Navegando por Autor "Sorgine, Juliana Ferreira (orient.)"
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Item Arqueologia preventiva no Rio Grande do Norte(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014) Fabbri, Glauco Pasquali; Sorgine, Juliana Ferreira; Santos, Onésimo; Sorgine, Juliana Ferreira (orient.); Pereira Filho, Hilário Figueiredo; Silva, Regina Coeli Pinheiro daA diversidade de sítios arqueológicos no estado do Rio Grande do Norte é grande. Diversas também são as intervenções e danos a eles causados por atividades humanas propositadamente. Dentre estes fatores está o crescimento (principalmente nos últimos anos 2010-2012) de empreendimentos relativos à instalação de Parques Eólicos, Gasodutos, Obras de Esgotamento Sanitário, Redes de água, Atividades de Mineração e Linhas de Transmissão de Energia Elétrica juntamente com suas Subestações. Todas estas atividades são regulamentadas por leis de proteção ambiental e estudos preventivos dentro das etapas de licenciamento destas obras. Os estudos de Arqueologia Preventiva ligados a estas atividades consequentemente se tornam necessários e aumentaram também com esta demanda. O IPHAN através de portarias, leis e decretos regulamenta estes estudos em todo território nacional. Todos os trâmites legais durante as diversas etapas do licenciamento ambiental e logicamente dos estudos de Arqueologia Preventiva demandam farta documentação também regulamentada por portaria. Estes processos de forma física e também digital precisam ser organizados. Seu conteúdo precisa ser conhecido e analisado criteriosamente, além de estar acessível ao público e aos próprios servidores que se utilizarão dos mesmos das mais diversas formas. Utilizando-se destes processos como verdadeira fonte, buscamos neste trabalho avaliar o destino e eficácia de todo o processo para o atendimento dos parâmetros legais, científicos, patrimoniais, educacionais entre outros. Observar-se-á a realidade do Rio Grande do Norte espelhando também as problemáticas nacionais, analisando a documentação que está depositada no IPHAN, levando em conta as várias vertentes teóricas da Arqueologia e de seus profissionais.Item Da Esquina para o Canto : promover a "causa" e valorizar a "missão" : política de difusão cultural do Iphan (1991-2005)(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014) Andrade, André Luis dos Santos; Sorgine, Juliana Ferreira; Cruz, Carla Ferreira (supervisora); Sorgine, Juliana Ferreira (orient.); Cruz, Carla Ferreira (supervisora); Nakamuta, Adriana Sanajotti; Aguiar, Leila BianchiA década de 1990 é vista como um período de pouco recursos para as políticas culturais em geral, aí incluídas as políticas públicas no campo do patrimônio cultural. O presente estudo busca a partir da análise das ações de difusão cultural das Superintendências do IPHAN no Pará e Rio de Janeiro, destacar que apesar das dificuldades da pasta da cultura, as unidades do IPHAN não somente desenvolveram ações, como também buscaram legitimar a missão e imagem institucional. Outrossim, a pesquisa também ajuda a compreender como as ações de difusão cultural contribuíram para a construção do campo da Educação Patrimonial.Item De espaço de trabalho a espaço de memória : estudo sobre o Museu do Trem do Rio de Janeiro(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2020) Figueiredo, Cintia da Silva; Sorgine, Juliana Ferreira; Pinto, Bartolomeu H. d'El-Rei (supervisor); Sorgine, Juliana Ferreira (orient.); Thompson, Analucia; Granato, Marcus; Oliveira, Mônica Castro de; Pinto, Bartolomeu Homem d'El-Rei (supervisor)A dissertação a seguir parte da perspectiva das ações de preservação de bens culturais ferroviários no Brasil, para conferir a experiência vivenciada pelo Museu do Trem do Rio de Janeiro (Museu do Trem-RJ) no seu processo de patrimonialização e musealização, compreendendo o período de 1984 a 2018. Com a finalidade de refletir sobre essas ações, este trabalho compreende brevemente o desenvolvimento das ferrovias em âmbito nacional; traça um panorama das primeiras iniciativas de patrimonialização e musealização de bens ferroviários no país; identifica e analisa os desdobramentos das ações do Estado na condução das ações de preservação e investiga os modelos de