Patrimônio Imaterial
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Item A capoeira do Maranhão: entre as décadas de 1870 e 1930(Iphan, 2019) Pereira, Roberto Augusto A.; Nunes, Izaurina Maria de Azevedo (coordenadação editorial); Rugendas, Johann Moritz (ilustrações); Canto, Manuel Ricardo (ilustrações); Reis, Herbet (ilustrações); DEMACAMP Planejamento, Projeto e Consultorias (projeto gráfico e diagramação); Acervo do Museu da Memória Audiovisual do Maranhão (MAVAM) (fotografias); Ferrez, Marc (fotografias); Acervo da Biblioteca Nacional (mapas); Pereira, Jadi Seguins (estagiário); Baldez, Joelma (revisão e normalização)Esta é uma importante obra para a historiografia maranhense. Vem, ela, preencher sentida lacuna entre os estudos sobre a Cultura popular ao resgatar a manifestação e permanência da prática da Capoeira no Maranhão, sobretudo no ambiente urbano de São Luís, desde meados do Século XIX, até o Século XX. Ao editar e publicar esta obra, o IPHAN cumpre uma das suas importantes funções institucionais, qual seja a de proteger e promover os bens culturais do País, assegurando sua permanência e usufruto para as gerações presentes e futuras.Item A cidade e suas feiras : um estudo sobre as feiras permanentes de Brasília - segunda versão(IPHAN / 15ª Superintendência Regional, 2007-01-01) Madeira, Angélica; Veloso, MarizaEm Brasília, mostra-se de forma evidente a intenção de planejamento generalizado da vida social. As funções principais da cidade – morar, trabalhar, divertir-se e circular – se dão de forma regular, previsível, setorizada, organizadas por siglas. Apesar da racionalidade que presidiu a ocupação dos espaços, muitos destes dispositivos do planejamento urbano foram alterados pelas populações que vieram de diversas partes do Brasil. Essas diferentes populações imprimiram padrões culturais trazidos de sua região de origem, dotando a cidade de núcleos e redes de relações humanas, novos espaços e, entre eles, as feiras. Este é o tema desta publicação.Item A festa nunca acaba(Iphan, 2023) PIERRE, Jean; ROSA, Mana Marques; Ilustrações de Emilia SimonO E-book, intitulado "A Festa Nunca Acaba", é um material lúdico voltado à salvaguarda do Patrimônio Imaterial que tem como tema central a Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis/GO, que é um bem cultural registrado pelo Iphan. Esta produção educativa, foi prevista no Plano de Salvaguarda deste Patrimônio Cultural do Brasil e está alinhada tanto aos eixos de difusão e valorização contidos nas políticas de salvaguarda dos bens Registrados pelo Iphan, como à potencialização da transmissão dos saberes vinculados ao universo do bem cultural em questão. A Festa do Divino Espírito Santo é uma celebração que foi disseminada pelo território brasileiro ainda no período colonial e possui variações em torno de uma estrutura básica e dos símbolos principais do ritual - as folias, a coroação do imperador e o império. Em Pirenópolis é constituída por ritos religiosos e expressões culturais, sendo uma celebração profundamente enraizada no cotidiano dos moradores daquele município e determinante dos padrões de sociabilidade local. Baseado nisso, a elaboração da publicação foi realizada a partir de uma pesquisa bibliográfica e de campo, mobilizando a participação de representantes dos detentores, na escolha dos temas que deveriam ser abordados na narrativa do material educativo. Com intuito de propiciar o acesso de crianças e jovens às informações e saberes do universo cultural da Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis/GO, o livro torna-se importante instrumento educativo, passível de ser utilizado nas escolas de nível fundamento de Pirenópolis/GO, fomentando a identificação e a sensibilização da comunidade local, quanto à importância na transmissão dos saberes associados à Festa, para garantir a sua continuidade.Item A fotografia na preservação do patrimônio cultural : uma abordagem preliminar(Iphn/Copedoc, 2008) Lima, Francisca Helena Barbosa (Coordenação); Melhem. Mônica (Coord.); Cunha, Oscar Henrique Liberal Brito e (Coord.)Coletânea de textos sobre os trabalhos de levantamento do acervo fotográfico sob a guarda do Arquivo Central do Iphan, Seção Rio de Janeiro, com a participação do Centro de Conservação e Preservação Fotográfica (CCPF) da Funarte.Item A identificação do patrimônio cultural pela lente das referências