Hanna Levy no SPHAN : história da arte e patrimônio

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Data

2010

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Iphan

Resumo

Apresenta o resultado da pesquisa realizada no acervo arquivístico do Iphan e aborda episódio importante da constituição das práticas de preservação no País, associado ao nascimento da historiografia da arte brasileira nas décadas de 1930 e 1940. O tema é a passagem de Hanna Levy pelo Brasil, quando a jovem historiadora da arte alemã esteve ligada ao SPHAN (atual Iphan), ministrando aulas de História da Arte para servidores do Instituto e desenvolvendo pesquisas, publicadas em formato de artigo na Revista do Patrimônio, acerca da produção artística colonial brasileira, especialmente a pintura no Rio de Janeiro. Publica o conteúdo do curso ministrado por Hanna Levy no SPHAN, a partir das anotações do arquiteto José de Souza Reis.

Descrição

276 p. Série: Pesquisa e Documentação do IPHAN ; n. 5 Sumário Apresentação Lia Motta Prefácio 13 Marcus Tadeu Daniel Ribeiro Hanna Levy: Ensino e Pesquisa em História da Arte (1937-1948) 19 Adriana Sanajotti Nakamuta Introdução 19 Hanna Levy: dados biográficos 22 Hanna Levy no Brasil 26 Hanna Levy no SPHAN 29 Considerações finais 44 Fontes e referências bibliográficas 46 Curso de História da Arte para os técnicos do SPHAN 49 Hanna Levy (Anotações de José de Souza Reis) A Arte Pré-histórica (Introdução geral) 50 A Idade Paleolítica 51 A Idade Neolítica 51 A Idade do Bronze 51 A Idade do Ferro 51 A Arte da Idade Paleolítica 52 A escultura 52 Relevos 52 Gravuras 53 Pintura 53 Ornamentação 54 A arte da Idade Neolítica 55 As diferentes arquiteturas de habitação 55 As sepulturas em pedra 55 A escultura 56 Pintura 57 Cerâmica (desconhecimento no paleolítico) 57 Ornatos mais simples 57 Outras classificações 58 A Arte da Idade do Bronze 59 Arquitetura 59 Os desenhos 60 Alfaias 60 A cerâmica 61 A Arte da Idade do Ferro 62 Arte das alfaias 62 A Arte dos Povos Primitivos 64 I. A África 64 Arte africana: arquitetura 64 Escultura 65 Pintura 66 II. A Arte na Oceania 66 Arquitetura 66 Escultura e artes aplicadas 67 Pintura 67 III. A Arte dos Povos Primitivos americanos 68 1. Os Esquimós 68 Arquitetura 68 Escultura 68 Pintura 68 2. Primitivos da América do Norte: Índios das Florestas 69 Arquitetura 69 Escultura 69 Artes aplicadas 69 Pintura 69 IV. América do Norte: os Pueblos 70 Obras de escultura 70 Artes menores 70 Os índios das Planícies (Sioux) 70 A América Central 71 Arquitetura 71 A América do Sul 71 Arquitetura 71 Escultura 71 A arte aplicada 71 Os desenhos rupestres 71 Comparação da Arte Primitiva da África, da Oceania e da América 72 Caracteres distintivos dos coloridos 72 Cronologia, História e Língua dos Antigos Egípcios 74 Cronologia 74 Resumo da história do Egito 74 Língua e Escrituras 75 A Mitologia Egípcia 76 A Arte Egípcia – A época pré-histórica e arcaica da arte egípcia (4186-3958 a.C.) 77 Introdução 77 A arte 77 Objetos de metal 77 O mobiliário funerário dos túmulos pré-históricos 77 Estatuetas humanas ou animalistas 77 As pinturas 78 A arquitetura dos túmulos 78 A escultura e a tendência artística nova 78 A Arte Egípcia – O Antigo Império (da terceira à sexta dinastia das Pirâmides) – cerca de 3983- 2720 a.C. 2980-2475 