Manual de conservação de cantarias

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Data

2000

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Editor

IPHAN

Resumo

O Manual de Conservação de Cantarias faz parte de um conjunto de manuais do IPHAN cuja finalidade é orientar todos aqueles que participam direta e indiretamente da preservação do Patrimônio Cultural. O Manual visa também unificar os procedimentos adotados nas intervenções de conservação em esculturas, estruturas e elementos decorativos executados em pedra nos monumentos históricos brasileiros. O Manual tem o objetivo de atender a necessidade de orientação técnica prevista nas intervenções preliminares de conservação da pedra, sem ter a pretensão de esgotar todas as possibilidades de diagnóstico, tratamentos e procedimentos relativos a essa área de atuação. O Manual aborda, entre outros aspectos, os tipos de rocha utilizados no Brasil e suas formas de utilização, a identificação das patologias e dos agentes degradadores e os métodos de tratamento. É um trabalho de caráter preliminar que necessita de um processo de discussão, revisão e complementação, que promova o aprimoramento técnico para posterior publicação pelo IPHAN. Foi elaborado pelo técnico Frederico Almeida, engenheiro da 5ª SR do IPHAN, e pautado na experiência vivenciada na jurisdição daquela Regional, contando com o apoio técnico e operacional do Grupo Tarefa do Programa Monumenta, com apoio da UNESCO, através do Acordo de Cooperação Técnica entre o Minc e este organismo.

Descrição

43 p. (1 arquivo PDF: 3,46 MB)
SUMÁRIO 1- APRESENTAÇÃO 2- INTRODUÇÃO 3- TIPOS DE ROCHA ENCONTRADOS NO BRASIL - Calcário - Pedra Lioz - Mármore - Pedra-sabão - Gnaisse - Granito - Arenito 4- A UTILIZAÇÃO DA PEDRA NAS CONSTRUÇÕES HISTÓRICAS 4.1- ALVENARIAS DE PEDRA - Pedra Seca - Pedra e Barro - Pedra e Cal - Pedra Regular - Canjicado 4.2- ELEMENTOS ARQUITETÔNICOS - Colunas e pilares - Cunhais - Arcos - Cimalhas - Cercaduras - Cachorros - Escadas e degraus - Mobiliário e equipamentos urbanos 4.3- PEDRAS COMO MATERIAL DE REVESTIMENTO 4.3.1- PISOS 4.3.1.1- INTERNOS - Mármore - Lioz - Lajeado - Seixo rolado 4.3.1.2- EXTERNOS - Lajeado - Seixo rolado . 4.3.2- PAREDES EXTERNAS 5- PATOLOGIAS . 5.1- METODOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO DAS PATOLOGIAS 5.1.2- CARACTERIZAÇÃO DOS MATERIAIS CONSTRUTIVOS 5.1.3- CARACTERIZAÇÃO DO MEIO AMBIENTE 5.2- AGENTES DEGRADADORES DA PEDRA 5.2.1- ESTRESSES EXTERNOS - Carga - Expansão térmica - Expansão devido à umidade 5.2.2- ESTRESSES INTERNOS - Congelamento - Cristalização de sais - Erosão alveolar - Eflorescência - Corrosão de grampos de ferro 5.2.3- AGENTES FÍSICOS EXTERNOS - Capilaridade - Condensação - Ataque da chuva - Poluição atmosférica 5.2.4- ATAQUE BIOLÓGICO - Bactérias e fungos - Algas - Liquens - Plantas 5.3 - RECONHECIMENTO DAS PATOLOGIAS - Alteração Cromática - Alveolização - Crosta Negra - Degradação Diferencial - Desagregação - Esfoliação - Fissura - Perdas - Pitting - Presença de vegetação - Grafitismo 6- MÉTODOS DE TRATAMENTO 6.1- LIMPEZA DE CANTARIAS . 6.1.1- MÉTODOS DE LIMPEZA DE CANTARIAS 6.1.1.1- LIMPEZA COM ÁGUA - Água vaporizada - Jateamento de água a baixa pressão 6.1.1.2- LIMPEZA QUÍMICA - Pastas aquosas 6.1.1.3- LIMPEZA MECÂNICA - Microjateamento de areia - Microabrasador - Limpeza com bisturi - Limpeza a laser 6.2- RECONSTITUIÇÃO DE CANTARIAS 6.2.1- COM PRÓTESES 6.2.2- COM ARGAMASSAS 6.2.3- COM POLÍMEROS 6.3- CONSOLIDAÇÃO DE CANTARIAS 6.4- PROTEÇÃO DE CANTARIAS 6.4.1- PROTEÇÃO SUPERFICIAL 6.4.2- PROTEÇÃO CONTRA UMIDADE - Barreira Física. - Controle climático interno. - Valas de Ventilação - Valas de Ventilação com enchimento. - Proteções diversas GLOSSÁRIO BIBLIOGRAFIA.

Palavras-chave

Cantarias, Pedras, Conservação

Citação

ALMEIDA, Frederico Faria Neves. Manual de conservação de cantarias. [S.n.]: Iphan, 2000.