Navegando por Autor "Sorgine, Juliana Ferreira"
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Item A valoração como patrimônio cultural do "raio que o parta" : expressão do modernismo popular, em Belém/PA(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2012) Cardoso, Andréia Loureiro; Motta, Lia; Borges, Tatiana Carepa Roffé (supervisora); Motta, Lia (orient.); Borges, Tatiana Carepa Roffé (supervisora); Sorgine, Juliana Ferreira; Cavalcanti, Lauro Augusto de PaivaO “Raio que o parta” é uma denominação utilizada pelos belenenses para definir um tipo de decoração composta por azulejos policromados, aplicada na arquitetura popular e que foi bastante utilizada na capital paraense nas décadas de 50 e 60 do século XX. A pesquisa se propõe analisar o valor patrimonial dessa manifestação plástica, diante dos novos discursos sobre a diversidade cultural, abrangendo a noção de “Referência Cultural”. Além de abordar as suas especificidades a partir da compreensão de temas como a modernidade, Arquitetura Moderna e estética Kitsch.Item Arqueologia preventiva no Rio Grande do Norte(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014) Fabbri, Glauco Pasquali; Sorgine, Juliana Ferreira; Santos, Onésimo; Sorgine, Juliana Ferreira (orient.); Pereira Filho, Hilário Figueiredo; Silva, Regina Coeli Pinheiro daA diversidade de sítios arqueológicos no estado do Rio Grande do Norte é grande. Diversas também são as intervenções e danos a eles causados por atividades humanas propositadamente. Dentre estes fatores está o crescimento (principalmente nos últimos anos 2010-2012) de empreendimentos relativos à instalação de Parques Eólicos, Gasodutos, Obras de Esgotamento Sanitário, Redes de água, Atividades de Mineração e Linhas de Transmissão de Energia Elétrica juntamente com suas Subestações. Todas estas atividades são regulamentadas por leis de proteção ambiental e estudos preventivos dentro das etapas de licenciamento destas obras. Os estudos de Arqueologia Preventiva ligados a estas atividades consequentemente se tornam necessários e aumentaram também com esta demanda. O IPHAN através de portarias, leis e decretos regulamenta estes estudos em todo território nacional. Todos os trâmites legais durante as diversas etapas do licenciamento ambiental e logicamente dos estudos de Arqueologia Preventiva demandam farta documentação também regulamentada por portaria. Estes processos de forma física e também digital precisam ser organizados. Seu conteúdo precisa ser conhecido e analisado criteriosamente, além de estar acessível ao público e aos próprios servidores que se utilizarão dos mesmos das mais diversas formas. Utilizando-se destes processos como verdadeira fonte, buscamos neste trabalho avaliar o destino e eficácia de todo o processo para o atendimento dos parâmetros legais, científicos, patrimoniais, educacionais entre outros. Observar-se-á a realidade do Rio Grande do Norte espelhando também as problemáticas nacionais, analisando a documentação que está depositada no IPHAN, levando em conta as várias vertentes teóricas da Arqueologia e de seus profissionais.Item As bandas das bandas de cá : Bandas Cabaçais da Festa do Pau da Bandeira de Santo Antônio de Barbalha - CE (produção, reprodução e transmissão de valores(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2019) Leite, Lenice de Sousa; Casco, Ana Carmen Amorim Jara; Menezes, Igor Soares de (supervisor); Casco, Ana Carmen Amorim Jara (orient.); Michelan, Kátia Brasilino; Sorgine, Juliana Ferreira; Macena, Maria de LourdesAs Bandas das bandas de cá é um trabalho que objetiva descrever e registrar as condições, ou seja, as circunstâncias atuais do processo de produção e reprodução das Bandas Cabaçais, especialmente as da cidade de Barbalha-Ce, que atuam na Festa do Pau da Bandeira de Santo Antônio. No entanto, pela quantidade de Bandas existentes na região e pelo tempo de pesquisa, foi necessário escolher algumas pessoas para um maior aprofundamento. Nosso intuito foi subsidiar, a partir das reais necessidades pesquisadas, as ações de salvaguarda propostas pelo Dossiê elaborado em 2015 para o registro da Festa de Santo Antônio de Barbalha como Patrimônio Imaterial Nacional. Foi possível levantar que o processo de produção e reprodução das Bandas tem uma ligação direta com a religiosidade, não pelo repertório ou por qualquer outro ritual específico da religião, mas especialmente pela territorialidade onde acontece o circuito dessas atividades com maior frequência, além da amizade e da resiliência outorgada pela fé, essa força divinal que mantém os músicos que integram as Bandas em pé a suportar condições extremamente adversas para continuarem nessa atividade. O outro aspecto que se mostrou latente foi a fragilidade