Navegando por Autor "Leal, Claudia Feierabend Baeta (orient.)"
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Item A perda nos processos de patrimonialização : vila operária como patrimônio cultural(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2018) Oliveira, Daniella Christina Acioli do Carmo de; Leal, Claudia Feierabend Baeta; Guerreiro, Thalianne de Andrade Leal (supervisora); Leal, Claudia Feierabend Baeta (orient.); Leal, Thalianne de Andrade (supervisora); Santos, Helena Mendes dos; Nascimento, Flávia Brito doA partir dos processos em instrução para tombamento na Superintendência do IPHAN em Alagoas, foram identificados três processos com a temática sobre Vilas Operárias brasileiras. Assim, diante da prática institucional atual, surgiram questionamentos acerca da possibilidade de Vilas Operárias serem Patrimônio Cultural. Para investigar mais aprofundadamente o tema, foram analisados os contextos históricos e econômicos dos espaços operários, bem como estudadas as formas como as Vilas Operárias se relacionam com a história da arquitetura e do urbanismo. Além disto, foram analisados processos de tombamento existentes na instituição – incluindo, além dos processos dos bens tombados, processos indeferidos e em instrução –, para compreender de que modo o IPHAN vem lidando com esse tipo de bem em seus 80 anos de existência. Para o melhor entendimento das análises realizadas, foram analisados três processos em instrução para tombamento sobre Vilas Operárias, encontrados na Superintendência do IPHAN em Alagoas. Os processos em questão foram: Vila Operária em Delmiro Gouveia, Vila Operária em Fernão Velho e Destilaria Central de Rio Largo, onde foram analisadas as perdas e aspectos existentes, que ainda possibilitem a atribuição de valor a essa tipologia tão importante para preservação da memória da classe operária brasileira e da história da industrialização nacional.Item Cartografia do patrimônio cultural : uma análise da cartografia no âmbito dos inventários nacionais do Iphan(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2015) Martins, Ana Betânia de Souza Pimentel; Leal, Claudia Feierabend Baeta; Leal, Claudia Feierabend Baeta (orient.); Teixeira, Luciano dos Santos; Sotratti, Marcelo AntônioO tema que instigou o desenvolvimento desta pesquisa é a Cartografia no âmbito da construção das práticas de preservação do IPHAN, notadamente as práticas ligadas a identificação e conhecimento do patrimônio cultural brasileiro. A metodologia partiu da análise documental dos manuais dos instrumentos de identificação, os chamados Inventários Nacionais, especificamente o Inventário Nacional de Bens imóveis – Sítios Urbanos (INBISU) e o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC). Buscou-se compreender a realização daqueles inventários nacionais com a fundamentação conceitual realizada no 1º capítulo analisou-se aqueles inventários que tiveram entre suas diretrizes a produção de mapas do patrimônio cultural. Com relação aos inventários conclui-se que: Percebe-se que a cartografia ou a informação cartográfica foi requerida no contexto de elaboração dos dois instrumentos de identificação, INBI-SU e INRC, sendo vista prioritariamente como ferramenta de localização; A cartografia sistemática apareceu como abordagem predominante na identificação do uso de mapas nos manuais de inventários que desempenharam a função de localização e orientação. Observou-se também o uso de mapas como fonte histórica. Como exceções dessa forma de utilização predominante da cartografia destaca-se o projeto MAPEO, Cartografia cultural dos sítios sagrados do Noroeste Amazônico. Esta experiência constitui também instrumento de identificação do patrimônio cultural, a qual se diferem dos inventários no trato com mapas principalmente por trazerem no próprio conceito dos instrumentos a ideia de mapeamento como eixo central. Dessa forma, a cartografia sai da posição de ferramenta coadjuvante para localização de bens materiais que se relacionam com os patrimônios culturais, para assumir importância central no processo de identificação desses bens e referências culturais.Item (Des)construindo uma comunidade imaginada : o caso da comunidade de Bento Rodriques atingida pelo rompimento da barragem de Fundão em Mariana (MG)(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2022) Passos, Sibele Fernanda de Paula; Leal, Claudia Feierabend Baeta; Simão, Maria Cristina Rocha; Cotta, Matheus Guerra (supervisor); Leal, Claudia Feierabend Baeta (orient.); Simão, Maria Cristina Rocha (coorient.); Pereira Filho, Hilário Figueiredo; Marques, Monique Sanches; Passos, Flora d'El Rei LopesEstruturada a partir de três pilares – a) construção da identidade no Quadrilátero Ferrífero (invenção de uma tradição minerária); b) ampliação sobre o entendimento de patrimônio cultural e a aplicabilidade deste novo entendimento a partir das instituições públicas; c) o papel das