a.C. 79 Arquitetura 79 As pirâmides 79 Artes plásticas: estatuária, relevo 81 Fim do Antigo Império: a sexta dinastia (cerca de 2920-2720 ou 2675-2475 a.C.) 82 O Médio Império: 11ª–13ª dinastias (cerca de 2040–1700 a.C.) 84 Arquitetura 84 Escultura 85 Relevos 85 O Novo Império: 18ª–23ª dinastia (1555–1009 a.C.) ou 17ª–24ª dinastia (1580–712 a.C.) 85 Primeira e segunda partes 85 Terceiro período: a arte de El-Amarna (1375-1350) 87 Novo Império: 19ª e 20ª dinastias (cerca de 1350-720 a.C.) 88 A Baixa-Época (712 a.C. – 395 d.C) 92 Arte Grega antes de Fídias (Quadro Sinótico) 96 Arte Grega antes de Fídias 97 Fídias e a Arquitetura Grega 99 A Arte Grega 102 Das origens à emigração dórica (3000 a 1000 a.C.) 102 A cultura egeo-cretense 102 O palácio de Knossos 102 Decoração interna 103 A pintura 103 Alfaias 103 Cerâmica 104 Ornamentação 104 A arte de Micenas 104 Arquitetura funerária e arquitetura dos palácios 104 Os palácios micenienses (século XV a.C.) 105 Decoração 106 Ourivesaria 106 Cerâmica 106 Ornatos 106 Vista rápida sobre a Grécia pelo ano 1000 a.C. A emigração dórica e suas consequências 106 Algumas características da mitologia grega 107 Alguns traços característicos da história grega 107 A Arte Arcaica (700-480 a.C. aproximadamente) 109 A arte arcaica 109 Escultura arcaica (autônoma) 110 Arquitetura (700-600 a.C.) 111 Estatuária a partir do meio do século VI 114 A pintura grega dos séculos VII e VI a.C. 114 A Arte Grega Pré-Clássica (500-450 a.C.) 120 A estatuária grega entre 480-450 a.C. 123 A escultura decorativa monumental (480–450 a.C.) 124 A pintura grega no século V a.C. 126 I. O desenvolvimento da pintura dos vasos de figuras vermelhas antes do Polignoto 126 II. A pintura monumental 127 Características formais, estilísticas: observações sobre a técnica de Polignoto 128 Importância histórica de Polignoto 129 III. A pintura depois de Polignoto 129 IIIa: Esgotamento da pintura mural depois de Polignoto e seus alunos 129 IIIb: A partir de 450 130 A arquitetura grega no século V 131 A Idade de Ouro da escultura grega (o Estilo Sublime) 134 O Estilo Sublime 137 A escultura grega da segunda metade do século V a.C. (450-430) 137 A escultura grega monumental decorativa entre 450-430 a.C. 141 O “Beau Style” 143 A escultura grega no século IV – Praxíteles, Scopas e Lisipo 143 A pintura grega no século IV 149 A arquitetura grega no século IV a.C. 153 Arte Helenística 155 Introdução à escultura helenística 155 A escultura em Pérgamo 156 A escultura em Alexandria 159 Relevos 160 A escultura Ática (Nova escola ática) 161 Relevos 161 A arquitetura helenística 162 A pintura helenística 164 A pintura em Alexandria 164 A pintura na Grécia e na Ásia Menor 165 A Arte na Cultura da Renascença 167 A pintura da Renascença na Itália 167 I. O despertar do estilo novo 167 II. A pintura florentina da segunda metade do Quattrocento 168 III. A escola umbro-florentina 169 IV. A escola de Pádua: Mantegna. Os artistas ferrareses 170 V. A escola de Siena 171 VI. A escola Veneziana 172 A arquitetura italiana do Quattrocento – Brunellesco 173 A escultura italiana do Quattrocento 175 Os principais artistas francesas da Renascença 177 A arte da Renascença, a escultura neerlandesa 178 A escultura francesa 178 A arquitetura do Renascimento na Alemanha, Inglaterra 179 