Navegando por Autor "MOTTA, Lia - Mestrado Iphan"
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Item A segurança contra incêndio no patrimônio cultural edificado: análise de bens tombados pelo Iphan no município do Rio de Janeiro(Iphan, 2023) COSTA, Layse Souza; MOTTA, Lia; GALLOIS, Catherine Jacqueline Suzanne (IPHAN/RJ); BRANDÃO, Joseane Paiva Macedo (PEP/MP/IPHAN); SORGINE, Juliana Ferreira; GALLOIS, Catherine Jacqueline Suzanne (IPHAN/RJ); COELHO, Carla Maria Teixeira (PPGAT/COC/FIOCRUZ); MOTTA, Lia - Mestrado IphanEste trabalho aborda a segurança contra incêndio nos bens tombados nacionais. É fruto da preocupação com a preservação do nosso patrimônio cultural, visto que, o incêndio é um dos piores desastres que nossos bens culturais podem sofrer. Tem por objetivo contribuir para o debate sobre as medidas de prevenção e combate a incêndios nas edificações e sítios urbanos tombados nacionais, por meio da análise de como o poder público vem tratando o tema. Para isso, foram utilizadas documentações, em sua maioria acessadas pelo Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do Iphan, e bibliografias produzidas sobre o tema. A pesquisa possui enfoque no município do Rio de Janeiro, com análises mais aprofundadas do conjunto urbano Área Central da Praça Quinze de Novembro e imediações, onde estão aproximadamente 30% das edificações protegidas pelo Iphan no município do Rio de Janeiro, além da proteção pelo Corredor Cultural no âmbito municipal e; abriga uma escala ampla de problemas característicos do Brasil e com grandes possibilidades de discussão no âmbito das políticas públicas. Para elevar o patamar de segurança contra incêndio dos bens tombados, é sugerido o fortalecimento de políticas públicas de educação para a segurança contra incêndio e de fomento a projetos e intervenções de regularização das edificações. Keywords: fire; fire safety; cultural heritage; Iphan.Item Casa de Chico Mendes e o entorno: formas de consagração e preservação do patrimônio cultural(Iphan, 2014) CASTRO, Stélia Braga; CASCO, Ana Carmen Amorim Jara; CARVALHO, Marcio Rodrigo Coelho de (Supervisores das práticas profissionais na unidade); CASCO, Ana Carmen Amorim Jara; MOTTA, Lia - Mestrado Iphan; SOTRATTI, Marcelo Antonio - Universidade Estadual do Rio de Janeiro/UERJA Casa de Chico Mendes, antes de ser Patrimônio Cultural do Brasil, já vinha sendo preservada pela própria família de Chico Mendes, na década de 2000 a Casa foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e pelo órgão de preservação do patrimônio do Governo do Estado do Acre. O primeiro momento desta pesquisa ajuda-nos a compreender as formas de consagração - ou valoração - dos bens culturais pelas instituições como também pela sociedade civil de modo a proporcionar uma leitura acerca da ressonância simbólica da Casa (Capitulo II). O segundo momento da pesquisa (Capítulo III) trata-se da gestão deste tipo de bem cultural – Casa Histórica -, entendendo a gestão como ações que deveriam proporcionar a preservação do patrimônio, especialmente, nesse caso, no que diz respeito à proteção do entorno do bem. A metodologia de pesquisa é interdisciplinar, visto que realizamos uma ponte de diálogo de autores da antropologia, da geografia, do patrimônio cultural e da história com a narrativa museográfica que a Casa apresenta, observando a ressonância de sua fruição. Para identificar as ações de gestão, foram consultados os documentos referentes ao bem nos acervos do Iphan-AC e da FEM – Fundação de Cultura do Estado do Acre. Também foram realizadas entrevistas com familiares de Chico Mendes, gestores e monitores/guias deste espaço de memória.Item Mãos que preservam ruínas: artífices missioneiros e as práticas de preservação do patrimônio cultural em São Miguel das Missões/RS.