políticas públicas de patrimônio na defesa de direitos da comunidade de Bento Rodrigues (caso-referência) – essa pesquisa buscou refletir em qual medida as políticas de preservação do patrimônio podem contribuir para que grupos atingidos pela mineração acionem o Estado na busca por seus direitos. Para tanto, partiu-se de uma reconstituição historiográfica sobre o Quadrilátero Ferrífero a fim de desenvolver as discussões propostas. Esse recorte se justificou uma vez que a região se destaca tanto no que se refere a atividade da mineração quanto no que trata do acervo protegido como patrimônio cultural. Ademais, essa parcela do território vem nos últimos anos se destacando pelos diversos conflitos socioambientais ocasionados pelas empresas mineradoras. Assim, ao partir da construção de narrativas em prol da mineração na região, da discussão a respeito da ampliação conceitual sobre o entendimento de patrimônio cultural e do caso-referência da Comunidade de Bento Rodrigues – devastada pelo rejeito liberado após o rompimento da barragem de Fundão (pertencente à Samarco S.A, Vale S.A e BHP Billiton) –, buscou-se ponderar em qual medida as narrativas não hegemônicas e os bens culturais não acautelados podem ser incorporados pelas políticas públicas de patrimônio a fim de assegurar o direito e a fruição do patrimônio cultural nos termos do art. 216 da Constituição Federal de 1988.Item Entre o concreto e o papel : a memória arquitetônica do Palácio Gustavo Capanema(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2017) Martinelli, Francesca Dalmagro; Leal, Claudia Feierabend Baeta; Aguiar, Andressa Furtado da Silva de (supervisora); Leal, Claudia Feierabend Baeta (orient.); Aguiar, Andressa Furtado da Silva de (supervisora); Casco, Ana Carmen Amorim Jara; Carvalho, Claudia Suely Rodrigues deA preservação do patrimônio cultural edificado pode exigir ações sobre ele, mais ou menos invasivas, as quais chamamos intervenções. Entende-se que toda intervenção que tenha por objetivo resguardar os atributos pelos quais determinada edificação foi submetida a algum processo de patrimonialização como bem cultural deva recorrer à sua memória arquitetônica, de forma a fundamentar, da melhor forma possível, a maneira como se irá intervir. Como suportes dessa memória, para além da própria edificação, estão os documentos a ela relativos, que podem ir desde o projeto arquitetônico que lhe deu origem até registros documentais de intervenções posteriores à construção. O processo de intervenção, portanto, da mesma maneira em que pode ser instrumentalizado por documentos pretéritos, também pode produzir documentos que subsidiarão intervenções futuras. Tomando como objeto de pesquisa o Palácio Gustavo Capanema – edifício construído durante a Era Vargas para abrigar o Ministério da Educação e Saúde brasileiro e posteriormente tombado pelo IPHAN –, bem como os documentos relativos à sua construção e intervenções nele realizadas, esta dissertação tem por objetivo estudar em que medida, no momento de uma intervenção, os documentos acessados e produzidos nesses processos permitem compreender as intervenções anteriores e também subsidiam as próximas.Item Licenciamento ambiental : desafios e possibilidades para a preservação do patrimônio cultural brasileiro(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2016) Silva, Luciano de Souza e; Leal, Claudia Feierabend Baeta; Braga, Emanuel de Oliveira (supervisor); Leal, Claudia Feierabend Baeta (orient.); Moreira, Eliane Cristina Pinto; Motta, LiaEsta dissertação visa a discutir os desafios e as possibilidades para preservação do patrimônio cultural brasileiro na atualidade, tendo como campo o licenciamento ambiental, por entender ser este um campo em que diversas racionalidades entram em disputas, especificamente as racionalidades econômica, ambiental e cultural. A reflexão sobre o assunto se deu na lida diária como técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan –, num momento em que estava em debate a construção de normativa que criaria procedimentos para participação da Instituição nos processos de licenciamento ambiental – a já publicada Instrução Normativa nº 001/2015. Para entendimento e análise das narrativas e noções incluídas no texto do documento e para discutir a noção de patrimônio cultural idealizada hoje, abordei vários temas: a relação conflituosa entre a ideia de natureza e a cultura humana até uma aproximação entre os termos, constituindo a noção do meio ambiente humano; os movimentos ambientalistas e a aproximação com os movimentos sociais que conquistaram políticas democráticas e a revisão do arcabouço legal, incluindo proposituras socioambientais e de preservação das culturas das populações tradicionais; a inclusão do meio ambiente e do patrimônio cultural nos discursos da racionalidade econômica capitalista e os desafios para a preservação do patrimônio cultural brasileiro. Esses temas