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Navegando por Autor "Ribeiro, Rafael Winter"

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    A elaboração de planos de gestão da paisagem cultural brasileira como subsídio à proteção do patrimônio arqueológico : o caso da "Ilha de Laguna" - SC
    (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2012) Scofano, Guilherme Butter; Rampazzo, Sonia Elisete; Rampazzo, Sonia Elisete (orient.); Ribeiro, Rafael Winter; Oliveira, Maria Dulce Barcellos Gaspar de
    O trabalho aqui apresentado debruça-se sobre o tema da categoria de patrimônio cultural denominada paisagem cultural brasileira, adotada oficialmente pelo IPHAN no ano de 2009, por meio da Portaria N° 127, de 30 de abril. Abordaremos as possíveis formas de construção e adequação dos planos de gestão das paisagens culturais brasileiras, previstos na portaria, ao contexto arqueológico, a partir do estudo do caso da região conhecida popularmente como “Ilha de Laguna”, localizada no litoral Sul de Santa Catarina. Para tal, traremos inicialmente algumas considerações a respeito dos conceitos de paisagem e paisagem cultural, e sua adoção pelo IPHAN, para então analisarmos as particularidades de nossa área de pesquisa, bem como as implicações jurídicas da elaboração de um plano de gestão voltado à região, além das limitações de diferentes ordens concernentes a um possível chancelamento da “Ilha de Laguna” como pertencente à categoria patrimonial citada.
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    Diagnóstico da destruição : os efeitos da expansão urbana sobre os sítios arqueológicos em Manaus/AM
    (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2016) Barros, Elen Caroline de Carvalho; Ribeiro, Rafael Winter; Arnaut, Jurema Kopke; Wanderley, Elaine; Ribeiro, Rafael Winter (orient.); Arnout, Jurema Kopke (coorient.); Fernandes, Manoel Couto; Leal, Claudia Feierabend Baeta
    Esta dissertação tem como temática a análise dos principais fatores de destruição dos sítios arqueológicos localizados na zona urbana do município de Manaus/AM, tendo como marco temporal a implantação da Zona Franca. O foco está no uso de ferramentas de geoprocessamento e dados históricos para a identificação de agentes destrutivos atuantes no estado de conservação de sítios arqueológicos ao longo das décadas que se seguiram à implantação do Pólo Industrial de Manaus em 1969. Este trabalho buscou obter um panorama da preservação do patrimônio arqueológico através do levantamento de dados históricos - por meio dos processos administrativos do IPHAN/AM -, de dados de campo - obtidos em visitas in loco a sítios selecionados - e da análise do avanço da mancha urbana – por meio da manipulação de imagens de satélite em softwares específicos. Avaliou-se a influência dos órgãos de proteção, especialmente do IPHAN, das instituições de pesquisa e dos arqueólogos como agentes diretamente envolvidos nos processos e políticas estabelecidos para a preservação do patrimônio arqueológico. Identificou-se a atuação diferenciada dos fatores de destruição em cada uma das zonas administrativas do município, definidas pelo Plano Diretor de Manaus (2014). Através da análise de imagens de satélite constatou-se que três zonas administrativas já se encontram consolidadas dentro do território pesquisado: Sul, Centro-Sul e Centro-Oeste. Com isso foi possível verificar que as três zonas administrativas restantes, sendo as zonas Norte, Leste e Oeste, são alvo de maior pressão advinda da construção civil ligada a obras de caráter público e privado. Essas pressões se dão na forma dos fatores de destruição que são sintetizados pelos setores de habitação, exploração mineral e obras públicas em constante fase de implantação na cidade. Com isso gerou-se um acervo cartográfico que serve como modelo para análise de fatores que oferecem riscos a sítios arqueológicos. Deste modo foi possível estabelecer quais áreas encontram-se no caminho do processo de avanço da mancha urbana e, consequentemente, em quais locais há maior probabilidade de ocorrerem novas destruições de sítios arqueológicos.
