Navegando por Autor "Guedes, Maria Tarcila Ferreira (orient.)"
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Item Conflitos e tensões na fiscalização do patrimônio cultural edificado pelo Iphan em Ouro Preto e GACIM na Ilha de Moçambique : uma análise comparativa(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2019) Zunguene, Cláudio Diamantino; Guedes, Maria Tarcila Ferreira; Brandão, Joseane Paiva Macedo; Souza, André Henrique Macieira de (supervisor); Guedes, Maria Tarcila Ferreira (orient.); Brandão, Joseane Paiva Macedo (coorient.); Motta, Lia; Tamaso, Izabela Maria; Gonçalves, Cristiane SouzaNesta dissertação procuramos estudar a fiscalização com a finalidade de perceber os conflitos e tensões que envolvem os moradores e as entidades preservacionistas de Ouro Preto, MG e da Ilha de Moçambique, MZ o IPHAN e GACIM, respectivamente. Por meio de uma análise comparativa, com base na metodologia da história oral, foram feitas entrevistas com moradores e técnicos das duas instituições públicas na qualidade de agentes ativos na preservação do patrimônio e o estudo documental. A pesquisa objetivou entender, comparar e discutir o tipo de narrativas produzidas nestas duas cidades face aos conflitos e tensões resultantes das ações de fiscalização do patrimônio edificado, entendendo que, na articulação entre discursos e intervenções urbanas, é possível concluir também que as narrativas produzidas não são meras percepções imaginárias, porque elas também fazem a cidade. A pesquisa concluiu que há uma necessidade urgente de melhorar os procedimentos administrativos, a comunicação com os moradores das duas cidades, para que por meio da fiscalização se reforce a coesão, o compromisso na proteção do patrimônio por todos os detentores das referências culturais do lugar.Item Lugar de memória : o plano urbanístido de Boa Vista/Roraima(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2012) Ramalho, Paulina Onofre; Guedes, Maria Tarcila Ferreira; Mesquita, Fernando José Lima de; Guedes, Maria Tarcila Ferreira (orient.); Mesquita, Fernando José Lima de (supervisor); Arnaut, Jurema Kopke Eis; Sottratti, Marcelo AntonioEsta pesquisa apresenta o plano urbanístico de Boa Vista como um lugar de memória, um documento do passado instituído a partir da relação entre a História e a memória. Analisamos a constituição e formalização de uma memória oficial da cidade que tem como suporte esse lugar em seus aspectos materiais, simbólicos e funcionais. Baseado em diferentes fontes documentais, o trabalho pondera sobre a criação do Território Federal do Rio Branco, em 1943, e os objetivos pretendidos com a implantação do plano urbanístico (1946-1950).Item Normatização de entorno de bens tombados individualmente : um estudo de caso em Florianópolis/SC(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2015) Balthazar, Raíssa; Guedes, Maria Tarcila Ferreira; Weissheimer, Maria Regina; Guedes, Maria Tarcila Ferreira (orient.); Weissheimer, Maria Regina (coorient.); Nascimento, Flávia Brito do; Leal, Claudia Feierabend BaetaO entorno de um bem tombado individualmente exerce importante influência sobre a sua percepção e apropriação. Debruçando-se sobre estudos de caso localizados em duas áreas distintas da capital catarinense, a pesquisa teve por objetivo criar subsídios para a determinação da abrangência das áreas de influência dos bens em questão e o estabelecimento de diretrizes e parâmetros que clarifiquem a maneira de intervir nas mesmas. Foi estudada a relação entre cinco bens tombados pelo IPHAN e seu entorno na área central de Florianópolis - Forte Sant’Ana, Forte Santa Bárbara, Casa Natal de Victor Meirelles, Antiga Alfândega de Florianópolis e Ponte Hercílio Luz - e um localizado ao norte da Ilha, a Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Tais análises foram realizadas a partir de considerações, também integrantes da investigação, sobre os aspectos teóricos, jurídicos e metodológicos do entorno de bens tombados. Espera-se desta forma que a reflexão levantada contribua para a valorização dos bens, auxiliando no desenvolvimento de projetos e nas análises técnicas em suas áreas de entorno.Item O Programa Nacional de Preservação da Documentação Histórica e seu significado para a preservação de arquivos no IPHAN(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2012) Bastardis, Jean; Guedes, Maria Tarcila Ferreira; Pereira Filho, Hilário Figueiredo; Guedes, Maria Tarcila Ferreira (orient.); Pereira Filho, Hilário Figueiredo (supervisor); Thompson, Analucia; Assis, João Marcus FigueiredoAs práticas de preservação do patrimônio cultural desenvolvidas na década de 1980 ocupam lugar de destaque nos estudos desse campo no Brasil. Os problemas relacionados à documentação legada pelo período não figuram, no entanto, entre os temas privilegiados na bibliografia. Entre as iniciativas referentes a essa questão, figura o Programa Nacional de Preservação da Documentação Histórica - Pró-Documento, que desenvolveu numerosos projetos de organização e preservação de acervos, estabelecendo rotinas de trabalho que marcaram a experiência da preservação documental no país. Meu trabalho busca analisar o desenvolvimento desse Programa sob o ponto de vista de suas implicações para a construção da memória institucional referente à Fundação Nacional Pró-Memória. Analisando os acervos documentais – e principalmente o Arquivo Central do IPHAN / Seção Rio de Janeiro – como produtos resultantes da ação de poderes classificatórios, essa reflexão pretende compreender de que maneira os embates institucionais incidiram sobre as construções de memórias que formataram esses poderes, conformando assim o referido acervo documental.Item Vassouras entra na Roda : a trajetória do Caxambu entre 1847 e 1888(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2015) Conceição, Iran Souza da; Guedes, Maria Tarcila Ferreira; Rocha, Isabel; Guedes, Maria Tarcila Ferreira (orient.); Rocha, Isabel (coorient.); Leal, Claudia Feierabend Baeta; Castro, Flávia Lages dePara os autores do Dossiê O Jongo do Sudeste, essa forma de expressão afro-brasileira, que se caracterizava pela percussão de tambores, dança coletiva e prática de magia, foi marginalizada ao longo do século XIX, nas regiões de lavoura do café da região Sudeste, junto ao Rio Paraíba do Sul. O presente trabalho investigou a existência do Jongo enquanto prática na realidade de Vassouras, no mesmo período. Tendo como baliza os anos de 1847 – quando da publicação de um Manual sobre a instalação de uma fazenda de café, momento de mudanças nas relações entre os senhores e escravos da localidade –, e a abolição da escravatura em 1888 – período em que a pesquisa debateu o processo de marginalização do Caxambu em Vassouras. Uma série de imposições homologadas através de Posturas Municipais e Jurídicas tentou conter a onda revolucionária negra, demonstrando que as festas eram motivo de apreensão dos brancos pela facilidade que as mesmas proporcionavam à reunião de grande número de escravos e homens livres em torno dos tambores. Os fazendeiros vassourenses, ao contrário do que se esperaria, fizeram uma série de concessões à prática no período citado, sendo as festas incluídas como parte integrante do cenário local. Indo de encontro à dimensão marginal, o Caxambu se manteve e os negros se reuniam, ainda em torno da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário no Bairro do Alto do Rio Bonito, a qual teve importante papel sobre a manutenção e sobrevivência da prática no local.