culturais : conquistas e obstáculos de um percurso(IPHAN, 2022) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil)Este volume compreende uma narrativa institucional que contextualiza o macroprocesso Identificação dos bens culturais de natureza imaterial, um dos pilares organizadores do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial - PNPI. São apresentados, numa visada histórica, os precedentes, fundamentos, atividades e resultados obtidos pela área competente pela identificação de bens culturais do Departamento de Patrimônio Imaterial em duas décadas de atuação, com destaque para a implementação do instrumento do INRC e a avaliação das experiências com sua realização.Item A igreja, a casa e o culto aos santos : as esculturas sacras mazaganenses que atravessaram o Atlântico(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2016) Ribeiro, Karina Nymara Brito; Domingues, Evandro; Gonçalves, Helena Tavares; Domingues, Evandro (orient.); Teixeira, Luciano dos Santos; Lima, Ricardo GomesEste trabalho busca promover o diálogo entre História e Antropologia, no intuito de compreender o que Appadurai (2008) chama vida social das esculturas sacras mazaganenses, e acompanhar esses bens no contexto ritual e patrimonial em que estão inseridas, a fim de propor caminhos para a preservação desses bens. Sabemos que a origem desses artefatos está associada à fundação do lugar denominado Mazagão Velho. Em meados do século XVIII, por decisão da coroa Portuguesa, a cidade africana de Mazagão, localizada no norte do Marrocos, foi deslocada ao Brasil, para a região amazônica. Nesta condição, tanto pessoas quanto seus objetos atravessaram o oceano Atlântico e fizeram morada na Vila Nova de Mazagão – a qual fora fundada pelos representantes da Coroa Portuguesa no Norte do Brasil. Atualmente, a Vila Nova de Mazagão é denominada, simplesmente, Mazagão Velho. Grande parte dessas esculturas sacras deslocadas está integrada diretamente à vida social e cultural dos habitantes deste povoado: algumas estão, aliás, inseridas profundamente em contextos patrimoniais, em circuitos de heranças familiares, nas manifestações tradicionais e religiosas.Item A questão do nacional no Iphan : III oficina de pesquisa(Copedoc/DAF/IPHAN, 2010) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil). Coordenação-Geral de Pesquisa e Documentação; Perroni, Marcela (projeto gráfico); Ulhoa, Oswaldo (edição de arte e tratamento de imagens); Liberal, Oscar Henrique (foto capa); Leal, Claudia Feierabend Baeta (revisão técnica); Teixeira, Luciano dos Santos (revisão técnica); Mendes, Izabel (revisão)Este livro apresenta o prosseguimento das atividades das oficinas de pesquisa, com os resultados da terceira edição do encontro, do qual participaram técnicos do Iphan e convidados para discutir os temas Patrimônio, Estado e Território (nacional, regional, local e mundial), Identidade Nacional e Diversidade Cultural. Os artigos publicados apresentam um panorama dos desafios, realizações e, por vezes, impasses que os agentes públicos de preservação enfrentam em suas tarefas cotidianas de valorização e preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro.Item A valorização de Terreiros de Matriz Africana ou Afro-Brasileiro: um debate jurídico acerca dos instrumentos de proteção no Brasil(Iphan, 2020-09-03) ARAÚJO, Jefferson Dias de; MICHELAN, Kátia Brasilino; OLIVEIRA, Jaime de Santana (Supervisor das práticas supervisionadas); MICHELAN, Kátia Brasilino; OLIVEIRA, Jaime de Santana (IPHAN); QUEIROZ, Hermano Fabrício Oliveira Guanais e - Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan; MOTTA, Lia - Mestrado Profissional do IphanO objeto desta dissertação é a valorização das religiosidades de matriz africana ou afro-brasileira no Brasil sob os aspectos históricos, sociais e jurídico como parte integrante da construção da identidade brasileira. Para tanto, buscou-se revisitar o passado por meio dos artigos publicados nas Revistas do Patrimônio, desde 1937, pelo Iphan, que referenciasse a cultura do negro desde o Brasil Império no país. A partir disso, foi preciso fazer um panorama histórico de como foram inseridos nas Constituições desde o Império, princípios e mandamentos jurídicos que garantissem a liberdade religiosa e a valorização do patrimônio cultural brasileiro. A Constituição Federal de 1988, em seu artigo 216, §1°, estabeleceu