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    Lagoa de Araruama : por uma visão articulada do patrimônio
    (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2017) Tangerino, Camila Ciccarone; Ribeiro, Rafael Winter; Motta, Lia (supervisora); Ribeiro, Rafael Winter (orient.); Motta, Lia (supervisora); Leal, Claudia Feierabend Baeta; Holzer, Werther
    Este estudo discute a trajetória da política federal de preservação do patrimônio cultural na Região dos Lagos, no litoral nordeste do Estado do Rio de Janeiro. O trabalho parte da análise de documentos produzidos pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), de processos de tombamentos referentes à Região dos Lagos e das mudanças nas ações de preservação ocasionadas pela descentralização do órgão com a criação do Escritório Técnico da Região dos Lagos na década de 1980. A pesquisa busca compreender como a Lagoa de Araruama, presença marcante no modo de vida e nas dinâmicas socioespaciais da região, foi incorporada no discurso do IPHAN. Com base na análise do Processo de Tombamento da “Lagoa de Araruama - Municípios de Araruama, Iguaba Grande, São Pedro da Aldeia, Cabo Frio e Arraial do Cabo” e do Processo de Tombamento do “Conjunto Paisagístico da Lagoa Rodrigo de Freitas”, foi possível identificar algumas leituras sobre a ideia de patrimônio natural e de paisagem que se reproduzem dentro das práticas de seleção e valoração do IPHAN. A Lagoa de Araruama foi disposta ora como um elemento compositivo da paisagem (cenário) que envolve e destaca o monumento arquitetônico tombado, ampliando o caráter de excepcionalidade do bem construído, ora a partir de noções apartadas de natureza e cultura, conduzindo a responsabilidade pela sua proteção aos organismos de preservação ambiental. Por outro lado, as paisagens (narrativas) dos agentes locais, como os pescadores artesanais, indicam aspectos materiais e simbólicos importantes na relação construída junto à Lagoa de Araruama, evidenciando o caráter de indissociabilidade representado pelos aspectos materiais e imateriais constitutivos dos patrimônios culturais. Neste sentido, este estudo pretende pensar como as múltiplas narrativas têm sido construídas dentro do órgão, quais discussões são levantadas e qual seria a contribuição de uma revisão do conceito de paisagem e da categoria de patrimônio natural dentro do IPHAN.
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    Memória da destruição e a preservação da paisagem do desastre da Braskem em Maceió/AL
    (Iphan, 2024) Santos, Maria Gardência Nascimento; Motta, Lia; Marcante, Maicon Fernando (supervisão); Motta, Lia; Ribeiro, Rafael Winter; Brandão, Joseane Paiva Macedo; Hidaka, Lucia Tone Ferreira; Marcante, Maicon Fernando
    Essa dissertação tem como ideia central a MEMÓRIA do desastre socioambiental da Braskem em Maceió/AL, deflagrado em 2018, após um tremor de terra que expulsou milhares de famílias de seus lares e causou caos social, ambiental, cultural e urbano. Além da história que resultou no desastre, foram levantadas referências culturais dos cinco bairros afetados, atribuídos pela sociedade, buscando a importância da preservação da memória e identidade na paisagem, aqui denominada Paisagem do Desastre. O objetivo foi saber se os bairros em fundamento podem ser reconhecidos como um Lugar de Memória, pois, desta forma considerados, eles passam a ser objetos de patrimonialização e, consequentemente, uma hipótese de reparação. A pesquisa mostra que o desastre não se originou em 2018, mas na década de 1970, quando o Governo Federal impôs a implantação da mineradora Salgema, hoje Braskem, que apesar dos danos ambientais, prevaleceu a conveniência dos gestores e políticos em troca do clientelismo da multinacional, resultando no silenciamento da sociedade. A despeito das limitações da pesquisa, devido ao número de afetados, cerca de 57 mil pessoas, métodos alternativos foram usados para estudar registros que pudessem expressar os sentimentos das vítimas, direta e indiretamente afetadas, optou-se por estudar pichações, podcasts e aplicar Oficina Participativa nos moldes do Inventário Participativo. Na busca pelo melhor instrumento de preservação no âmbito do IPHAN, analisou-se o Tombamento, a Chancela da Paisagem e o Lugar de Memória, considerando o último o mais adequado, pois concentra em seu propósito a tríplice compreensão dos bairros em afundamento: material, simbólica e funcional, tornando-o um DOCUMENTO do desastre ambiental praticado pela mineradora Braskem. Dessa forma, essa dissertação propôs procedimentos para a declaração da paisagem como um Lugar de Memória, tendo essa declaração como instrumento de proteção já proposto pelo IPHAN, mas ainda sem regulamentação. Há a construção de um conceito de paisagem: a Paisagem do Desastre, baseado nas ideias de cidade-documento, lugar de memória e paisagem. Como contribuição desta dissertação ao IPHAN, elaborou-se uma Minuta de Portaria para os procedimentos de Declaração de um Lugar de Memória, com base em estudos de portarias da instituição. Finaliza-se a dissertação, com o uso da minuta de proposta de portaria, como um exercício, apresentando um ensaio para a Declaração da Paisagem do Desastre como Lugar de Memória. O resultado mostra a possibilidade de utilizar essa ferramenta como uma alternativa possível, viável e necessária.
