A arqueologia urbana requer organização, integração e diretrizes claras para a proteção do patrimônio. Experiências internacionais mostram que centros especializados podem padronizar inventários, métodos e resultados, produzir guias técnicos e avaliar o patrimônio urbano de forma sistemática. No Brasil, há necessidade de maior articulação entre profissionais e instrumentos que atuam sobre bens tombados, buscando otimizar o conhecimento produzido e incorporá-lo às políticas públicas, fortalecendo a preservação e garantindo retorno à sociedade.