Prevenir é melhor do que remediar: A Zeladoria aplicada à preservação do patrimônio arquitetônico público

dc.contributor.advisorPereira Csepcsenyi , Ana Cristina
dc.contributor.authorBassin, Maria Clara Coelho
dc.contributor.otherSupervisor: Eduardo Hahn
dc.contributor.rolePereira Csepcsenyi , Ana Cristina
dc.contributor.roleGomes, Carla Renata Antunes de Souza
dc.contributor.roleMotta, Lia
dc.contributor.roleHahn, Eduardo
dc.date.accessioned2026-04-08T16:17:13Z
dc.date.available2026-04-08T16:17:13Z
dc.date.issued2025
dc.date.submitted2025-07
dc.description192 f. SUMÁRIO INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 12 1. AS AÇÕES DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARQUITETÔNICO RELACIONADAS À ZELADORIA ....................................................................................... 23 1.1 Modalidades de intervenção ........................................................................................... 23 1.1.1 Intervenção .............................................................................................................. 27 1.1.2 Manutenção ............................................................................................................. 27 1.1.3 Conservação ............................................................................................................ 29 1.1.4 Conservação preventiva ........................................................................................... 30 1.1.5 Restauração ou Restauro ......................................................................................... 37 1.2 O cuidado para o zelo e para a preservação do patrimônio arquitetônico ...................... 39 1.3 A Zeladoria para a preservação ...................................................................................... 49 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA E LEGAL PARA A ZELADORIA ............................. 57 2.1 Teorias do restauro para a Zeladoria .............................................................................. 57 2.1.1 Cesare Brandi .......................................................................................................... 57 2.1.2 Umberto Baldini ...................................................................................................... 61 2.1.3 Giovanni Carbonara ................................................................................................. 64 2.1.4 Beatriz Mugayar Kühl ............................................................................................. 66 2.1.5 Ignási de Solà-Morales ............................................................................................ 68 2.1.6 Salvador Muñoz Viñas ............................................................................................ 70 2.1.7 Tendências atuais em restauração............................................................................ 72 2.2. Documentos doutrinários - Cartas Patrimoniais, Recomendações e Declarações da UNESCO relativas à manutenção, à conservação e à conservação preventiva .................... 78 2.2.1 Carta de Veneza (1964) ........................................................................................... 79 2.2.2 Carta Italiana do Restauro (1972) ............................................................................ 80 2.2.3 Carta Europeia do Patrimônio Arquitetônico (1975) .............................................. 81 2.2.4 Declaração de Amsterdã (1975) .............................................................................. 82 2.2.5 Convenção de Granada (1985) ................................................................................ 83 2.2.6 Documento de Nara (1994) ..................................................................................... 84 2.2.7 Princípios para a análise, conservação e restauro estrutural do patrimônio arquitetônico (2003) ......................................................................................................... 85 2.2.8 Declaração de Québec (2008).................................................................................. 86 2.3 Legislação e normativas relativas à manutenção, à conservação e à conservação preventiva ............................................................................................................................. 88 2.3.1 Documentação em âmbito nacional ......................................................................... 88 2.3.2 Normas Técnicas (NBR): ABNT ............................................................................ 95 2.3.3 Legislação no âmbito do Estado do Rio Grande do Sul .......................................... 96 2.4 Considerações sobre os documentos doutrinários, legislativos e normativos analisados ....................................................................................................................... 101 3 A VIABILIDADE DA ZELADORIA ................................................................................. 104 3.1 Prevenir: Plano Nacional de Conservação Preventiva da Espanha .............................. 104 3.2 Remediar: A grande enchente no Rio Grande do Sul de maio de 2024 e as consequências para o patrimônio edificado: o que a água levou... ..................................... 109 3.3 Caso exemplar: Assessoria de Arquitetura do Palácio Piratini .................................. 120 3.3.1 O surgimento do Palácio Piratini ........................................................................... 122 3.3.2 Caracterização do Palácio Piratini ........................................................................ 130 3.3.3 Atividades similares à Zeladoria no Palácio Piratini ............................................ 154 3.4 Resultados das análises ................................................................................................. 164 4 PROTOCOLO DE ZELADORIA PARA O PATRIMÔNIO ARQUITETÔNICO TUTELADO PELO ESTADO ............................................................................................... 