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Navegando por Autor "LEAL, Claudia Feierabend Baeta"

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    A judicialização envolvendo o patrimônio imaterial: os limites do direito e a relação com o patrimônio cultural material: o carnaval de Ouro Preto
    (2024) Moreira, Zaqueu Astoni; Telles, Mario Ferreira Pragmácio; Telles, Mario Ferreira Pragmácio; MOTTA, Lia; LEAL, Claudia Feierabend Baeta; Varella. Guilherme Rosa
    Esta pesquisa se debruça sobre um bem cultural imaterial tipicamente brasileiro, o Carnaval. Embora não tenha emergido espontaneamente em nossa cultura, se desdobra a partir de seu ascendente trazido pelos portugueses, o entrudo, no curso do processo de colonização. Aqui se embebeu de elementos próprios, dados influxos variados recebidos ao longo do tempo, de povos indígenas e africanos escravizados principalmente. Sonoridade, formas, rituais, objetos e representações envolvidos foram se modificando, sob uma dinâmica de repressão, censura por parte do Estado, simultânea a relação de identidade e pertencimento da população. Diferenciousse das origens, fez-se parte da cultura brasileira, sendo alçado a elemento da identidade nacional. Passa-se assim do Entrudo ao Carnaval. Apropriado pela lógica do consumo, torna-se produto cultural de exportação tipicamente brasileira, homogeneizando-se, mas não sem resistência. Em cidades históricas, como Ouro Preto, divide espaço, coexiste e se mescla com o patrimônio cultural material, numa simbiose ambivalente e fundamental para ambos. Contudo, ao ser objeto de judicialização, via Ação Civil Pública nº 046100000019-4, colocado como central em uma relação de tensão supostamente inconciliável com o patrimônio cultural material pertinente ao centro histórico do município, revela uma perspectiva ainda persistente de hierarquização entre patrimônios culturais material e imaterial, com privilégio do primeiro em detrimento do segundo. Ao analisar a Ação Civil Pública em sua conjuntura, restaram visíveis prejuízos gerados pela judicialização ao carnaval enquanto bem cultural imaterial que não deve operar constrangido e limitado por formas jurídicas. Repercussões de ordem jurídico social e econômica, atestam o prejuízo da Judicialização, tanto para o Carnaval, quanto em menor medida para o centro histórico, dada a ameaça constante de separação entre ambos. Constatou-se ainda que desde o prisma científico, não encontra respaldo a hierarquização e assimetria de abordagem entre as categorias de patrimônio cultural material e imaterial, posto que materialidade e imaterialidade são atributos complementares e presentes em todos os bens culturais, sendo o carnaval ouropretano tão relevante para o centro histórico quanto este o é para o carnaval, e ambos para a identidade e o pertencimento do povo ouropretano, assim como uma pequena peça do quebra-cabeças da identidade brasileira.
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    Documentos fotográficos no arquivo: preservação, conservação, dissociação e acesso no Arquivo do Patrimônio (Iphan/RJ)
    (Iphan, 2014) SOUZA, Nayara Cavalini de; LEAL, Claudia Feierabend Baeta; GUIMARÃES, Lygia (Supervisores das práticas profissionais na unidade); LEAL, Claudia Feierabend Baeta (presidente); GUIMARÃES, Lygia (supervisora); PEREIRA FILHO, Hilário Figueiredo – Iphan; ANDRADE, Joaquim Marçal Ferreira de – PUC/ RJ
    O objetivo deste trabalho é abordar os processos de dissociação de documentos fotográficos do acervo do Arquivo do Patrimônio, atual Arquivo Central do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional/ Seção Rio de Janeiro. Discute de maneira interdisciplinar as relações que se estabeleceram durante as tomadas de decisão (decision making) no processamento e tratamento dessas imagens no Arquivo Central/RJ, baseando-se em conceitos e noções dos campos da arquivologia, história, preservação, conservação e também da metodologia de gerenciamento de riscos. Aponta ainda a importância da fotografia para as ações de preservação do Instituto, seu papel como documento essencial para identificação e atribuição de valor de patrimônio nacional aos bens tombados e a sua importância para a construção do patrimônio documental nacional, haja vista também a relevância da contratação sistemática de fotógrafos entre 1937 e 1987 para a seleção e construção do patrimônio nacional.
