Navegando por Autor "Nakamuta, Adriana Sanajotti"
Agora exibindo 1 - 14 de 14
Resultados por página
Opções de ordenação
Item A proteção do patrimônio arqueológico : motivações, critérios e diretrizes no tombamento de sítios arqueológicos pelo Iphan(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2015) Santiago, Djalma Guimarães; Saladino, Alejandra; Gonçalves, Helena Tavares (supervisora); Saladino, Alejandra (orient.); Nakamuta, Adriana Sanajotti; Almeida, Anita Correia Lima deO tombamento é o mais conhecido e tradicional instrumento de proteção do patrimônio cultural utilizado no Brasil. No entanto, de um universo composto por mais de mil bens tombados pelo Iphan ao longo de sua trajetória, apenas oito sítios arqueológicos foram inscritos no Livro de Tombo Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico. Utilizando como fonte documental os processos de tombamento de sítios arqueológicos em andamento e os encerrados, procuramos pelo presente estudo refletir sobre as especificidades do tombamento na proteção desta categoria do patrimônio cultural. Particularmente, identificar as motivações dos pedidos de tombamento, e quais as práticas, valores e critérios foram ou estão sendo utilizados para o tombamento de sítios arqueológicos, além do valor excepcional atribuído, que motivam sua inscrição em Livro de Tombo. Examinamos ainda, algumas diretrizes adotadas durante a atuação do Iphan que teriam o tombamento como uma ferramenta aplicável ou não aos sítios arqueológicos brasileiros.Item Análise do mercado de trabalho do conservador-restaurador de bens móveis e integrados : uma visão do sistema de preservação a partir da Superintendência do Iphan no Rio de Janeiro(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2019) Redini, Luana Lara Safar; Nakamuta, Adriana Sanajotti; Nunes, Claudia Regina; Nakamuta, Adriana Sanajotti (orient.); Motta, Lia; Gonçalves, Cristiane Souza; Nunes, Claudia ReginaEsta dissertação tem por objetivo analisar o mercado de trabalho formal da conservaçãorestauração na cidade do Rio de Janeiro, à luz das problemáticas observadas durante as atividades práticas supervisionadas constantes do Programa de Mestrado Profissional em Patrimônio Cultural do Iphan, pela presente autora, no período compreendido entre os anos 2016 e 2018, na Superintendência do Rio de Janeiro. Para tanto, apresentamos referenciais teóricos acerca dos principais conceitos relativos ao Patrimônio Cultural móvel e integrado e ao campo da conservação e restauração, além de documentos institucionais produzidos a partir das vistorias e fiscalizações realizadas pelo setor de conservação e restauração do Iphan-RJ. Ademais são apresentadas as restaurações dos bens móveis e integrados do “Palácio das Laranjeiras, Rio de Janeiro, RJ”, do Painel de autoria da artista Djanira da Mota e Silva, localizado no Salão Nobre do Liceu Municipal Cordolino Ambrósio (Campus I), do jardim das Princesas do Museu nacional da Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro, RJ, e suas respectivas fontes de recurso financeiro – Pronac e TAC. Construímos então, o lugar do conservadorrestaurador ao longo da história e apresentamos ainda a Restauração da Imagem Sacra de Santa Bárbara da Capela da Fortaleza de Santa Cruz de Niterói, RJ, com a finalidade de ilustrar as consequências sofridas pelo patrimônio em decorrência da falta de regulamentação da profissão do conservador-restaurador no Brasil.Item As práticas de restauração de bens móveis e integrados nas igrejas Matriz de Nossa Senhora do Pilar, Nossa Senhora do Carmo e São Francisco de Assis em São João del Rei/MG (1947-1976)(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2018) Mota, Elis Marina; Nakamuta, Adriana Sanajotti; Cunha, Erika Jorge Rodrigues da (supervisora); Nakamuta, Adriana Sanajotti (orient.); Pinheiro, Maria Lucia Bressan; Casco, Ana Carmen Amorim Jara; Guimarães, LygiaO presente trabalho visa investigar as práticas de restauração realizadas pelo IPHAN nos bens móveis e integrados das igrejas tombadas individualmente em esfera federal – Matriz de Nossa Senhora do Pilar, igreja de Nossa Senhora do Carmo e igreja de São Francisco de Assis – dentro do conjunto urbanístico e arquitetônico de São João del Rei. Tais serviços foram realizados pelo pioneiro Setor de “recuperação de obras de arte” do IPHAN, executados por equipes chefiadas localmente pelos restauradores Jair Afonso Inácio e Geraldo Francisco Xavier Filho (Ládio), que foram orientados e designados pelo restaurador chefe Edson Motta. O recorte temporal estabelecido foi de 1947 