que o “Poder Público, com a colaboração da comunidade, promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro, por meio de inventários, registros, vigilância, Tombamento e Desapropriação, e de outras formas de acautelamento”. A partir desse mandamento constitucional, buscou-se compreender como se deu a preservação dos terreiros e da cultura afro-brasileira de matriz africana no Brasil, em nível federal, por intermédio do Instituto Nacional de Preservação do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) com a utilização dos principais instrumentos existentes. A discussão abrangeu os instrumentos do Tombamento, da Desapropriação e do Registro, compreendendo seus conceitos, eficácia e aplicabilidade sob uma perspectiva jurídica para a valorização dos terreiros de matriz africana ou afro-brasileira.Item A vez e as vozes das pioneiras : narrativas sobre a construção de uma identificação a partir das referências culturais(IPHAN, 2022) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil)Neste volume são apresentados, sob a forma de entrevista, os relatos das profissionais do Iphan responsáveis pela idealização e realização das primeiras experiências de identificação do patrimônio imaterial, bem como pela formulação do INRC e constituição do Departamento do Patrimônio Imaterial.Item Anais da I oficina de pesquisa : a pesquisa histórica no Iphan(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2008) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil). Coordenação-Geral de Pesquisa, Documentação e ReferênciaEsta edição apresenta os Anais da I Oficina de Pesquisa, organizada pela Copedoc, em novembro de 2007, que teve como foco a prática da pesquisa histórica na instituição, priorizando o olhar sobre a ação da preservação do patrimônio cultural no tempo, bem como o objetivo de valorizar e problematizar a utilização do acervo documental do Iphan. Reúne artigos de historiadores e cientistas sociais do Iphan e de outras instituições, que discorrem sobre a prática da pesquisa durante o encontro. Arquivistas, museólogos e arquitetos das diversas unidades do Iphan participaram do evento.Item Aprendendo sobre o nosso patrimônio cultural(Iphan, 2021) Nunes, Izaurina Maria de Azevedo (Org.); Robson Araújo ilustraçãoA cartilha é uma das quatro publicações do kit de material paradidático do projeto de educação patrimonial O Boi vai à Escola, destinada a promover, junto aos alunos do 5º ano do ensino fundamental, a reflexão sobre o patrimônio cultural. Com maior densidade de conteúdo, são tratados temas que provocam o debate dos estudantes acerca das noções de cultura, do patrimônio cultural em suas dimensões material e imaterial; e do Bumba meu boi, com as especificidades do sotaque de Costa de mão, permeado por questões relacionadas ao preconceito racial e à intolerância religiosa. Em 48 páginas, numa linguagem descontraída, as personagens interagem com os alunos em diálogos nos quais textos e atividades são associados, promovendo pesquisas, criação, debates e pensamento crítico sobre os temas propostos. A produção da cartilha conta com ilustração de Robson Araújo e textos de uma equipe constituída por: Izaurina Nunes, Rafael Gaspar, Juliana Nogueira e Lisandra Teixeira, com a colaboração de Jandir Gonçalves, Mariana Zanchetta e alunos da Unidade de Educação Básica Honório Odorico Ferreira orientados pela professora Rosa Santos.Item Apresentar e representar: os Jongos e Caxambus Capixabas(Iphan, 2014) Silva, Sandro José daA partir de uma etnografia com os jongueiros no estado do Espírito Santo, o texto descreve as diferentes concepções dos mestres a respeito do que consideram sua tradição e a representação pública de sua arte. Com base em uma abordagem antropológica do conflito, que comporta uma espécie de economia de movimentos e formas de socialidade, enfoca-se os processos e as trajetórias sociais dos mestres na definição de seus direitos. Tratou-se de descrever as conjunturas que relacionam as históricas de formação das memórias dos mestres àqueles contextos contemporâneos de enfrentamento por reconhecimento de seus direitos étnicoraciais. Sugere-se que os cenários de conflito nos quais os mestres interagem fazem parte das matrizes constitutivas das suas identificações tanto quanto da maneira como eles narram suas histórias, o que evidencia as formas de resistência tanto no plano