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    O real, o apresentado e o referenciado : um estudo no centro histórico de Porto Nacional
    (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014) Pereira, Marielle Rodrigues; Ribeiro, Rafael Winter; Muniz, Cejane Pacini Leal (supervisora); Ribeiro, Rafael Winter (orient.); Arnaut, Jurema Kopke Eis; Freitas, Inês Aguiar de
    Este trabalho analisa o processo de tombamento do centro histórico de Porto Nacional, umas das cidades surgidas a partir da mineração no Brasil central — mais especificamente no final do século XVIII, no atual Estado do Tocantins, antigo norte de Goiás — e tombada como patrimônio cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 2008. Buscamos identificar os valores envolvidos nesse processo para contribuir com a discussão atual sobre as práticas de preservação do espaço urbano no que tange aos projetos de intervenção pelo poder público e à preservação das referências culturais a partir da noção conceitual de lugar. A argumentação desenvolvida nesta dissertação será apresentada em três partes: de uma breve caracterização da transformação política que envolveu o campo do patrimônio em relação aos centros históricos e sua apropriação para o consumo visual, que aponta para o surgimento de espaços urbanos estritamente direcionados ao turismo, passaremos a uma reflexão sobre o conceito de lugar como referência cultural, associando-o a nossa ideia de que os valores materiais e imateriais são indissociáveis, e, a seguir, trataremos do seu significado e da importância da inserção desse conceito nos processos de intervenção em centros históricos a partir do estudo no centro histórico de Porto Nacional.
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    Os discursos de patrimonialização de Muqui e do sul do Espírito Santo
    (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2015) Nuñez, Lorraine Oliveira; Ribeiro, Rafael Winter; Figueiredo, Diva Maria Freire; Ribeiro, Rafael Winter (orient.); Sorgine, Juliana Ferreira; Sotratti, Marcelo Antonio
    Nesta dissertação, proponho uma investigação sobre a construção de uma representação cafeeira, histórica e cultural para o sul do Espírito Santo e sobre a instituição de uma política de preservação dos bens culturais dessa tríade pelos órgãos federal, estadual e municipais do Estado do Espírito Santo. Para isso, foi necessário começar a pesquisa por uma trilha retrospectiva, a fim de compreender como a historiografia espírito-santense produziu um passado para o sul do Estado e como esse passado tem sido utilizado como legitimador dos motivos e sentidos nas ações atuais de preservação naquele território, lembrando sempre que a noção de Patrimônio Cultural – categoria-chave para a orientação das políticas públicas de preservação cultural – é historicamente constituída e tem se transformado no tempo. Essa construção é analisada nos discursos materializados em textos jurídicos (leis, decretos, ofícios e memorandos) produzidos pelo Estado do Espírito Santo e pelo município de Muqui, em inventários realizados, em programas de turismo e na historiografia. Dois são os pilares teóricometodológicos: o campo do Patrimônio Cultural, por meio de conceitos que ajudam a compreender o discurso como relação entre a materialidade da linguagem e as condições histórico-sociais de sua produção, e as reflexões e construções teóricas acerca da escrita da história. Pretendemos desnaturalizá-los em suas práticas, definindo-os como construção social e temporal. O campo empírico desta dissertação está centrado na análise dos discursos do Patrimônio Cultural de Muqui (ES), o qual se circunscreve ao âmbito de duas categorias dos poderes do Estado: o Legislativo e o Executivo brasileiros, nos exercícios de suas funções de elaborar leis e fiscalizar sua aplicação, respectivamente. No executivo, os órgãos e agentes de preservação do patrimônio cultural são fundamentais pela atribuição de valores aos bens culturais, bem como por oferecer medidas de reconhecimento e preservação. Com esse estudo foi possível pensar sobre os discursos, embates, apropriações em torno da categoria “patrimônio” e, a partir daí, de que maneiras foram elaboradas concepções de memória, história, passado e cultura por meio de nem sempre estáveis mecanismos de preservação.