até o ano de 1976, por ser o período que mais se concentrou a ação deste setor em obras emergenciais nas igrejas tuteladas pelo IPHAN, marcado também pelo tempo em que Edson Motta trabalhou na instituição, além de ser um momento que apresenta trabalhos de restauração significativos nas igrejas estudadas. Para tal contextualizamos e refletimos sobre os valores da cidade de São João del Rei e de seus monumentos para fins de tombamento, sobre o modo como ocorreu a criação do Setor de recuperação de obras de arte do IPHAN e da formação dos restauradores que nele trabalharam, para finalmente analisarmos como se desenvolveram as ações de restauração realizadas por este setor nas igrejas em questão.Item Da Esquina para o Canto : promover a "causa" e valorizar a "missão" : política de difusão cultural do Iphan (1991-2005)(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014) Andrade, André Luis dos Santos; Sorgine, Juliana Ferreira; Cruz, Carla Ferreira (supervisora); Sorgine, Juliana Ferreira (orient.); Cruz, Carla Ferreira (supervisora); Nakamuta, Adriana Sanajotti; Aguiar, Leila BianchiA década de 1990 é vista como um período de pouco recursos para as políticas culturais em geral, aí incluídas as políticas públicas no campo do patrimônio cultural. O presente estudo busca a partir da análise das ações de difusão cultural das Superintendências do IPHAN no Pará e Rio de Janeiro, destacar que apesar das dificuldades da pasta da cultura, as unidades do IPHAN não somente desenvolveram ações, como também buscaram legitimar a missão e imagem institucional. Outrossim, a pesquisa também ajuda a compreender como as ações de difusão cultural contribuíram para a construção do campo da Educação Patrimonial.Item Desafios para a conservação dos bens culturais móveis e elementos integrados à arquitetura dos terreiros tombados pelo IPHAN(Iphan, 2024) Barbosa, Virgínia Rodrigues Ferreira; Nakamuta, Adriana Sanajotti; Magalhães, Ana Cláudia; Adriana Sanajotti Nakamuta; Analucia Thompson; Luiz Alberto Ribeiro FreireEssa pesquisa visa sistematizar as informações já existentes sobre os bens móveis e elementosintegrados à arquitetura de Terreiros de Candomblé tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e colaborar para o debate conceitual sobre a conservação desses bens, visto que a quantidade reduzida de informações escritas ou de documentação sobre esses bens, que, inseridos em espaços tombados, interferem justamente em ações que poderiam ser desenvolvidas para a sua conservação e guarda do acervo, foram as principais motivações. Assim, a partir de dois estudos de caso: Terreiro Zogbodo Male Bogun Seja Unde - Roça do Ventura e Terreiro Culto aos Ancestrais - Omo Ilê Agbôulá, foi possível realizar um estudo para compreender quais objetos constituem a categoria de bens integrados e móveis de terreiros, assim como conhecer as características físicas e estéticas, o estado de conservação e a simbologia contida nesta tipologia do patrimônio. E assim, relacionar os conceitos de conservação-restauro com os bens móveis e integrados de terreiros, considerando seus materiais, tecnologia, usos e sacralidade.Item Diálogos entre preservação e urbanismo : o tombamento e a gestão do conjunto histórico e paisagístico de Antonina-PR(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014) Santos, Lilian Louise Fabre; Nakamuta, Adriana Sanajotti; Soares, Moisés Stival; Nakamuta, Adriana Sanajotti (orient.); Motta, Lia; Gonçalves, Cristiane SouzaA presente pesquisa surgiu a partir de uma demanda real de trabalho na Superintendência do IPHAN no Paraná, relacionada à gestão de preservação do Conjunto Histórico e Paisagístico de Antonina, tombado em 2012 pelo órgão. Diferentemente da maioria das cidades históricas consagradas pelo tombamento federal, Antonina apresenta um conjunto arquitetônico heterogêneo, descaracterizado e em péssimo estado de conservação, de modo que a iniciativa do IPHAN de proteger essa cidade até o momento ignorada pela historiografia brasileira demonstrou uma mudança substancial na atribuição de valor cultural para patrimonialização das cidades históricas. Para propor qualquer ação preservacionista, neste contexto infrequente, mostrou-se necessário primeiramente compreender as motivações que levaram o IPHAN a tombar Antonina, quais foram os valores atribuídos ao conjunto e quais as intenções do órgão com esta ação. Após a assimilação dos objetivos atuais do IPHAN e da complexidade de se gerir uma cidade de acordo com os preceitos contemporâneos de preservação do patrimônio cultural, descreveremos