cotidiano quando nas relações com os agentes públicos e privados.Item Arte e patrimônio no carnaval da mangueira(Iphan, 2017) Correia, Maria RosaA Mangueira trouxe para a Avenida, no carnaval 2017, uma temática que apela à alma, não só dos mangueirenses ou cariocas, mas de todo o povo brasileiro, ao falar da imensa diversidade de expressões culturais associadas à devoção popular. A religiosidade é marcada por versões locais e populares do catolicismo ibérico, das religiões africanas (especialmente aquelas da costa atlântica da África do Oeste e da África Central) e das indígenas. Não é o resultado de uma “mistura”, é um complexo formado por crenças e visões de mundo muito distintas entre si, mas que encontraram diversos pontos de contato e tradução.Item Artes do Mar - Laguna - SC(Iphan/Programa Monumenta, 2009) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil); Braga, Sylvia Maria Nelo (Coordenação)A fundação da cidade de Laguna, no litoral sul catarinense, foi determinada quase 200 anos antes de acontecer. Portugueses e espanhóis não pensavam nisso quando assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. Segundo o Tratado, o local onde fica a cidade marcava o limite meridional das possessões lusitanas na América. Data do século XIX, a maioria das construções de interesse histórico, concentradas na área tombada, em 1985. O patrimônio histórico de Laguna tem forte apelo turístico, ao lado de praias e sítios arqueológicos deixados por indígenas, primeiros habitantes do lugar.Item As aventuras do boizinho Odorico(IPHAN, 2021) Nunes, Izaurina Maria de Azevedo (org.); Souza Sobrinho, Conceição de Maria (consultoria pedagógica); Costa, Vanessa Bezerra (consultoria pedagógica); Nunes, Izaurina Maria de Azevedo (textos); Costa, Jessica Kalenne Silva (textos); MC&G Design Editorial (projeto gráfico e diagramação); Araújo, Robson (ilustrações); Alunos do 2º ano da UEB Honório Odorico Ferreira, turma de 2018; Gonçalves, Jandir Silva; Alves, Marise FerreiraLivro de estórias infantis concebido para alunos do 2º ano do ensino fundamental, faz parte do kit de material paradidático do projeto de educação patrimonial O Boi vai à Escola Ao longo das páginas, com ilustrações de Robson Araújo e textos de Izaurina Nunes e Jéssica Costa e participação de Marize Ferreira, Jandir Gonçalves e alunos da Unidade de Educação Básica Honório Odorico Ferreira orientados pela professora Vanessa Bezerra, as personagens vivem aventuras cujos enredos apresentam o patrimônio cultural maranhense com destaque para o Bumba meu boi. O livro contém narrativas clássicas da cultura popular maranhense como a lenda do místico Rei português Dom Sebastião e as estórias do Boizinho de São João e de Catirina e Pai Francisco, todas inseridas no contexto da publicação, nas quais as estórias cedem espaço para a interlocução com os personagens. A leitura convida a se divertir com as peripécias de Odorico, a visitar o Centro Histórico de São Luís, a vivenciar o ciclo do Bumba meu boi, a conhecer a celebração da Festa de São Pedro, a se emocionar com a morte do Boizinho e a valorizar o rico patrimônio legado pelos afrodescendentes que mantêm os Bois de Costa de mão.Item As bandas das bandas de cá : Bandas Cabaçais da Festa do Pau da Bandeira de Santo Antônio de Barbalha - CE (produção, reprodução e transmissão de valores(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2019) Leite, Lenice de Sousa; Casco, Ana Carmen Amorim Jara; Menezes, Igor Soares de (supervisor); Casco, Ana Carmen Amorim Jara (orient.); Michelan, Kátia Brasilino; Sorgine, Juliana Ferreira; Macena, Maria de LourdesAs Bandas das bandas de cá é um trabalho que objetiva descrever e registrar as condições, ou seja, as circunstâncias atuais do processo de produção e reprodução das Bandas Cabaçais, especialmente as da cidade de Barbalha-Ce, que atuam na Festa do Pau da Bandeira de Santo Antônio. No entanto, pela quantidade de Bandas existentes na região e pelo tempo de pesquisa, foi necessário escolher algumas pessoas para um maior aprofundamento. Nosso intuito foi subsidiar, a partir das reais necessidades pesquisadas, as ações de salvaguarda propostas pelo Dossiê elaborado em 2015 para o registro da Festa de Santo Antônio de Barbalha como Patrimônio Imaterial Nacional. Foi possível levantar que o processo de produção e reprodução das Bandas tem uma ligação direta com a