da continuidade dessas Bandas, devido a idade avançada dos mestres pifeiros e a dificuldade de transmissão para os mais jovens.Item Da Esquina para o Canto : promover a "causa" e valorizar a "missão" : política de difusão cultural do Iphan (1991-2005)(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014) Andrade, André Luis dos Santos; Sorgine, Juliana Ferreira; Cruz, Carla Ferreira (supervisora); Sorgine, Juliana Ferreira (orient.); Cruz, Carla Ferreira (supervisora); Nakamuta, Adriana Sanajotti; Aguiar, Leila BianchiA década de 1990 é vista como um período de pouco recursos para as políticas culturais em geral, aí incluídas as políticas públicas no campo do patrimônio cultural. O presente estudo busca a partir da análise das ações de difusão cultural das Superintendências do IPHAN no Pará e Rio de Janeiro, destacar que apesar das dificuldades da pasta da cultura, as unidades do IPHAN não somente desenvolveram ações, como também buscaram legitimar a missão e imagem institucional. Outrossim, a pesquisa também ajuda a compreender como as ações de difusão cultural contribuíram para a construção do campo da Educação Patrimonial.Item De espaço de trabalho a espaço de memória : estudo sobre o Museu do Trem do Rio de Janeiro(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2020) Figueiredo, Cintia da Silva; Sorgine, Juliana Ferreira; Pinto, Bartolomeu H. d'El-Rei (supervisor); Sorgine, Juliana Ferreira (orient.); Thompson, Analucia; Granato, Marcus; Oliveira, Mônica Castro de; Pinto, Bartolomeu Homem d'El-Rei (supervisor)A dissertação a seguir parte da perspectiva das ações de preservação de bens culturais ferroviários no Brasil, para conferir a experiência vivenciada pelo Museu do Trem do Rio de Janeiro (Museu do Trem-RJ) no seu processo de patrimonialização e musealização, compreendendo o período de 1984 a 2018. Com a finalidade de refletir sobre essas ações, este trabalho compreende brevemente o desenvolvimento das ferrovias em âmbito nacional; traça um panorama das primeiras iniciativas de patrimonialização e musealização de bens ferroviários no país; identifica e analisa os desdobramentos das ações do Estado na condução das ações de preservação e investiga os modelos de gestão do Museu do Trem-RJ pela Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), no período entre a sua inauguração em 1984 até a extinção da Rede em 2007, e da sua atual gestão, sob a responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), de 2007 até os dias de hoje. A pesquisa recorreu teoricamente à revisão e análise bibliográfica dos debates nas categorias do patrimônio, da museologia e da memória. A metodologia concentrou-se na análise de documentos produzidos pela RFFSA e pelo IPHAN, além de avaliar periódicos e estudos acadêmicos produzidos sobre os processos de patrimonialização e musealização do sistema ferroviário. Por meio dessas fontes, este trabalho tem a pretensão de contribuir para a investigação de como o Museu do Trem-RJ constituiu-se como uma unidade museológica e encerrar com a reflexão de como se mantém como referência da memória ferroviária para a sociedade.Item Lições aprendidas na contratação de projetos de restauros de bens tombados pelo Iphan/RS no Escritório de Antônio Prado - Rio Grande do Sul(2024) Berghahn, Sandra Grellmann; Sorgine, Juliana Ferreira; Supervisora: Márcia Rolim Serafini; Sorgine, Juliana Ferreira; Pereira Filho, Hilário Figueiredo; Seixas, Ana Luisa Jeanty de; Serafini, Márcia RolimA presente dissertação objetiva discutir a aplicabilidade das lições aprendidas nos processos administrativos de contratação de projetos de restauro do Iphan-RS, por meio do registro dessas lições, entendendo-se que lições aprendidas se referem “ao conhecimento adquirido durante um projeto que mostra como os eventos do projeto foram abordados ou devem ser abordados no futuro, com o objetivo de melhorar o desempenho futuro”, conforme o Guia Project Management Body of Knowledge, PMBOK, (PMI, 2017). Esta pesquisa foi categorizada como um estudo de caso exploratório, empregando como métodos para a obtenção de dados a observação, a pesquisa documental e a reunião de discussão. Foram analisados três processos administrativos para a contratação de projeto de restauro imóveis tombados, conduzidos pela Superintendência do IPHAN/RS, dentro do Escritório Técnico de Antônio Prado - RS. Dois desses imóveis estão localizados no Centro Histórico de Antônio Prado, a Casa Giuseppe Deluchi e a Casa Tergolina Rizzieri, enquanto a Residência Casagrande está localizada no Centro Histórico de Santa Tereza, RS. A observação aconteceu durante a participação da pesquisadora como integrante das equipes envolvidas nos processos administrativos de contratação de projetos e obras de