Patrimônio Imaterial
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Navegando Patrimônio Imaterial por Assunto "Arte indígena"
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Item Expressão gráfica e oralidade entre os Wajãpi do Amapá(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2006) Comunidade Wajãpi do Amapá; Conselho das Aldeias (Apina); Gallois, Dominique Tilkin (pesquisa e textos); Gallois, Dominique Tilkin (fotografias); Weis, Marina (fotografias); Gallois, Catharine (fotografias); Albuquerque, Marina (revisão); Botelho, Cristina (revisão); Chiesse, Fabiane (revisão); Casco, Ana Carmen Amorim Jara (gerente de editoração do Iphan); Braga, Regina Stela (edição de texto); Mendes, Graça (revisão de texto); Elizabeth, Grace (revisão de texto); Burton, Victor (projeto gráfico); Garcia, Fernanda (diagramação); Brandão, Ana Paula (diagramação); Instituto Brasileiro de Educação e Cultura (Educarte)A Arte Kusiwa é um sistema de representação gráfica próprio dos povos indígenas Wajãpi, do Amapá, que sintetiza seu modo particular de conhecer, conceber e agir sobre o universo. Como Patrimônio Imaterial, ela foi inscrita no Livro de Registro das Formas de Expressão em 2002.Item Iny Tkylysinamy Rybèna: arte iny karajá: patrimônio cultural do Brasil(Iphan, 2019) Comunidades Iny Karajá; Lima, Nei Clara de; Leitão, Rosani MoreiraComo um meio de valorizar e promover a cultura, a arte e os mitos do povo indígena Karajá, assim como sua língua materna, denominada Inyrybè, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) lançou, no dia 28 de agosto de 2019, na Aldeia Buridina, em Aruanã/GO, o livro Arte Iny Karajá Patrimônio Cultural do Brasil, idealizado através de convênio com a Fundação de Apoio à Pesquisa (FUNAPE) e executado pelo Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás (UFG).Item Plano de salvaguarda : modos de fazer bonecas Karajá e Ritxoko - expressão artística e cosmológica do povo Karajá(Iphan, 2025) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Brasil)A elaboração deste Plano de Salvaguarda dos Modos de Fazer Bonecas Karajá e Ritxoko – Expressão Artística e Cosmológica do Povo Karajá é resultado de um extenso trabalho de mobilização coordenado conjuntamente pelas equipes técnicas das superintendências do Iphan nos estados de Goiás, Mato Grosso e Tocantins, desde 2019, para que representantes das comunidades detentoras de diferentes localidades do território Karajá pudessem reunir-se com parceiros institucionais e, de forma participativa, elaborarem este documento coletivo, instrumento de gestão compartilhada.