foram abordados a partir de discussões epistemológicas, político-institucionais e legais elaboradas em vários períodos, a fim de refletir como se deu a constituição da noção, ou das noções, de patrimônio cultural. Perpassar, analisar e discutir esses diversos temas objetivaram problematizar em que medida eles contribuíram na definição do papel do Iphan nos processos de licenciamento ambiental, principalmente no que se refere à preservação do patrimônio cultural e à participação social no processo de definição do que vem a ser esse patrimônio.Item Paisagem como patrimônio : entre potencialidades e desafios para a implementação da chancela da Paisagem Cultural Brasileira(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2018) Pereira, Danilo Celso; Leal, Claudia Feierabend Baeta; Mongelli, Mônica Medeiros; Leal, Claudia Feierabend Baeta (orient.); Mongelli, Mônica Medeiros (coorient.); Teixeira, Luciano dos Santos; Nascimento, Flávia Brito doO objetivo desta pesquisa é discutir as potencialidades e desafios de preservação das paisagens culturais brasileiras por meio da chancela, criada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2009. Assim, por meio de uma revisão bibliográfica e documental acerca do tema, busca-se evidenciar as potencialidades do instrumento como política de patrimônio, política espacial e política social, abordando, em um primeiro momento, sua construção e os estudos pioneros que privilegiaram grupos sociais vulneráveis para, em seguida, destacar as dificuldades que acarretaram o sobrestamento dos processos em 2014. Concluiu-se que, mesmo com o crescimento das paisagens culturais brasileiras na Lista do Patrimônio Mundial e com a continuidade da participação do Iphan nos fóruns nacionais e internacionais sobre o tema, sem a conclusão dos processos de chancela e, consequentemente, de ações sistemáticas de identificação, reconhecimento e gestão, ainda não se efetivou no Brasil uma política para a preservação das paisagens culturais.Item Quando língua é patrimônio : políticas de patrimônio e de promoção da diversidade linguística no contexto do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL)(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2017) Pereira, Giovana Ribeiro; Leal, Claudia Feierabend Baeta; Garcia, Marcus Vinicius Carvalho (supervisor); Leal, Claudia Feierabend Baeta (orient.); Teixeira, Luciano dos Santos; Pereira, Nilza de Oliveira MartinsEste trabalho é resultado do acompanhamento das ações desenvolvidas pelo Departamento do Patrimônio Imaterial do IPHAN, relativas ao Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL). O trabalho teve o objetivo de discutir as implicações do reconhecimento das línguas faladas no Brasil no âmbito das políticas de preservação do patrimônio cultural. Para tanto, a pesquisa abordou questões relativas ao tema da diversidade linguística e dos direitos linguísticos, discutindo o contexto de inserção desse tema no campo das políticas de preservação do patrimônio cultural no Brasil e os desdobramentos da atuação do IPHAN no sentido de responder a demandas de promoção do multilinguismo e de reconhecimento das línguas faladas no país como “Referência Cultural Brasileira”.Item Uma cidade construída em seu processo de patrimonialização : modos de narrar, ler e preservar Brasília(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2015) Perpétuo, Thiago Pereira; Leal, Claudia Feierabend Baeta; Reis, Carlos Madson; Leal, Claudia Feierabend Baeta (orient.); Sorgine, Juliana; Schlee, Andrey RosentalEste trabalho aborda o processo de patrimonialização de Brasília até 1990, numa trajetória que remonta ao ano de sua inauguração, em 1960. A pesquisa investiga o modo como foram construídos discursos de valoração e engendradas propostas e ações tanto de preservação da cidade quanto de seu reconhecimento enquanto patrimônio cultural, e de como esse processo resultou em três âmbitos de preservação: local, nacional e mundial. Como forma de analisar os aspectos que informaram os discursos e alimentaram as justificativas para a preservação de uma cidade ainda muito jovem, primeiro sítio contemporâneo reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco, são analisadas narrativas a respeito de Brasília, referentes à sua suposta pré-existência, às histórias de sua construção tida como épica, e sua relativa filiação à urbanística dos CIAMs. Como maneira de observar as leituras da cidade ao longo do tempo, foram selecionados três encontros de especialistas que se debruçaram a pensar os espaços da capital. Por fim, o trabalho buscará uma análise aprofundada tanto das ações que engendraram sua efetiva patrimonialização quanto problematizará o objeto de valoração e seu peculiar instrumento de preservação: a maior poligonal urbana tombada do mundo, protegida a partir da manutenção das escalas urbanísticas que informam seu projeto, de plano-piloto a Plano Piloto de Brasília.