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    Lugar e referência nos processos de patrimonialização dos bens culturais ferroviários: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, Mato Grosso do Sul
    (Iphan, 2018) OLIVEIRA, Vinicius Martins de; LEAL, Claudia Feierabend Baeta; Supervisor das práticas profissionais na unidade: Juliano Martins Doberstein; LEAL, Claudia Feierabend Baeta (Presidente); PINHEIRO, Maria Lúcia Bressan - Universidade de São Paulo (USP); SOTRATTI, Marcelo Antonio (MESTRADO/IPHAN)
    Esta pesquisa tem como tema o conceito de Lugar associado aos processos de patrimonialização dos bens culturais ferroviários, no caso, aqueles classificados no âmbito da Lei 11.483/2007, através da qual se administram as atividades, critérios e metodologia referentes ao processo de seleção e inscrição (Valoração) desses bens no mapa do patrimônio nacional. Foram considerados para fins de análise aqueles bens operacionais e não operacionais, móveis e imóveis da extinta RFFSA, em nosso caso: a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil em Mato Grosso do Sul, sua história de origem, as narrativas de construção e evolução, as memórias compartilhadas com os passageiros e funcionários, o seu declínio, assim como sua conversão das antigas estruturas e objetos em patrimônio. A construção do trabalho se deu através de identificação e análise de material institucional documental textual e iconográfico da ferrovia, como também entrevista com pessoas que foram inspiradas pelos aspectos simbólicos do trem. A pesquisa objetivou refletir sobre os sistemas patrimoniais desta categoria, buscando reinterpretar os locais através de perspectivas teóricas multidisciplinares (arquitetura e geografia, principalmente); além de buscar compreender o processo de patrimonialização desses bens culturais ferroviários nas três esferas. Deste modo, escolhi o trecho pantaneiro da ferrovia, com o objetivo de entender não apenas o conceito de Lugar como categoria de análise, mas visando incorporar essa leitura dentro de outras referências e narrativas relacionadas à cultura e memória ferroviária como contributos para a patrimonialização e tentando entender as percepções e sentimentos das pessoas sobre o território ferroviário.
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    O desafio da preservação do patrimônio arquitetônico modernista no Rio de Janeiro
    (Iphan, 2012) SILVA, Renato Alves e; LEAL, Claudia Feierabend Baeta; PENA, Joyce Carolina Moreira Kurrels (Supervisora das práticas supervisionadas); LEAL, Claudia Feierabend Baeta (presidente); PENA, Joyce Carolina Moreira Kurrels (supervisora); GUEDES, Maria Tarcila Ferreira – PEP/ MP/Iphan; SANCHES, Maria Ligia Fortes – FAU/ UFRJ
    Este trabalho tem por objetivo traçar um panorama das ações de salvaguarda empreendidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), sobre a produção arquitetônica modernista no estado do Rio de Janeiro, utilizando-se como instrumento de análise os processos de tombamento instaurados pela instituição, desde sua fundação até os dias de hoje. Tal empreitada teve como principal motivador uma demanda surgida no interior da Superintendência Estadual do Iphan no Rio de Janeiro, após a constatação da incipiente quantidade de bens tombados nessa categoria e do pujante acervo remanescente, entregue à descaracterização e na iminência de desaparecimento. Antes de partir para a investigação documental, procurou-se reconstituir a trajetória do movimento arquitetônico modernista no Brasil, plural em suas manifestações, mas aderindo com maior contundência à corrente funcionalista. Sobre essa modalidade, fez-se patente a influência do teórico franco-suíço Le Corbusier, que culminou com o surgimento de uma expressão plástica própria, desenvolvida em solo nacional. Esta linguagem, criada e conduzida por profissionais brasileiros do campo da arquitetura e da construção civil, viria a contribuir para a disseminação de modelos que seriam reproduzidos em larga escala no país e no resto do mundo. Procuraram-se destacar alguns desses principais expoentes e suas contribuições para o léxico arquitetônico da então chamada “escola carioca”, indicando exemplares que denotam a originalidade e excepcionalidade de algumas obras. O impacto de algumas legislações e de outros fatores que exerceram influência sobre as ações de salvaguarda colocadas em prática pelo Iphan também foram estudados, bem como alguns tombamentos considerados emblemáticos, realizados fora do estado do Rio de Janeiro. Por fim, uma análise mais aprofundada, utilizando-se como principal suporte os processos de tombamento de obras modernistas no Rio de Janeiro, foi realizada. O cotejamento de informações colhidas diretamente de fontes primárias do acervo do Arquivo Central do Iphan, Seção Rio de Janeiro, com dados pesquisados em bibliografia relativa ao tema, e de amplo reconhecimento pelo meio científico, permitiu uma reflexão sobre as condicionantes que levaram a esses tombamentos. Dessa forma, foi possível suscitar uma discussão sobre a atuação do Iphan até então e sobre o protagonismo a ser desempenhado pela instituição daqui por diante, em relação às perspectivas futuras de proteção desse tipo específico de patrimônio cultural.