o processo de elaboração da Normativa de Antonina, instrumento base para a gestão do conjunto, apontando alguns questionamentos que surgiram no processo e problematizando sua eficácia no contexto proposto. Assinalando por fim, e necessidade de se estabelecer uma relação de comprometimento entre os três principais agentes envolvidos: IPHAN, Prefeitura de Antonina e sociedade civil, com intuito de construir políticas públicas de preservação do Conjunto Histórico e Paisagístico de Antonina que promovam o desenvolvimento qualitativo da cidade.Item Dos instrumentos jurídicos e práticas do Iphan para a arqueologia : o termo de ajustamento de conduta(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014) Polo, Mario Junior Alves; Saladino, Alejandra; Santiago, Djalma Guimarães (supervisor); Saladino, Alejandra (orient.); Santiago, Djalma Guimarães (supervisor); Nakamuta, Adriana Sanajotti; Carvalho, Claudia RodriguesO presente trabalho dá enfoque à incorporação do termo de ajustamento de conduta (TAC) às práticas do IPHAN voltadas ao patrimônio arqueológico, tendo em vista que este instrumento jurídico oferece solução extrajudicial a litígios que envolvam interesses e direitos transindividuais – o que inclui a proteção ao patrimônio cultural. A pesquisa tem por objetivo compreender a recorrência a este instrumento no campo da arqueologia, e as consequências daí advindas. Neste esforço utilizo a abordagem oferecida pelo institucionalismo histórico, partilhando, ainda, da ideia de que o ajuste de conduta pode atuar como um mecanismo flexibilizante quanto às barreiras colocadas pelo licenciamento ambiental às obras de infraestrutura em andamento no país. A pesquisa sinaliza que a recorrência a este instrumento estaria ligada ao papel desempenhado por ele frente ao precário aparato legal disponível aos atores institucionais para a prevenção às condutas ilícitas praticadas contra o patrimônio arqueológico. Por meio de um levantamento realizado junto às Superintendências estaduais, é apontada a proeminência das obrigações compensatórias sobre as demais soluções oferecidas pelo ajuste de conduta. Na mesma direção, aponta-se para o estímulo à prática de uma arqueologia póstuma no país e para a necessidade de regulamentação interna quanto ao tema no órgão. Afirma-se, ainda, o imperativo de que seja garantido o atendimento ao princípio da precaução neste campo, como por meio do recurso a alternativas locacionais e tecnológicas nos projetos a serem licenciados.Item Entre controles e caminhos : o controle da circulação internacional lícita de patrimônio móvel e o procedimento do Iphan para saída temporária(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2020) Silva, Virgynia Corradi Lopes da; Nakamuta, Adriana Sanajotti; Rolim, Fábio Guimarães (supervisor); Nakamuta, Adriana Sanajotti (orient.); Thompson, Analucia; Christofoletti, Rodrigo; Rolim, Fábio Guimarães (supervisor)Esta pesquisa analisa o aspecto diplomático do controle da circulação internacional lícita de patrimônios culturais móveis a partir da competência autorizativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para saída temporária de bens móveis do País, para fins de intercâmbio cultural. A pesquisa foi norteada pela pergunta: o que o estudo da competência autorizativa do IPHAN para saída temporária de patrimônios móveis poderia revelar sobre a maneira como pensamos o controle da circulação de bens culturais? Com essa premissa, a partir da observação do procedimento administrativo do IPHAN para cumprir sua atribuição de autorizar ou não a saída temporária de bens culturais do país, procedeu-se análise crítica acerca das implicações legais, administrativas e diplomáticas dessa medida específica de controle. Consideramos que aprofundar o debate sobre o controle da circulação internacional de bens móveis a partir do viés do procedimento de autorização para saída temporária de patrimônio móvel poderá contribuir com a construção de um plano de ação paradiplomático do IPHAN voltado especificamente para a circulação de bens culturais protegidos.Item Estratégias para a preservação do patrimônio cultural moderno : Athos Bulcão em Brasilia (1957-2007)(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2012) Oliveira, Fabiana Carvalho de; Nakamuta, Adriana Sanajotti; Castro, Daniela Lorena Fagundes de; Nakamuta, Adriana Sanajotti (orient.); Quírico, Tamara; Cabral, Maria Cristina NascentesO presente trabalho visa apresentar os estudos estratégicos desenvolvidos para a preservação do conjunto de obras inventariadas do artista plástico Athos