Países Baixos e França 179 Alemanha 180 Países Baixos 180 Inglaterra 180 França 181 A pintura alemã no século XV 181 A escultura alemã no fim da Idade Média (gótico tardio) 183 A escultura alemã no tempo da Renascença 184 Sumário da Alta Renascença Italiana (Características de estilo) 186 Os principais artistas italianos da Alta Renascença 187 Introdução 187 Leonardo da Vinci (1452-1519) 187 Rafael Sanzio (1483-1520) 188 Miguel Ângelo Buonarotti (1475-1564) 189 Antonio Allegri da Correggio (1488-1534) 191 Veneza: Giogione; Palma; Ticiano; etc. 192 Giorgione (1478-1510) 192 Palma Vecchio (1480-1528) 192 Lorenzo Lotto (1480 – 1556) 192 Sebastiane del Piombo (1485-1547) 192 Ticiano Vecelli (cerca de 1477-1576) 192 A escultura italiana da Alta Renascença 193 A arquitetura da Alta Renascença 194 Os principais arquitetos italianos da Alta Renascença 194 A arte alemã – os principais artistas alemães da Alta Renascença 196 I. Albrecht Dürer (1471-1528) 196 II. Hans Baldung Grien-Grünewald 197 III. A Escola do Danúbio – Lucas Granach – Hans Burgkmair 198 IV. Os dois Holbein 199 Os primórdios da Arte Barroca na Itália (pintura) 200 Tintoretto, Veronese. Os sucessores de Rafael, Correggio, etc 200 A Arte do Barroco 202 A pintura barroca italiana 202 A pintura flamenga 203 Rubens, Van Dyck, Jordaens 203 A pintura flamenga (Os pintores de gênero) 205 A pintura holandesa 207 Frans Hals, van Goyan 207 Rembrandt 208 Os principais paisagistas holandeses do século XVII 209 Os principais pintores holandeses de gênero 210 A escultura (Itália, França, Espanha) 212 França 212 Espanha 213 A arquitetura barroca – França 213 Os grandes mestres franceses do século XVII 215 Os “pintores da realidade” 217 A Arte do século XVII 219 Itália, Espanha 219 Escultura 220 Arquitetura 220 Espanha 220 O século XVIII – a arte rococó 220 França 220 Decoração 221 Arquitetura 222 Pintura 222 Os Retratistas 224 Escultura 224 Alemanha 225 Arquitetura 225 Pintura 226 Escultura 227 A pintura inglesa do século XVIII 227 História e Crítica da Arte, segundo Lionello Venturi 230 As condições atuais da história da arte 230 A estética e os limites do conceito universal de arte 230 Identidade da história da arte e da crítica da arte 230 Poesia e literatura; arte e gosto 231 Gregos e romanos 232 Dupla origem da crítica de arte (fim do século IV e princípio do III a.C.): Xenócrates e Douris de Samos 232 As artes criadoras (ofícios). As artes de imitação (o que chamamos arte) 233 Xenócrates: a imitação, as proporções, a expressão: o progresso obtido de Policleto a Lisipo, de Kimon a Apeles e a perfeição da arte. 233 A crítica de arte na Idade Média 230 A Renascença 236 O período barroco 241 “As luzes” e o Neoclassicismo 244 Romantismo e Idade Média 248 A filosofia idealista e a história da arte 253 Filólogos, arqueólogos e entendidos (conaisseurs) nos séculos XIX e XX 256 A crítica francesa da arte contemporânea no século XIX 261 A crítica da arte e a visualidade pura 266 Anexo I 271 Anexo II 272 Anexo III 273 Anexo IV 274 Anexo V 275 Anexo VI 276

Palavras-chave

História da Arte, Patrimônio cultural

Citação

NAKAMUTA, Adriana Sanajotti. Hanna Levy no SPHAN: história da arte e patrimônio. Rio de Janeiro: Iphan/Copedoc, 2010. 276 p. (Pesquisa e Documentação do IPHAN, n. 5). ISBN 9788573341706.