
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    Entendendo os sinos
    (Iphan, 2017) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Superintendência do Iphan em Minas Gerais; Moreira, Corina Maria Rodrigues (texto)
    Cartilha de salvaguarda dos toques do sinos das cidades mineiras, destacando os aspectos físicos dos sinos das igrejas.
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    Plano de salvaguarda : do teatro de bonecos popular do Nordeste - Mamulengo, Babau, Cassimiro Coco e João Redondo - no Ceará
    (Iphan, 2026) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan)
    Apresentação do plano de salvaguarda do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste (TBPN) que visa orientar de forma detalhada as ações que devem ser aplicadas para a manutenção e preservação do bem registrado. É fundamental destacar que a construção do plano de salvaguarda se dá, necessariamente, através do diálogo e da participação ativa da Sociedade e do Estado.
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    Capoeira em Roraima : mapeamento dos grupos
    (Iphan, 2019) Araújo, Jefferson Dias de (Org.); Mota, Dagoberto Luís Ventura (Org.); Couceiro, Marcio Akira (Org.)
    A presente publicação se propõe a divulgar as diretrizes e instrumentos que norteiam e tornam possíveis as atividades dos mestres de capoeira, promove a história dos espaços de capoeira existentes no estado de Roraima com o mapeamento e a identificação de grupos existentes nos municípios, promovendo assim um trabalho conjunto com a comunidade e segmentos de detentores para o desenvolvimento de ações e planos de salvaguarda.
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    Coletânea de artigos patrimônio cultural de Roraima
    (Iphan, 2019) Albuquerque, Carolina Viana (organização)
    Esta Coletânea se inclui em um processo mais amplo de reflexão sobre as novas possibilidades de metodologias que norteiam a participação da comunidade como ponto chave em todo o processo das ações de preservação do patrimônio cultural. Constituindo-se em um importante ponto de inflexão nesse processo de sistematização e produção de conhecimentos, tem por objetivo evidenciar a importância da participação da comunidade na construção do patrimônio cultural e a relação dos diferentes grupos sociais. A participação das pessoas nesse processo é essencial, afinal de contas, é sobre a história de cada um de nós que estamos falando e de como queremos ser vistos por indivíduos de outras localidades, ou ainda principalmente de como queremos ser lembrados por nossas futuras gerações. A cooperação da comunidade como um todo, é importante também como fonte das informações que precisam ser apuradas para a construção dos inventários, principalmente em um Estado, onde existem pouquíssimas publicações acerca destas temáticas (patrimônio cultural e turismo) e onde podemos encontrar muitos personagens ou grupos significantes da história e que testemunharam fatos importantes para determinados grupos. Conhecer, entender, respeitar e preservar as raízes e a origem de um povo, comunidade ou uma região é sobre tudo garantir a esse povo a condição de existir e proteger a sua identidade, valorizando e cultivando a sua história local, facilitando o entendimento e a inserção no contexto histórico não só regional, mas também nacional. Muito além do que levar os indivíduos a conhecer e se reconhecer dentro de sua cultura, é também um dos objetivos fazer com que diferentes grupos se conheçam, compreendendo melhor um a cultura do outro.
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    Patrimônio cultural acautelado : Roraima em foco
    (Iphan, 2024) Pascuti, Rafaela Regina; Silva, Lady Loreine Amorim; ;radução Enoque Raposo, Joice Wapichana Richard Duque (Praiatima)
    Publicação sobre os patrimônios culturais acautelados em Roraima: patrimônios imateriais e materiais, incluindo edificações históricas tombadas e sítios arqueológicos registrados, testemunhas silenciosas de civilizações antigas que habitaram essas terras muito antes de nós. A publicação apresenta textos em três idiomas indígenas: Macuxi, Wapichana e Yanomami, de forma que se torne acessível ao maior número de pessoas possível.
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    Ex-votos em Congonhas: o resgate de duas coleções : ex-votos tombados da Sala dos milagres do Santuário do Bom Jesus de Matosinhos : ex-votos da Coleção Márcia de Moura Castro
    (Iphan, 2012) Frota, Lelia Coelho
    Relegados aos fundos das sacristias ou depósitos e depois queimados, os ex-votos levaram tempo para serem percebidos como uma manifestação reveladora da arte popular brasileira. Este livro apresenta um extenso estudo sobre o resgate de duas coleções de ex-votos, em Congonhas, Minas Gerais: a primeira coleção é formada pelos ex-votos tombados da Sala dos Milagres do Santuário do Bom Jesus de Matozinhos e os ex-votos da Coleção Márcia Moura Castro; a segunda possui peças esculturais e medalhas, de várias origens e estabelece, por meio desses novos elementos, um diálogo entre as tradições presentes em Congonhas e essa quase universal prática dos ex-votos.