gestão do Museu do Trem-RJ pela Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), no período entre a sua inauguração em 1984 até a extinção da Rede em 2007, e da sua atual gestão, sob a responsabilidade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), de 2007 até os dias de hoje. A pesquisa recorreu teoricamente à revisão e análise bibliográfica dos debates nas categorias do patrimônio, da museologia e da memória. A metodologia concentrou-se na análise de documentos produzidos pela RFFSA e pelo IPHAN, além de avaliar periódicos e estudos acadêmicos produzidos sobre os processos de patrimonialização e musealização do sistema ferroviário. Por meio dessas fontes, este trabalho tem a pretensão de contribuir para a investigação de como o Museu do Trem-RJ constituiu-se como uma unidade museológica e encerrar com a reflexão de como se mantém como referência da memória ferroviária para a sociedade.Item Ludicindade : uma reflexão sobre a brincadeira na educação patrimonial em Cuiabá-MT(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2017) Ferreira, Lúcia de Fátima Lobato; Sorgine, Juliana Ferreira; Sorgine, Juliana Ferreira (orient.); Lacerda, Marina Duque Coutinho de Abreu (supervisora); Leal, Cláudia; Pardal, Maria Vittória de CarvalhoO presente trabalho propõe discutir sobre as concepções de valor contidas pelos vários agentes envolvidos no processo de tombamento do Centro Histórico de Cuiabá. A relação entre os sujeitos e o patrimônio é considerada neste trabalho um aspecto significativo para reflexões sobre as ações educativas voltadas à valorização do Centro Histórico. O universo da pesquisa concentrou-se no Centro Histórico de Cuiabá, mais especificamente na Praça da Mandioca. Trabalha-se com o estudo de caso das experiências de práticas educativas que envolvem a valorização do centro histórico de Cuiabá, realizadas pela Casa de Cultura Silva Freire. Suscitar referências metodológicas para sua utilização nas práticas de preservação na Educação Patrimonial, analisar a ludicidade como possibilidade de entendimento e encaminhamento das ações educativas no campo do patrimônio. A educação patrimonial e a ludicidade, alegria prazer, tudo isso traz a perspectiva da interdisciplinaridade.Item Onde a memória disputa : filosofia, patrimônio, prostituição(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2019) Ferreira, Hércules da Silva Xavier; Sorgine, Juliana Ferreira; Teixeira, Luciano (supervisor); Sorgine, Juliana Ferreira (orient.)O objetivo desta pesquisa é fazer uma análise filosófica sobre o fenômeno cultural conhecido como “patrimônio” ou “bem cultural”, na perspectiva de um mecanismo/dispositivo que o rege e o regula como processo. Este está sendo entendido como um mecanismo de inclusão e exclusão, valendo-se, para tanto, da estrutura comunicológica de fundo interpretativo ou hermenêutico e fenomenológico, encontrada no livro Comunicologia do filósofo tchecobrasileiro Vilém Flusser, que se vale metaforicamente de um sistema computacional e/ou circuito ou modo como a informação circula, e seu registro e posterior recuperação. Ou dito de outra maneira: uma regra de imputação/deputação (input/output) em algum objeto e o conhecimento acerca dele, como descritor filosófico da realidade. Observou-se, durante a prática cotidiana no interior do IPHAN, uma necessidade de ampliação das ideias que vigoram nos mecanismos de inclusão (contidas nos processos patrimoniais), através da perspectiva de cunho reflexivo e finalístico (o direcionamento que objetiva uma finalidade), que em filosofia recebe o nome terminológico de télos. Para esse tento, avança-se pelos capítulos como caminho que se pavimenta, valendo-se justamente de metáfora e metalinguagem para melhor alcançar os possíveis entendimentos, muitos dos quais se dão por camadas e demais referências que não apenas a documentação de fundo histórico ou memorialístico. Nesse intuito, ainda que novos conceitos tenham sido desenvolvidos para melhor embasar a questão (socrática) sobre “o que é isso, o patrimônio cultural?” e contribuir para as discussões futuras, a conclusão restou em aberto, posto que se observou uma carência de expressões e fundamentos ontológicos que afirmem de modo mais técnico o que se entende por patrimônio.