170 4.1 Diretrizes e recomendações para a implantação da Zeladoria nas instituições públicas tuteladas pelo Estado .......................................................................................................... 172 4.1.1 Diretrizes para o Plano de Gestão da Zeladoria .................................................... 173 4.1.2 Diretrizes para o Manual de Uso e de Conservação da Zeladoria ......................... 176 CONCLUSÃO ........................................................................................................................ 178 REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 181 Bibliografia consultada ....................................................................................................... 188 ANEXO .................................................................................................................................. 190 Unidade de desenvolvimento das práticas profissionais: Secretaria de Estado da Cultura/RS
dc.description.abstractEsta pesquisa trata de apresentar e investigar a Zeladoria aplicada na preservação do patrimônio arquitetônico público, como um instrumento atual e viável para este campo disciplinar e como estratégia de política de Estado, por meio da revisão bibliográfica dos referenciais teóricos da restauração, bem como dos documentos doutrinários, normas e legislação relacionados à manutenção, à conservação, à conservação preventiva e à restauração da arquitetura patrimonializada, tendo como marco temporal a Carta de Veneza (1964). Também aborda as questões relacionadas ao conceito de cuidado, acionado por diversas disciplinas, como: Antropologia, Sociologia, Filosofia e Saúde, visto que o cuidado se faz presente na gênese da Zeladoria. A questão norteadora da pesquisa é “em que medida a Zeladoria é um instrumento para viabilização da preservação do patrimônio arquitetônico público?” É apresentada a experiência da Assessoria de Arquitetura do Palácio Piratini como caso exemplar do emprego desse instrumento voltado à salvaguarda de edificação protegida por tombamento. É proposto um Protocolo de Zeladoria com procedimentos sistemáticos e periódicos para subsidiar as atividades voltadas à preservação das edificações patrimonializadas tuteladas pelo Estado.
dc.description.abstractenABSTRACT This research aims to present and investigate the Janitorial applied in the preservation of public architectural heritage, as a current and viable instrument for this disciplinary field and as a state policy strategy, through a bibliographic review corresponding to the theoretical references of restoration, as well as doctrinal documents, norms, and legislation related to maintenance, conservation, preventive conservation, and restoration of heritage architecture, with the theoretical framework being the Venice Charter (1964). It also addresses issues related to the concept of care, invoked by various disciplines, such as Anthropology, Sociology, Philosophy, and Health, since care is present in the genesis of Janitorial. The guiding question of the research is "to what extent is Janitorial an instrument for enabling the preservation of public architectural heritage?" The experience of the Architecture Advisory of the Palácio Piratini is presented as an exemplary case of its employment. A Janitorial Protocol is proposed with systematic and periodic procedures to support the preservation activities of heritage buildings under State guardianship. Keyswords: preservation; public architectural heritage; care. RESUMEN Esta investigación tiene como objetivo presentar e investigar la Conserjería aplicada en la preservación del patrimonio arquitectónico público, como un instrumento actual y viable para este campo disciplinario y como estrategia de política de Estado, a través de la revisión bibliográfica correspondiente a los referentes teóricos de la restauración, así como los documentos doctrinales, normas y legislación relacionadas con el mantenimiento, la conservación, la conservación preventiva y la restauración de la arquitectura patrimonializada, teniendo como marco teórico la Carta de Venecia (1964). También aborda las cuestiones relacionadas con el concepto de cuidado, implicadas por diversas disciplinas, como Antropología, Sociología, Filosofía y Salud, dado que el cuidado está presente en la génesis de la Conserjería. La cuestión central de la investigación es “¿en qué medida la Conserjería es un instrumento para viabilizar la preservación del patrimonio arquitectónico público?” Se presenta la experiencia de la Asesoría de Arquitectura del Palacio Piratini como un caso ejemplar de su empleo. Se propone un Protocolo de Conserjería con procedimientos sistemáticos y periódicos para respaldar las actividades de preservación de los edificios patrimonializados bajo la tutela del Estado. Palabras clave: preservación; patrimonio arquitectónico público; cuidar
dc.identifier.citationBassin, Maria Clara Coelho. Prevenir é melhor do que remediar: A Zeladoria aplicada à preservação do patrimônio arquitetônico público. 2025. Dissertação (Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural) -- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio de Janeiro, 2025.
dc.identifier.urihttps://bibliotecadigital.iphan.gov.br/handle/123456789/1514
dc.language.isopt_BR
dc.locationRio de Janeiro
dc.publisher.countryBrasil
dc.publisher.initialsIphan
dc.rightshttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2
dc.rights.holderBassin, Maria Clara Coelho
dc.rights.licensehttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectPreservação
dc.subjectPatrimônio arquitetônico público
dc.subjectCuidar
dc.subjectPalácio Piratini
dc.subject.cnpqOUTROS
dc.thesis.degreeMestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural
dc.thesis.disciplinePreservação do Patrimônio Cultural
dc.titlePrevenir é melhor do que remediar: A Zeladoria aplicada à preservação do patrimônio arquitetônico público
dc.typeDissertação

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