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    100 anos: Ponte Hercílio Luz
    (Iphan, 2026) Biazin, Cristiane Galhardo
    A publicação apresenta a trajetória e a importância histórica, cultural e tecnológica da Ponte Hercílio Luz, símbolo de Santa Catarina e do Brasil. A obra reúne o parecer técnico elaborado no contexto do tombamento federal, destacando os valores materiais e imateriais associados à ponte, bem como sua relevância para a engenharia nacional. Também evidencia a articulação entre patrimônio material, paisagem cultural e identidade social, ressaltando o papel da população na preservação desse bem. Por meio dessa iniciativa, o Iphan reforça a importância do conhecimento técnico e da educação patrimonial como instrumentos fundamentais para a valorização, proteção e difusão do patrimônio cultural.
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    Coleção Nanuza Menezes
    (Iphan, 2026) Rafael Zamorano Bezerra; Caetano Troncoso Oliveira
    Nanuza Luiza de Menezes (1934) é uma renomada botânica brasileira, professora titular da Universidade de São Paulo (USP), reconhecida nacional e internacionalmente por suas contribuições à ciência. Seus estudos concentram-se na flora dos campos rupestres, com destaque para a família Velloziaceae (“canela-de-ema”), abrangendo áreas como anatomia, morfologia e evolução vegetal. Além da atuação acadêmica, participou de importantes instituições e comitês científicos ligados à conservação da biodiversidade, como a Biodiversitas, o WWF e a IUCN. Também teve papel relevante na editoração científica, sendo uma das criadoras da Revista Brasileira de Botânica. Suas pesquisas contribuíram para a reorganização taxonômica da família Velloziaceae e para a criação do Parque Nacional da Serra do Cipó (MG). Ao longo de sua carreira, recebeu diversos prêmios e homenagens de instituições científicas brasileiras, além de ter seu nome atribuído a espécies e gêneros biológicos.
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    Farinhar: saberes e práticas tradicionais associados aos engenhos de farinha de mandioca de Santa Catarina
    (Iphan, 2026) Castells, Alicia Norma González; Guimarães, Ana Cristina Rodrigues; Cruz, Carla Ferreira; Rosa, Artur Hugo da
    A solicitação de Registro dos Saberes e Práticas Tradicionais Associados aos Engenhos de Farinha de Santa Catarina como Patrimônio Cultural do Brasil foi realizada, em 2019, pela Rede Catarinense de Engenhos de Farinha, sendo resultado de uma década de diálogos e articulações com fazedores e fazedoras de farinha em Santa Catarina. O pedido de Registro foi assinado por cinco entidades com representação formal: Centro de Estudos e Promoção da Agricultura de Grupo (CEPAGRO); Associação Comunitária Rural de Imbituba (ACORDI); Associação de Moradores de Santo Antônio de Lisboa (AMSAL); Instituto Boimamão de Preservação e Fomento da Cultura; e Núcleo de Estudos Açorianos (NEA/UFSC). O pedido de Registro foi considerado pertinente pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, durante a 39ª Reunião da Câmara Setorial de Patrimônio Imaterial, realizada em 2021. Porém, o Conselho indicou lacunas relacionadas com a contextualização histórica e diversidade étnica relacionadas ao bem. Em 2022, foi firmado um Termo de Execução Descentralizado entre o IPHAN/SC e a UFSC, a ser executado pelo NAUI/PPGAS, para realização de pesquisa relacionada às lacunas identificadas pelo Conselho e elaboração do Dossiê de Registro.
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    Pesca com botos no Sul do Brasil
    (Iphan, 2025) Sordi, Caetano; Montanari, Matheus; Búrigo, Beatriz
    No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a pesca da tainha ocorre em diversos pontos da costa, assim como em alto-mar. A pesca com botos, no entanto, ocorre apenas em estuários, isto é, locais onde lagoas e rios encontram o oceano. Esses lugares são frequentados por pescadores e botos porque possuem uma grande biodiversidade: o encontro de água doce e salgada favorece a reprodução de várias espécies de peixes, moluscos, crustáceos, entre outros seres vivos. Também são lugares afetados por muitos problemas ambientais, como a poluição, a pesca predatória e o crescimento urbano não planejado.