Bulcão, na cidade de Brasília. Partindo da discussão de temáticas referentes ao universo pesquisado, como a construção do ideário de patrimônio moderno no Brasil, a contextualização da produção do artista na configuração do caráter modernista da capital federal e os importantes diálogos travados entre Bulcão e os movimentos artísticos modernos brasileiros – décadas de 1950 e 60, busca-se discutir sua contribuição na consolidação do campo artístico da cidade de Brasília e na construção de uma identidade local. Para tanto, são analisados os diferentes aspectos encontrados nas obras de Athos Bulcão, como épocas de construção, usos, caráter público e privado e níveis de acessibilidade e de visibilidade, os quais configuram a diversidade encontrada nesse vasto e rico acervo.Item Hannah Levy no Sphan (1946-1948)(Iphan, 2009) Nakamuta, Adriana SanajottiO trabalho explora informações contidas em seis documentos encontrados no Arquivo Central do IPHAN/Seção Rio de Janeiro, na Série Arquivo Técnico e Administrativo, Sub-série Personalidades – Hanna Levy, os quais são correspondências trocadas principalmente entre o então diretor do SPHAN, Rodrigo Melo Franco de Andrade, e a historiadora da arte Hanna Levy, no período de 1945 a 1948.Item Indicadores de preservação do patrimônio arqueológico : empreendimentos e atividades em Santa Catarina (2002-2007)(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2013) Moreira, Anderson Luis Ribeiro; Nakamuta, Adriana Sanajotti; Soares, Nelson Lacerda (supervisor); Nakamuta, Adriana Sanajotti (orient.); Soares, Nelson Lacerda (supervisor); Saladino, Alejandra; Calabre, LiaEsse trabalho trata das principais normas relativas ao patrimônio arqueológico brasileiro desde seus antecedentes, mas, sobretudo da Portaria IPHAN n° 230/02, instrumento regulatório específico e processual que dispõe sobre os procedimentos necessários para o licenciamento de empreendimento e atividades potencialmente lesivas ao patrimônio arqueológico. A partir da demanda da Superintendência do IPHAN em Santa Catarina no período de 2002 a 2007, foi possível construir uma amostra da conjuntura relativa à arqueologia de contrato. E a partir análise dos procedimentos jurídico-administrativos encontráveis nesses processos foi possível traçar um panorama da aplicabilidade do conjunto normativo (ou da gestão dos processos) dos primeiros anos de vigência da portaria n.º 230/2002 até 2007. Acreditamos que mesmo que as variáveis específicas desse trabalho possam apresentar resultados circunscritos aos seus alcances, é possível apontar, através de suas análises, para importantes questões a respeito da preservação do patrimônio arqueológico brasileiro.Item O avesso da trama da patrimonialização : processos de tombamento de coleções e acervos arquivados em estágio de instrução indeferido (Iphan, 1937-2017)(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2022) Ortiz, Eliza Piccoli; Nakamuta, Adriana Sanajotti; Silva, Carolina Di Lello Jordão (supervisora); Nakamuta, Adriana Sanajotti (orient.); Thompson, Analucia; Quírico, Tamara; Silva, Carolina Di Lello Jordão (supervisora)Procuramos através deste trabalho entender as práticas voltadas à patrimonialização de bens culturais móveis – desenvolvidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) – a partir de processos que resultaram em arquivamento pelo indeferimento dos pedidos de tombamento. Como objeto de nossa pesquisa, esses processos voltam-se a coleções e acervos indicados para o tombamento, selecionados em um recorte temporal de 80 anos da trajetória do Iphan e da aplicação do Decreto-Lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, que organizou a proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Como esses processos são raramente revisitados no cotidiano institucional, resolvemos pesquisá-los e analisá-los, com a finalidade de entender seus desfechos e recuperá-los como memória institucional constituída e oferecida pelos seus conteúdos. Associados, portanto, a outra face da patrimonialização, aquela que acaba por não atender aos pedidos de tombamento, esses processos ofereceram-nos, através de suas análises, informações, pontos de vista e elementos arranjados em sua instrução, os quais nos permitiram entender o que contribuiu para que não se selecionassem as coleções e acervos propostos para o tombamento, para além da interpretação técnica sobre valores e significados culturais representados nesses bens. Por fim, o trabalho contribuiu para o conhecimento de questões e reflexões técnicas relativas à identificação e à proteção