religiosidade, não pelo repertório ou por qualquer outro ritual específico da religião, mas especialmente pela territorialidade onde acontece o circuito dessas atividades com maior frequência, além da amizade e da resiliência outorgada pela fé, essa força divinal que mantém os músicos que integram as Bandas em pé a suportar condições extremamente adversas para continuarem nessa atividade. O outro aspecto que se mostrou latente foi a fragilidade da continuidade dessas Bandas, devido a idade avançada dos mestres pifeiros e a dificuldade de transmissão para os mais jovens.Item Babaçu : universo cultural da palmeira(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2016) Giraldin, Odair (Org.); Santos, Antonio Miranda dos (Org.)Esta publicação é resultado do Levantamento Preliminar do Inventário Nacional das Referências Culturais (INRC) em torno da palmeira Babaçu, realizado na microrregião Bico do Papagaio, do estado do Tocantins. Este livro contém informações sobre todo o conhecimento produzido sobre a palmeira e está alinhado à política institucional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e ao Programa Nacional de Patrimônio Imaterial. A publicação contém informações sobre os municípios que foram objetos de estudo, a palmeira Babaçu, as construções tradicionais, as características das pessoas, os processos de colheita e quebra do coco, a transformação das matérias-primas e os produtos originados, a culinária peculiar, o artesanato gerado a partir da palmeira, cantos e poemas que fazem parte do cotidiano da comunidade, principalmente das quebradeiras de coco, e as ameaças atuais aos babaçuais.Item Cachoeira de Iauaretê : lugar sagrado dos povos indigenas dos rios Uapés e Papueri (AM)(Iphan, 2007) Oliveira, Ana Gita (Texto); Andrello, Gerado Andrello (Texto).A Cachoeira de Iauaretê, ou Cachoeira da Onça, corresponde a um lugar de referência fundamental para os povos indígenas que habitam a região banhada pelos rios Uaupés e Papuri, reunidos em dez comunidades, multiculturais na maioria, compostas pelas etnias de filiação linguística Tukano Oriental, Aruaque e Maku. Sua inscrição no Livro dos Lugares foi realizada em 2006.Item Caderno passatempo(Iphan, 2021) Nunes, Izaurina Maria de Azevedo (Org.); Robson Araújo ilustraçãoO material propõe aos alunos do 4º ano do ensino fundamental atividades para serem executadas em sala de aula, de forma divertida, sobre conteúdos com breves abordagens relativas ao patrimônio cultural. Pequenos textos precedem as atividades com o objetivo de introduzir o aluno nos temas propostos, com ênfase no Bumba meu boi. As atividades a serem respondidas pelos alunos desenvolvem a habilidade da pesquisa à medida em que fornecem informações sobre o Tambor de Crioula, o ritual de morte do Boi, os amos e cantadores do Bumba meu boi e a icônica toada ‘Urro do Boi’, o Hino do Folclore do Maranhão. A publicação de 32 páginas, ilustrada por Robson Araújo, tem concepção, elaboração e autoria dos textos de Izaurina Nunes e é parte do kit de material paradidático do projeto de educação patrimonial O Boi vai à Escola. Alunos da Unidade de Educação Básica Honório Odorico Ferreira orientados pela professora Vanessa Bezerra tiveram participação na publicação.Item Capoeira do Maranhão : plano de salvaguarda(Superintendência do Iphan no Maranhão, 2018) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil). Superintendência do Iphan no Maranhão; Ferreira, Bruno Soares; Dutra, Elaine Cristina Corrêa; Costa, Florizaldo dos Santos Mendonça; Lopes Filho, Kleber Umbelino; Nunes, Izaurina Maria de Azevedo; Nogueira, Juliana dos Santos; Nunes, Izaurina Maria de Azevedo (coordenação editorial); Mandingueiros do Amanhã (acervo); Federação Maranhense de Capoeira (acervo); Centro Cultural Mestre Patinho (acervo)O Plano de Salvaguarda da Capoeira do Maranhão é fruto da mobilização dos detentores da Capoeira do estado, no sentido de iniciar o processo da salguarda desse bem cultural de forma planejada e seguindo o Termo de Referência para a Salvaguarda dos Bens Registrados, elaborado pelo Departamento do Patrimônio Imaterial do Iphan. Com esta publicação, pretende-se ampliar o debate em torno da salvaguarda da Capoeira com a participação de praticantes de todo o estado, possibilitando a discussão sócio-política da Capoeira na perspectiva da preservação desse bem cultural em larga escala.