restauro do IPHAN/RS. A pesquisa documental pretendeu verificar a existência de documentação das lições aprendidas nos processos analisados. A reunião de discussão por sua vez teve a intenção de debater com os servidores envolvidos nos processos administrativos objetos do estudo de aplicabilidade das lições aprendidas nos processos administrativos de contratação de projetos e obras de restauro do IPHAN/RS, por meio do seu registro. A partir dos casos estudados, observou-se que não faz parte das rotinas de instrução dos processos administrativos de contratação de obras de restauro estudados o registro das lições aprendidas. Dessa forma, visando aprimorar o processo/ trabalho, essa dissertação propõe diretrizes para registro e documentação das lições aprendidas em processos de contratação.Item Ludicindade : uma reflexão sobre a brincadeira na educação patrimonial em Cuiabá-MT(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2017) Ferreira, Lúcia de Fátima Lobato; Sorgine, Juliana Ferreira; Sorgine, Juliana Ferreira (orient.); Lacerda, Marina Duque Coutinho de Abreu (supervisora); Leal, Cláudia; Pardal, Maria Vittória de CarvalhoO presente trabalho propõe discutir sobre as concepções de valor contidas pelos vários agentes envolvidos no processo de tombamento do Centro Histórico de Cuiabá. A relação entre os sujeitos e o patrimônio é considerada neste trabalho um aspecto significativo para reflexões sobre as ações educativas voltadas à valorização do Centro Histórico. O universo da pesquisa concentrou-se no Centro Histórico de Cuiabá, mais especificamente na Praça da Mandioca. Trabalha-se com o estudo de caso das experiências de práticas educativas que envolvem a valorização do centro histórico de Cuiabá, realizadas pela Casa de Cultura Silva Freire. Suscitar referências metodológicas para sua utilização nas práticas de preservação na Educação Patrimonial, analisar a ludicidade como possibilidade de entendimento e encaminhamento das ações educativas no campo do patrimônio. A educação patrimonial e a ludicidade, alegria prazer, tudo isso traz a perspectiva da interdisciplinaridade.Item O lugar como categoria de análise : a definição de zonas de interesse no Bairro da Boa Vista, Recife/PE(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2012) Garcia, Fernanda Ghirotto; Santos, Helena Mendes dos; Bessoni, Giorge; Cavalcanti, Fábio (supervisor); Santos, Helena Mendes dos (orient.); Silva, Giorge Patrick Bessoni e (supervisor; Sorgine, Juliana Ferreira; Sottratti, Marcelo AntonioO Bairro da Boa Vista, Recife/PE, nessa dissertação, é apreendido como um Lugar, com base na bibliografia existente sobre o assunto e na definição dada pelo Inventário Nacional de Referências Culturais. Assim foram investigados o seu processo histórico, a legislação vigente, os bens reconhecidos como patrimônio cultural e de que maneira que as pessoas se apropriam do bairro e em que medida ele também é motivador das experiências dessas pessoas e das suas práticas sociais. Para isso, foram realizadas entrevistas, associadas ao desenho de mapas cognitivos de modo a formar um quadro amplo que demonstre a imagem subjetiva do bairro. O objetivo geral desse estudo foi apreender o Bairro da Boa Vista, Recife/PE, como um Lugar – segundo a definição dada pelo Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), dotado de significado cultural passível de se atribuir valor patrimonial – visando a preservação das suas referencias culturais reconhecidas pelos usuários, além dos bens já tombados isoladamente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Os objetivos específicos foram delimitar a dimensão territorial desse Lugar e definir zonas de interesse baseadas no reconhecimento das pessoas, de modo a servir de balizamento para ações preservacionistas a serem implementadas pela instituição.Item Onde a memória disputa : filosofia, patrimônio, prostituição(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2019) Ferreira, Hércules da Silva Xavier; Sorgine, Juliana Ferreira; Teixeira, Luciano (supervisor); Sorgine, Juliana Ferreira (orient.)O objetivo desta pesquisa é fazer uma análise filosófica sobre o fenômeno cultural conhecido como “patrimônio” ou “bem cultural”, na perspectiva de um mecanismo/dispositivo que o rege e o regula como processo. Este está sendo entendido como um mecanismo de inclusão e exclusão, valendo-se, para tanto, da estrutura comunicológica de fundo interpretativo ou hermenêutico e fenomenológico, encontrada no livro Comunicologia do filósofo tchecobrasileiro Vilém Flusser, que se vale metaforicamente de um sistema computacional e/ou circuito ou modo como a informação circula, e seu registro e posterior recuperação. Ou dito de outra maneira: uma regra de imputação/deputação (input/output) em algum objeto e o conhecimento acerca dele, como descritor filosófico da realidade. Observou-se, durante a prática cotidiana no interior do IPHAN, uma necessidade de ampliação das ideias que vigoram nos mecanismos de inclusão (contidas nos processos patrimoniais), através da perspectiva de cunho reflexivo e finalístico (o direcionamento que objetiva uma finalidade), que em filosofia recebe o nome terminológico de télos. Para esse tento, avança-se pelos capítulos como caminho que se pavimenta, valendo-se justamente de metáfora e metalinguagem para melhor alcançar os possíveis entendimentos, muitos dos quais se dão por camadas e demais referências que não apenas a documentação de fundo histórico ou memorialístico. Nesse intuito, ainda que novos conceitos tenham sido desenvolvidos para melhor embasar a questão (socrática) sobre “o que é isso, o patrimônio cultural?” e contribuir para as discussões futuras, a conclusão restou em aberto, posto que se observou uma carência de expressões e fundamentos ontológicos que afirmem de modo mais técnico o que se entende por patrimônio.Item Os discursos de patrimonialização de Muqui e do sul do Espírito Santo(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2015) Nuñez, Lorraine Oliveira; Ribeiro, Rafael Winter; Figueiredo, Diva Maria Freire; Ribeiro, Rafael Winter (orient.); Sorgine, Juliana Ferreira; Sotratti, Marcelo AntonioNesta dissertação, proponho uma investigação sobre a construção de uma representação cafeeira, histórica e cultural para o sul do Espírito Santo e sobre a instituição de uma política de preservação dos bens culturais dessa tríade pelos órgãos federal, estadual e municipais do Estado do Espírito Santo. Para isso, foi necessário começar a pesquisa por uma trilha retrospectiva, a fim de compreender como a historiografia espírito-santense produziu um passado para o sul do Estado e como esse passado tem sido utilizado como legitimador dos motivos e sentidos nas ações atuais de preservação naquele território, lembrando sempre que a noção de Patrimônio Cultural – categoria-chave para a orientação das políticas públicas de preservação cultural – é historicamente constituída e tem se transformado no tempo. Essa construção é analisada nos discursos materializados em textos jurídicos (leis, decretos, ofícios e memorandos) produzidos pelo Estado do Espírito Santo e pelo município de Muqui, em inventários realizados, em programas de turismo e na historiografia. Dois são os pilares teóricometodológicos: o campo do Patrimônio Cultural, por meio de conceitos que ajudam a compreender o discurso como relação entre a materialidade da linguagem e as condições histórico-sociais de sua produção, e as reflexões e construções teóricas acerca da escrita da história. Pretendemos desnaturalizá-los em suas práticas, definindo-os como construção social e temporal. O campo empírico desta dissertação está centrado na análise dos discursos do Patrimônio Cultural de Muqui (ES), o qual se circunscreve ao âmbito de duas categorias dos poderes do Estado: o Legislativo e o Executivo brasileiros, nos exercícios de suas funções de elaborar leis e fiscalizar sua aplicação, respectivamente. No executivo, os órgãos e agentes de preservação do patrimônio cultural são fundamentais pela atribuição de valores aos bens culturais, bem como por oferecer medidas de reconhecimento e preservação. Com esse estudo foi possível pensar sobre os discursos, embates, apropriações em torno da categoria “patrimônio” e, a partir daí, de que maneiras foram elaboradas concepções de memória, história, passado e cultura por meio de nem sempre estáveis mecanismos de preservação.Item Os vazios urbanos na gestão dos espaços tombados e na dinâmica urbana no conjunto histórico e pasagístico de Parnaíba-PI: uma análise no setor porto das barcas(2024) Fonseca, Ruth Dias; Sorgine, Juliana Ferreira; Sorgine, Juliana; Santos, Helena Mendes dos; Motta, LiaO objeto desta pesquisa é o Conjunto Histórico e Paisagístico de Parnaíba (CHPP) no Piauí, tombado pelo IPHAN em 2011, e os vazios urbanos existentes no setor Porto das Barcas, que integra o Conjunto. Por meio de estudos relacionados à área de conhecimento da Arquitetura e Urbanismo com o campo multidisciplinar do Patrimônio Cultural, esta pesquisa inicia com a análise dos valores culturais descritos no seu processo de tombamento. Em seguida utiliza de dados históricos e cartográficos para analisar a evolução dos vazios urbanos ao longo dos anos, identificando os impactos na gestão do patrimônio e no funcionamento da cidade. Analisa-se, também, a importância de articular as políticas de preservação com o planejamento urbano para evitar o esvaziamento do setor e a perda da identidade cultural da região.