(Iphan, 2022-07-06) ARAÚJO, Maria de Fátima Oliveira de; MICHELAN, Kátia Brasilino; SILVA, Adriana Almeida da (Supervisora das práticas supervisionadas ); MOTTA, Lia - Mestrado Iphan; BAUER, Letícia Brandt - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); SILVA, Adriana Almeida da - Escritório Técnico do Iphan em São Miguel das Missões/RS; MICHELAN, Kátia BrasilinoEsta pesquisa propõe reflexões acerca da importância da atuação dos artífices de manutenção para a conservação e a preservação do conjunto de sítios arqueológicos da experiência reducional missioneira de São Miguel Arcanjo, São Luiz Gonzaga, São João Batista e São Nicolau. Com saberes e experiências singulares no que diz respeito à conservação de ruínas jesuíticas missioneiras, esses profissionais atuam, desde a década de 1980, diretamente na conservação desse patrimônio e guardam memórias da atuação do Iphan na região. Em virtude da iminente aposentadoria desses profissionais, pretende-se contribuir para a construção de conhecimento acerca da atuação desses profissionais, suas histórias de vida, as relações construídas, os ofícios e os conhecimentos adquiridos no campo da conservação e a manutenção do patrimônio material, enfim, seu saber-fazer. Para tanto, foram conduzidas pesquisas de campo para o acompanhamento do cotidiano de trabalho dos artífices e entrevistas semiestruturadas a fim de documentar as experiências dos artífices.Item Possibilidades e limites da gestão compartilhada do Conjunto Urbano e Paisagístico de Petrópolis(Iphan, 2020) DAMIANO, Raíssa Rangel; MOTTA, Lia; GORNATTES, Mailin Kelbert (Supervisora das práticas supervisionadas); MOTTA, Lia - Mestrado Iphan; LEAL, Claudia Feierabend Baeta - Mestrado Profissional do Iphan; GORNATTES, Mailin Kelbert - Escritório Técnico do Iphan na Região Serrana, em Petrópolis; PESSOA, José Simões de Belmont - Universidade Federal Fluminense (UFF); CURY, Isabelle - Superintendência do Iphan no Rio de JaneiroO processo de proteção do Conjunto Urbano e Paisagístico de Petrópolis iniciou-se a partir da década de 1960 com o tombamento da Avenida Koeler. Após duas extensões na década de 1980, o processo de tombamento 662-T-62, do Conjunto Urbano Paisagístico de Petrópolis, configura área hoje protegida pelo IPHAN. A análise do processo de tombamento evidenciou a singularidade deste ter ocorrido através de práticas de gestão compartilhada entre a população as instituições de diferentes esferas de poder público, dentre elas o IPHAN, a FUNDREM e a Prefeitura Municipal, dos Governos Nacional, Estadual e Municipal, respectivamente. Estas ações conjuntas foram motivadas, sobretudo, pelo constante apelo da comunidade petropolitana representada, principalmente, pela ONG APPANDE, em defesa do patrimônio construído, o qual vinha sendo demolido e substituído por prédios de gabarito elevado. Esta articulação entre as instituições se contrapõe, desde metade da década de 1990, ao atual cenário dominado pela falta de diálogo dos atores e pela publicação de legislações conflitantes. Esta dissertação buscou compreender o descompasso entre estes dois momentos e como a gestão compartilhada interfere na efetiva preservação do Conjunto Urbano e Paisagístico de Petrópolis. Trata-se de analisar os conflitos e afinidades entre as instituições e o seu impacto na gestão do sítio urbano tombado.Item Referência Cultural: uma retórica da descoberta nas políticas de patrimônio cultural(Iphan, 2019) CLEROT, Pedro Gustavo Morgado; SILVA, Daniel Roberto dos Reis; CAVALCANTE, Ivana Medeiros Pacheco (Supervisora das práticas supervisionadas); SILVA, Daniel Roberto dos Reis; MOTTA, Lia - Mestrado Iphan; CAVALCANTE, Ivana Medeiros Pacheco; LEAL, Claudia Feierabend Baeta - (Mestrado Profissional do Iphan); AZEVEDO, Lia Calabre de - Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB)A noção de Referência Cultural é uma invenção brasileira. Pode ser considerada uma chave para a compreensão de uma mudança geral de contexto social e político que se deu a partir dos anos 1970, época da chamada virada antropológica das ciências sociais e humanidades, e que teve seus reflexos na política cultural do Brasil, sobretudo com a criação do Centro Nacional de Referência Cultural – CNRC, por Aloísio Magalhães. A noção também está no título do principal instrumento de inventário do Iphan: o Inventário Nacional de Referências Culturais – INRC, que identificou milhares de bens culturais nos últimos 20 anos e passa, a partir de 2019, por seu primeiro processo de revisão e modernização. Apesar de sua ampla utilização e integração ao vocabulário institucional, a Referência Cultural é muito pouco refletida ao longo desses mais de 40 anos de sua história nas políticas culturais. Essa dissertação busca, a partir da trajetória histórica e de um esforço de análise de sua aplicação prática no INRC, compreender a noção de Referência Cultural de forma a dar maior clareza aos seus significados e potenciais, mirando a eficácia das políticas de patrimônio cultural.