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    O mapeamento de referências culturais como instrumento de conhecimento e gestão do patrimônio cultural brasileiro
    (Iphan, 2013) LIMA, Angelica Silva de; LEAL, Claudia Feierabend Baeta; TOJI, Simone Sayuri Takahashi (Supervisores das práticas profissionais na unidade); LEAL, Claudia Feierabend Baeta (orientadora); TEIXEIRA, Luciano dos Santos – IPHAN; FONSECA, Maria Cecília Londres – Conselho Consultivo do IPHAN
    O objetivo deste trabalho é compreender a noção de mapeamento de referências culturais, sua conformação e institucionalização, dentro da dinâmica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), órgão nacional de preservação do patrimônio cultural. A proteção institucionalizada dos bens culturais alçados à condição de patrimônio nacional, não se restringe apenas ao uso dos instrumentos de reconhecimento desse patrimônio, empenhados pela instituição: o tombamento, e mais recentemente o Registro. Antes, esses instrumentos constituem a etapa final de um processo complexo de atribuição de valores aos bens culturais, criteriosamente selecionados como representativos de uma ideia de nação. Por outro lado, os trabalhos de identificação e conhecimento das práticas culturais de interesse, como levantamentos, inventários e mapeamentos, também constituem objetos de investigação, a partir dos quais é possível refletir sobre a constituição de políticas de preservação e a instituição que as engendra.
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    Os projetos gráficos da Revista do Patrimônio: trajetórias do design e do Iphan
    (Iphan, 2013) CARVALHO, Aluizio Victor de Souza; LEAL, Claudia Feierabend Baeta; CASCO, Ana Carmen Amorim Jara (Supervisores das práticas profissionais na unidade); CASCO, Ana Carmen Amorim Jara; LEAL, Claudia Feierabend Baeta; NAKAMUTA, Adriana Sanajotti (MP - Iphan); SILVA JUNIOR, Amaury Fernandes da (ECO - UFRJ)
    A presente dissertação tem como objeto de pesquisa a Revista do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e sua trajetória. Para este trabalho, foi considerado o período de 1937, data da fundação do órgão e de início da publicação da revista, até os dias atuais. Nele foi abordada a importância da Revista do Patrimônio como veículo de comunicação, valorização, divulgação e preservação do patrimônio cultural. A pesquisa consiste ainda no estabelecimento de relações entre a trajetória da revista, da história institucional, da história da indústria gráfica no Brasil e da história do design gráfico brasileiro. Buscou-se compreender as condições em que a revista era produzida e quais os processos que a contemplavam, analisando-se a trajetória da revista em sua relação com a própria instituição, o Iphan. ; cultural artifact; magazine; periodicals; heritage; Iphan
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    Paisagens cariocas: trajetória de uma candidatura Rio de Janeiro 2024
    (2024) Zambelli, Andre Luiz Meuser; LEAL, Claudia Feierabend Baeta; LEAL, Claudia Feierabend Baeta (presidente); Borde, Andréa de Lacerda Pessôa; Telles, Mario F. de Pragmácio
    Este trabalho tem por objetivo contribuir para a reflexão e discussão sobre a categoria paisagem cultural adotada pela Unesco tomando como ponto de partida a inscrição das Paisagens Cariocas entre a Montanha e o Mar na Lista do Patrimônio Mundial em 2012. Considerando que essa inscrição introduziu novos desafios para a gestão de uma grande metrópole urbana, a análise metodológica da pesquisa procurou contextualizar a evolução da proteção do patrimônio cultural no Brasil e no Rio de Janeiro, destacando a institucionalização dos órgãos responsáveis pela execução das políticas de proteção do patrimônio cultural e a evolução da atual legislação voltada para a proteção dos nossos bens culturais. A busca pela modernização da cidade e a urbanização praticada ao longo do tempo, culminaram em significativas transformações no território que permitiram uma forma peculiar de apropriação dos espaços públicos e conformaram a paisagem que foi patrimonializada pelo órgão internacional de Patrimônio Cultural. Esse processo também é analisado e discutido na perspectiva do modo como a questão da paisagem entrou na pauta das discussões dos especialistas em patrimônio, passando pelas duas candidaturas apresentadas em 2002 e 2011. A pesquisa, portanto, visa a demonstrar que a inscrição das Paisagens Cariocas como Patrimônio Mundial não deveria constituir um fim, mas o começo de um trabalho colaborativo entre a municipalidade e a sociedade, por meio da implementação de políticas públicas eficazes que integrem os compromissos públicos assumidos com vistas à sua conservação e o bem-estar de quem habita essa paisagem no presente e no legado que podemos deixar para as gerações futuras.
