Nem português, nem mineiro... baiano e nacional, com todo respeito : a atuação da Bahia na construção do campo do patrimônio brasileiro

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Data

2014

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Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

Resumo

Essa dissertação trata da participação da intelectualidade baiana da formação do campo do patrimônio no Brasil e da sua atuação, entre as décadas de 1930 e 1950, junto à instituição federal de preservação criada em 1937, atualmente denominada Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Ao longo do texto são analisadas as lutas travadas para garantir espaço de representatividade dos acervos históricos e artísticos da Bahia no “patrimônio nacional” e a rede de relações composta nesse sentido. Também são identificadas as personalidades envolvidas direta e indiretamente na atuação da representação que a instituição federal de preservação instalou na Bahia, e a maneira como se deu o movimento em defesa dos mais antigos conjuntos arquitetônicos, urbanisticos e paisagísticos da cidade do Salvador e do seu tombamento federal, vez que constituiu fio condutor da pratica preservacionista desenvolvida neste estado durante a primeira metade do século XX.

Descrição

146 f.

Palavras-chave

Patrimônio cultural, Tombamento, Primórdios, Bahia, Cultural heritage, Legal protection, Principle, Bahia

Citação

MATTOS, Ana Teresa Góis Soares de. Nem português, nem mineiro... baiano e nacional, com todo respeito: a atuação da Bahia na construção do campo do patrimônio brasileiro. 2014. Dissertação (Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural) -- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio de Janeiro, 2014.