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    Editoração no Iphan: entre o original e o produto final
    (Iphan, 2026) Silva, Antonio Marcos Demeneghi da; Nogueira, Rnld; Navarro, Luciana Jobim
    A Divisão de Editoração e Publicações do Patrimônio (Divep) apresenta às unidades descentralizadas do Iphan, o resultado de um estudo do processo de editoração numa visão descentralizada e colaborativa. A produção editorial é uma das mais longevas e contínuas estratégias de promoção e difusão do conhecimento adotada pelo Iphan. No entanto, a Divep entrou no organograma do Instituto entre os anos de 2018 e 2019, desde então, há um esforço para normatizar e consolidar o fluxo de atendimento às demandas editoriais, o que é entendido como um processo de profissionalização e institucionalização do fazer editorial. Parte essencial nesse contexto é o contínuo refinamento do fluxo desempenhado no atendimento às superintendências estaduais, aos escritórios técnicos, unidades especiais e departamentos da sede em suas propostas de publicação. Nos últimos anos, a Divep passou a contar com o Serviço de Produção Editorial (Seped), dedicado ao acompanhamento e atendimento desses projetos. Nele se concentram as atividades de revisão textual, design editorial e produção gráfica ao longo dos atendimentos. É por meio do Seped que a Divep assessora os projetos atendidos e aplica o fluxo editorial.
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    Manual de manutenção e conservação dos bens da Praça dos Três Poderes – Brasília/DF
    (Iphan, 2026) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
    Este manual foi elaborado no contexto da restauração da Praça dos Três Poderes, em Brasília, com o objetivo de orientar o uso, limpeza, manutenção e conservação do espaço. Destaca que a durabilidade e preservação de áreas públicas, especialmente de valor histórico, dependem tanto da qualidade dos materiais quanto das práticas adequadas de uso e manutenção. O documento reúne diretrizes técnicas para garantir a integridade dos elementos da praça, devendo ser seguido por todos os envolvidos em sua conservação. Também ressalta que essas orientações podem ser atualizadas conforme avanços técnicos e experiências práticas, recomendando testes prévios antes da aplicação de métodos ou produtos. Elaborado conforme normas da ABNT, o manual atribui ao IPHAN a fiscalização da preservação do bem e se baseia em referências nacionais da área, adaptadas às características específicas da Praça dos Três Poderes.
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    Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade 2024: 37ª edição: visibilidade de gênero na economia do patrimônio
    (Iphan, 2024) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
    Em 2024, com o tema “Visibilidade de Gênero na Economia do Patrimônio" e em parceria com o Ministério das Mulheres, foram premiadas ações de excelência no campo do patrimônio cultural brasileiro realizadas entre os anos de 2021 e 2023, a partir de uma perspectiva de envolvimento, valorização e empoderamento de mulheres e pessoas LGBTQIAPN+ em papéis protagonistas nas redes produtivas do patrimônio. A 37ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade recebeu um total de 274 inscrições, das quais 244 propostas foram habilitadas para a etapa estadual. Após reuniões das 27 Comissões Estaduais, 123 ações foram classificadas para a etapa nacional, cuja Comissão Técnica indicou, dentre essas, as 30 finalistas. Na última fase de avaliação do concurso, a de Análise de Mérito, foram selecionadas as 18 ações vencedoras, contempladas com a premiação de R$ 30 mil cada.
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    Restauro: Palácio Gustavo Capanema: o patrimônio cultural no Novo PAC
    (Iphan, 2026) Simon, Marina
    Este volume inaugura a Coleção Restauro, série editorial dedicada a registrar as intervenções de restauração e preservação do patrimônio cultural brasileiro viabilizadas pelo Iphan no âmbito do Novo PAC. A publicação detalha o complexo processo de restauração e modernização do Palácio Gustavo Capanema (RJ) entre 2019 e 2025, apresentando os desafios técnicos e as soluções adotadas para compatibilizar o uso contemporâneo com a arquitetura icônica de Lucio Costa e equipe. Além de documentar a recuperação de elementos como azulejaria, mobiliário, entre outros elementos, o livro resgata a trajetória histórica do edifício e dedica um capítulo especial a alguns dos trabalhadores que atuaram no canteiro de obras, celebrando o esforço coletivo que devolveu este marco da modernidade à sociedade.