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    Paisagem cultural e patrimônio
    (IPHAN/COPEDOC, 2007) Ribeiro, Rafael Winter; D’Eça, Adalgiza Maria Bomfim; Souza, Luciano Jesus de; Nascimento, Marcela; Liberal, Oscar Henrique; Ribeiro, Leticia Parente (revisão técnica); Motta, Lia (revisão técnica); Chuva, Márcia Regina Romeiro (revisão técnica); Silva, Maria Beatriz Setúbal de Resende (revisão técnica); Maciel, Ulysses (revisão); Perroni, Marcela (projeto gráfico e editoração eletrônica); Landau, Lucas (foto da capa); Imprinta Express Gráfica e Editora Ltda (impresão)
    Apresenta os resultados das pesquisas realizadas no âmbito do Iphan, com a relação entre paisagem e patrimônio, recuperando experiências internacionais ao analisar a construção do conceito de paisagem cultural e sua adoção como categoria de preservação. O tema tem despertado muito interesse desde que a UNESCO instituiu, em 1992, a paisagem cultural como categoria para inscrição de bens na lista de patrimônio cultural, e o autor explora os processos de tombamento existentes no Arquivo Central do Iphan/Seção Rio de Janeiro, para compreender estratégias de atuação relacionadas a paisagens no contexto brasileiro, constituídas no campo de identificação e preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro.
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    Parque Histórico Nacional dos Gararapes : contribuições para a (re)produção do espaço e da memória
    (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2019) Araújo, Iuri Cesário; Campos. Luana; Ribeiro, Rafael Winter; Campos, Luana Cristina da (orient.); Ribeiro, Rafael Winter (coorient.); Montenegro, Gisela Amado de Albuquerque (supervisora); Santos, Helena Mendes dos; Aguiar, Leila Bianchi
    A presente pesquisa tem o intuito de atualizar instrumentos da política de preservação aplicados ao Parque Histórico Nacional dos Guararapes a partir da compreensão de muitos dos lados da história e de muitas das vozes, harmônicas ou dissonantes. Para tanto, foi necessário buscar a fundo a maneira como a memória foi construída, como os valores foram atribuídos e como o bem cultural foi preservado, ou não, por e para os seus diversos atores e em períodos cronológicos diferentes. Em seguida buscou-se compreender quem faz esse patrimônio, seja por detrás de uma mesa ou no sobe e desce das ruas estreitas e irregulares das comunidades carentes, revelando a existência e a resistência de muita gente cuja vulnerabilidade se firma pela imposição de uma memória tida como nacional. A partir da questão identificada no cotidiano das práticas profissionais no Escritório Técnico do Parque Histórico Nacional dos Guararapes e Fernando de Noronha e destes novos olhares lançados sobre o bem cultural tombado, foi possível elaborar uma proposta de normatização para o perímetro tombado e a sua área de entorno, além da delimitação de diretrizes a respeito dos limites e potencialidades do Parque Histórico, enquanto espaço público, verde e urbano. De maneira geral, este estudo sozinho não tem a pretensão de resolver a problemática da questão habitacional, urbana, ambiental e cultural no território, para isso seria preciso uma ação conjunta entre todas as entidades gestoras e a sociedade civil. Todavia este estudo pode contribuir, de maneira distinta dos procedimentos padronizados de preservação do patrimônio, para a constante sistemática de produção e reprodução de um espaço histórico e urbano, bem como para a memória global, nacional e local.
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    Tempo, herança e fisionomia da paisagem brasileira : reflexões sobre o patrimônio cultural a partir das obras de Gilberto Freyre e de sua presença no Sphan
    (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2023) Zacra, Yuri; Bazzanella. André; Bazzanella, André (orient.); Ribeiro, Rafael Winter; Ribeiro, Rodrigo Alves; Tavolaro, Sérgio Barreira de Faria
    O presente estudo dedica-se a considerar, analisar, dimensionar e descrever como, porquê e quando, de algum modo, Gilberto Freyre pôde ter contribuído para o estabelecimento de alguns valores fundamentais ao campo do patrimônio cultural e à sua proteção no Brasil. Embora constate-se certo esquecimento destas contribuições – as quais por aqui são retomadas e sugeridas –, dedicamo-nos, por um lado, tanto à leitura e à interpretação de suas obras e demais textos, quanto às pesquisas em arquivos, analisando, com destaque, sua atuação no tombamento das Casas com Muxarabis em Olinda, a partir da documentação existente no Arquivo Central do Iphan/Seção Rio de Janeiro. Por outro lado, tendo como ponto de partida certos aspectos da formação da nacionalidade brasileira e do desenvolvimento formativo de nosso Estado-Nação moderno, buscou-se ainda mediar como certos conceitos essenciais de sua dicção, tais como as ideias de herança, de intra-história, de tempo tríbio e região, dentre outras, e certos agentes de seu entorno, contestaram e sugeriram alternativas ao discurso oficial sobre o patrimônio cultural brasileiro e suas políticas públicas de salvaguarda.
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