de acervos museológicos e acervos documentais. Apontadas nos processos e incorporadas em nossa análise, revelaram sua importância como referencial ao debate e aperfeiçoamento das práticas institucionais voltadas à preservação dos bens culturais móveis.Item O colecionador e seu "ninho" na Casa Principal/Museu Casa do Sítio Roberto Burle Marx(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2017) Azevedo, Jéssica Pereira Manhães de; Guimarães, Lygia Maria; Storiono, Claudia Maria Pinheiro (supervisora); Guimarães, Lygia Maria (orient.); Storino, Claudia Maria Pinheiro (supervisora); Nakamuta, Adriana Sanajotti; Sá, Ivan Coelho deA Unidade Especial Centro Cultural Sítio Roberto Burle Marx (SRBM) tem, em seu acervo, uma grande diversidade de coleções, tanto de botânica, quanto museológica, que possui mais de três mil objetos artísticos. Com isto, esta dissertação tem como objetivo estudar e compreender os mecanismos de conservação e acesso a essas coleções e, principalmente, propor novas leituras do visitante sobre o acervo museológico da Casa Principal (Casa Principal/Museu Casa), antiga residência de Roberto Burle Marx – RBM. O local foi reformado e modificado pelo artista e era onde ele guardava suas coleções de artes compostas por: coleção de camisas; de toalhas e almofadas (destes três objetos, alguns foram pintados à mão e outros produzidos em serigrafia); de quadros; esculturas; desenhos; gravuras e grupos de azulejos produzidos por Roberto Burle Marx (RBM); de peças em cristal Murano; de imaginária sacra; de de cristais; de arte popular (composta por esculturas em madeira e cerâmicas do Vale do Jequitinhonha); de artefatos pré-colombianos; de artefatos indígenas; de peças Africanas; de Carrancas do Rio São Francisco; e a coleção de conchas. Além dessas coleções reunidas por Roberto Burle Marx, também pertencem ao acervo museológico os móveis da Casa Principal. Assim, buscou-se conhecer Burle Marx e como ocorreu a formação dessas coleções ao longo da sua vida e a transferência da propriedade para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. O trabalho propõe, também, uma reflexão da categorização de Museu Casa, utilizando as definições do International Committee for Historic Houses Museums – DEMHIST para encontrar a mais adequada para o espaço, além de analisar a Casa na estrutura do IPHAN e a situação, hoje, da visitação do Casa Principal/Museu Casa, buscando encontrar uma forma de aprimorar a experiência do visitante durante o percurso e pensando em uma forma de unir a preservação e a conservação do acervo com a visitação.Item Vida após a morte : um estudo sobre os enterramentos pré-históricos no Estado do Paraná para identificação, gestão e valorização do patrimônio arqueológico(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2016) Lourenço, Alessandra Spitz Guedes Alcoforado; Nakamuta, Adriana Sanajotti; Silva, Regina Coeli Pinheiro da; Doberstein, Juliano Martins; Nakamuta, Adriana Sanajotti (orient.); Leal, Claudia Feierabend Baeta; Morais, José Luiz deO Paraná possui atualmente mais de 2.500 sítios arqueológicos oficialmente cadastrados, sendo incipiente a quantidade de enterramentos pré-históricos descobertos, em comparação com os Estados limítrofes e outras regiões brasileiras. Pesquisas realizadas por diversos estudiosos demonstraram que grupos indígenas dos troncos linguísticos Tupi e Macro-Jê habitaram todo o território paranaense e que possuíam variadas formas de tratamento aos mortos, que incluíam além das sepulturas, a presença de enxoval ou mobiliário e a construção de monumentos funerários. Sob o enfoque interdisciplinar da preservação do patrimônio cultural arqueológico, o objetivo da presente pesquisa foi identificar os sítios que apresentaram enterramentos no Paraná, por meio dos acervos documentais associados às coleções arqueológicas, visando novas interpretações ao registro existente, além da análise espacial dos locais onde foram localizados. Buscou-se ainda demonstrar a importância da utilização dos Sistemas de Informação Geográfica (SIGs) para auxílio às tarefas de gestão do patrimônio cultural e fomentar discussões sobre ética, repatriamento e preservação in situ dos remanescentes arqueológicos. Também foram avaliadas as condições dos acervos do CEPA/UFPR e elaboradas medidas de controle, conservação e preservação, para garantir a segurança e prolongar a vida útil das coleções arqueológicas e acervos documentais, para usufruto das gerações futuras, principalmente no que se refere ao desenvolvimento de pesquisas à luz de novas tecnologias.
