Conjunto Floriópolis : os desafios da patrimonialização dos bens remanescentes da extinta RFFSA no Piauí

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Data

2017

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Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional

Resumo

A partir da publicação da Lei nº 11.483/2007, que encerrou o processo de liquidação e extinguiu a Rede Ferroviária Federal S/A – RFFSA, as atividades de proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN relacionadas ao patrimônio ferroviário brasileiro ganharam novos contornos, porque, além de determinar as atribuições dos órgãos sobre os bens que foram transferidos para a União a partir da extinção da RFFSA, a Lei definiu memória ferroviária como o conjunto formado pelo patrimônio cultural do setor ferroviário e o IPHAN como a instituição responsável pela preservação deste acervo. Como parte dos principais desafios do IPHAN para o cumprimento das responsabilidades advindas desta Lei é o cumprimento de uma política interinstitucional que resulta na realização de termos de parceria para a gestão, manutenção e uso, com o principal objetivo de garantir a reintegração dos bens remanescentes da ferrovia considerados como patrimônio cultural do cervo ferroviário à dinâmica social, econômica e cultural local, a Superintendência do IPHAN no Piauí realizou estudos e intervenção sobre o Conjunto Ferroviário de Floriópolis, situado na cidade em Parnaíba, próximo ao trecho mais antigo da Estrada de Ferro Central do Piauí. Com o presente estudo, pretendemos colaborar com a produção de conhecimento acerca da Estrada de Ferro Central do Piauí, e, em especial, contribuir para a reflexão sobre os desafios na atuação do IPHAN sobre a preservação do acervo ferroviário remanescente da extinta RFFSA no Estado.

Descrição

173 f. SUMÁRIO INTRODUÇÃO ...................................................................................................................... 13 CAPÍTULO 1 APONTAMENTOS SOBRE A TRAJETÓRIA HISTÓRICA DA IMPLANTAÇÃO DA ESTRADA DE FERRO NO PIAUÍ ................................................ 23 1.1 A trajetória histórica da ferrovia piauiense no contexto brasileiro ............................. 24 1.2 Os traçados da malha piauiense ...................................................................................... 33 1.3 A implantação da Estrada de Ferro Central do Piauí e os impactos sobre a cidade de Parnaíba .................................................................................................................................. 39 CAPÍTULO 2 A PATRIMONIALIZAÇÃO DOS BENS FERROVIÁRIOS .................... 57 2.1 Antecedentes da patrimonialização de bens ferroviários ............................................. 58 2.2 O Inventário do Patrimônio Ferroviário do Piauí como instrumento de conhecimento da malha ferroviária piauiense .............................................................................................. 73 2.3 Inventariação, conhecimento e adoção de posturas: o significado das ações sobre Floriópolis ................................................................................................................................ 77 CAPÍTULO 3 AS PRÁTICAS INSTITUCIONAIS NA CONSTRUÇÃO DO PATRIMÔNIO FERROVIÁRIO PIAUIENSE ................................................................. 103 3.1. A participação popular na patrimonialização dos bens ferroviários ....................... 111 3.2 Apontamentos para a reinserção do Conjunto de Floriópolis na dinâmica social da cidade de Parnaíba ............................................................................................................... 122 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................... 131 ANEXOS

Palavras-chave

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil), Legislação, Preservação, Patrimônio ferroviário, Legislation, Preservation, Railway heritage

Citação

SANTOS, Ana Camila Moura dos. Conjunto Floriópolis: os desafios da patrimonialização dos bens remanescentes da extinta RFFSA no Piauí. 2017. Dissertação (Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural) -- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio de Janeiro, 2017.