Forte Príncipe da Beira: conhecimento, valoração e preservação
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Data
2018-12-14
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Editor
Iphan
Resumo
Usando a relação com o lugar, foi realizada uma abordagem utilizando conceitos da geografia cultural, a paisagem construída e sua preservação com poucas alterações, diferenciando o Real Forte Príncipe da Beira (RFPB) da grande maioria das fortificações brasileiras, inseridas em um lugar já muito alterado, nosso objetivo geral é a atualização da situação de proteção legal do bem, uma vez que o tombamento como patrimônio nacional em 1950 não deixa claro, além de não existir definição de área de entorno. O RFPB é o bem cultural de Rondônia reconhecido a mais tempo como Patrimônio Cultural do Brasil o que torna evidente a necessidade da atualização de sua situação de suas normas de proteção. A pesquisa foi organizada de forma a fazer uma aproximação crescente ao tema, iniciando por uma abordagem de conhecimento, onde foi tratada a histórica da arquitetura militar e suas transformações para embasar a explicação sobre a história do Vale do Guaporé e as fortificações militares lá construídas (Fortim Conceição, Forte Bragança e Real Forte Príncipe da Beira). Foi abordado algumas discussões sobre valoração e instrumentos de reconhecimento. As ações realizadas para preservação da fortificação são apresentadas, através de uma relação dos projetos elaborados sobre o monumento, incluindo a Vila do Forte e o Pelotão Especial de Fronteira. Finalizando a pesquisa, são apresentadas as propostas relacionadas ao tombamento, com a inserção de novas estruturas e a definição da poligonal de entorno, considerando a paisagem existente, a presença de habitantes e a realidade arqueológica.
Descrição
206 f.
SUMÁRIO
FICHA CATALOGRÁFICA..........................................................................................................................III
DEDICATÓRIA............................................................................................................................................ V
AGRADECIMENTOS ................................................................................................................................. VI
EPÍGRAFE ................................................................................................................................................ VII
RESUMO.................................................................................................................................................. VIII
ABSTRACT ................................................................................................................................................ IX
SUMÁRIO.................................................................................................................................................... X
LISTA DE FIGURAS ................................................................................................................................ XIII
LISTA DE TABELAS.................................................................................................................................XX
INTRODUÇÃO..............................................................................................................................................1
CAPÍTULO 1 – CONHECIMENTO.............................................................................................................11
1.1 Terminologia............................................................................................................................11
1.2 Breve história da arquitetura militar......................................................................................15
1.3 Teoria das fortificações ..........................................................................................................17
1.4 As defesas do Brasil Colonial................................................................................................22
1.5 Vale do Guaporé......................................................................................................................23
1.6 Fortim Nossa Senhora da Conceição e Forte Bragança......................................................26
1.6.1 Arquitetura do Fortim Nossa Senhora da Conceição e do Forte de Bragança .........................28
1.7 Forte Príncipe da Beira ...........................................................................................................31
1.7.1 – As estruturas do Forte Príncipe da Beira ...............................................................................37
1.7.1.1 – Muralha...........................................................................................................................38
1.7.1.2 – Estruturas externas.........................................................................................................40
1.7.1.3 – Praça de Armas ..............................................................................................................45
1.7.1.3.1 – Prédio 01 – Alojamento ...........................................................................................47
1.7.1.3.2 – Prédio 02 – Alojamento. ..........................................................................................48
1.7.1.3.3 – Prédio 03 – Alojamento. ..........................................................................................50
1.7.1.3.4 – Prédio 04 – Hospital. ...............................................................................................51
1.7.1.3.5 – Prédio 05 – Armazém de Víveres e Petrechos........................................................52
1.7.1.3.6 – Prédio 06 – Armazém de Víveres e Petrechos........................................................54
1.7.1.3.7 – Prédio 07 – Alojamento. ..........................................................................................55
1.7.1.3.8 – Prédio 08 – Quartel dos Oficiais..............................................................................56
1.7.1.3.9 – Prédio 09 – Quartel dos Oficiais..............................................................................57
1.7.1.3.10 – Prédio 10 – Quartel dos Oficiais............................................................................59
1.7.1.3.11 – Prédio 11 – Residência do Capelão e do Cirurgião...............................................60
1.7.1.3.12 – Prédio 12 – Capela, Botica e Quartel do Boticário. ...............................................61
1.7.1.3.13 – Prédio 13 – Residência dos Governadores...........................................................63
XI
1.7.1.3.14 – Prédio 14 – Quartel dos Oficiais............................................................................64
1.7.1.3.15 – Prédio 15 – Quartel de Oficiais..............................................................................65
1.7.1.3.16 – Cisterna.................................................................................................................67
1.7.1.4 - Material de Artilharia........................................................................................................69
1.7.2 Pelotão Especial de Fronteira ...................................................................................................76
1.7.3 Vila do Forte..............................................................................................................................79
1.8 Labirinto...................................................................................................................................82
1.9 Considerações.........................................................................................................................85
CAPÍTULO 2 - VALORAÇÃO ....................................................................................................................87
2.1 A natureza e o propósito dos valores ...................................................................................87
2.2 Valor de arte e valor de história segundo Alois Riegl..........................................................89
2.3 Valoração no IPHAN................................................................................................................96
2.4 Conservação............................................................................................................................99
2.5 O valor de paisagem .............................................................................................................102
2.6 Considerações.......................................................................................................................106
CAPÍTULO 3 - PRESERVAÇÃO..............................................................................................................108
3.1 O tombamento.......................................................................................................................109
3.2 Primeiras ações de conservação (1911 e 1930) .................................................................111
3.3 Pós-tombamento (1950 a 1975)............................................................................................112
3.4 Grupo de Ação “Levantamento de Fortificações Tombadas” (1983)...............................120
3.5 Fundação Calouste Gulbenkian (1983 a 1985) ...................................................................124
3.6 Restauração da capela e dois quartéis de oficiais (1991 a 1999) .....................................128
3.7 Levantamento, arqueologia e proposta (2007 a 2010) .......................................................136
3.8 Escoramentos emergenciais (2014 a 2017) ........................................................................143
3.9 Restauração da poterna e das latrinas (2018). ...................................................................144
3.10 Considerações.......................................................................................................................146
CAPÍTULO 4 – NORMATIZAÇÃO...........................................................................................................148
4.1 – Tombamento e Entorno ............................................................................................................148
4.2 – Forte Príncipe da Beira .............................................................................................................149
4.2.1 – Os valores do bem...............................................................................................................150
4.2.1.1 – Valor histórico e artístico...............................................................................................150
4.2.1.2 – Valor arqueológico, etnográfico e paisagístico .............................................................159
4.2.1.3 - Considerações...............................................................................................................165
4.2.2 - Elementos a serem tombados ..............................................................................................166
4.3 – Ruínas do Forte de Bragança...................................................................................................169
4.3.1 - Os valores do bem................................................................................................................169
4.3.1.1 – Valores histórico, artístico e arqueológico ....................................................................169
XII
4.4 – Poligonal final de tombamento e poligonal de entorno.........................................................172
CONSIDERAÇÕES FINAIS .....................................................................................................................176
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................................................179
GLOSSÁRIO ............................................................................................................................................185
Palavras-chave
Arquitetura militar, Tombamento, Entorno, Forte Príncipe da Beira
Citação
BARCELOS, Giovani da Silva. Forte Príncipe da Beira: conhecimento, valoração e preservação, 2018. 206 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural) -- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio de Janeiro, 2018.