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    Patrimônio cultural e tecnologia social: experiências de preservação e propostas de participação para a Vila Serra do Navio/AP na Amazônia
    (Ip´han, 2019) MAGALHÃES, Maíra Cardoso Onofri; LEAL, Claudia Feierabend Baeta; NASCIMENTO, Flávia Brito do; NOBREGA, Rodrigo da (Supervisor das práticas supervisionadas); LEAL, Claudia Feierabend Baeta - Mestrado Profissional do Iphan; NASCIMENTO, Flávia Brito do - Universidade de São Paulo (USP); FLORENCIO, Sônia Regina Rampim - Mestrado Profissional do Iphan; SOSTER, Sandra Schmitt- Universidade de São Paulo (USP); ANDRADE JUNIOR, Nivaldo Vieira de - Universidade Federal da Bahia (UFBA)
    Esta dissertação aborda o uso da tecnologia social como ferramenta de gestão do patrimônio cultural brasileiro visando uma melhor comunicação entre o poder público e a comunidade. O estudo de caso contemplado nesse trabalho é a Vila Serra do Navio, no interior do estado do Amapá, um conjunto urbano moderno tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) no início dos anos 2000 e que passa por dificuldades relacionadas à sua gestão. O conceito de tecnologia social remete ao processo de organização, desenvolvimento e implementação coletiva, aliando o saber local com o técnico-científico. As tecnologias sociais podem ser experiências de produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas com a comunidade e que podem representar efetivas soluções de transformação social (GARCIA, 2007). A preocupação do trabalho, desde à pesquisa em campo, foi de tentar mobilizar os moradores para se envolverem com o discurso do patrimônio, construir novas formas de interação e participação e, por fim, identificar formas de tornar a gestão do sítio histórico tombado mais participativa. A pesquisa em questão trata do assunto no âmbito do patrimônio cultural brasileiro, propondo ações e metodologias práticas que podem ser aplicadas no contexto da arquitetura moderna da Vila Serra do Navio ou em qualquer sítio histórico e/ou conjunto urbano tombado (em qualquer esfera de governança) através do uso das plataformas digitais. Por meio de pesquisa bibliográfica, levantamento de fontes documentais/fotográficas e bancos de dados institucionais/pessoais, este trabalho busca compreender em que medida a tecnologia social pode ajudar no fortalecimento da gestão do patrimônio cultural com vista à promoção e valorização dos bens culturais e cultivo do valor do pertencimento entre a comunidade em análise. Através dessa pesquisa, pretende-se contribuir com o debate acerca da gestão do patrimônio cultural brasileiro, ressaltando a importância do uso das tecnologias digitais como uma das ferramentas possíveis de preservação e valorização. Os atuais debates relacionados à tecnologia social exercem um papel fundamental para ações mais participativas e democráticas assim, inserir na discussão o caráter “digital” no campo do patrimônio cultural dentro do contexto da Vila Serra do Navio, torna-se um desafio, mas também, um campo aberto para profundas transformações sociais.
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