Navegando por Autor "THOMPSON, Analucia"
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Item Museus e a comunicação do patrimônio cultural: a experiência do Museu de Sítio Histórico de Congonhas(Iphan, 2020) REIS, Sérgio Rodrigo; THOMPSON, Analucia; SILVA, Antônio Odaque da (Supervisor das práticas supervisionadas); THOMPSON, Analucia (Presidente) - Mestrado Profissional do Iphan; CHAGAS, Mário de Souza - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio); SILVA, Antônio Odaque da - Museu de Congonhas; CASCO, Ana Carmen Amorim Jara - Mestrado Profissional do IphanAs potencialidades da instalação de um museu para a interpretação, valorização e a comunicação de um patrimônio da humanidade presente na cidade histórica de Congonhas, em Minas Gerais, são temas da dissertação. Especificamente, pretende-se avaliar a instalação de museus de sítio a partir das teorias do campo do patrimônio cultural e da museologia acerca da comunicação (interpretação e valorização) de um bem cultural protegido; identificar as condições socioeconômicas e culturais específicas do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos e da comunidade de seu entorno e, ainda, ponderar as possíveis contribuições da instalação desse museu para o bem cultural protegido. São reflexões que abrem perspectivas para se pensar nos desafios de gestão do patrimônio cultural brasileiro diante das questões da contemporaneidade.Item Patrimônio na pedra: gestão e preservação dos sítios de arte rupestre da Zona Arqueológica de Taperuaba, Sobral-CE(Iphan, 2015) ROCHA, Áurea Letícia Garcia; THOMPSON, Analucia; VIEIRA, Verônica (Coorientador); THOMPSON, Analucia (orientadora); TEIXEIRA, Luciano dos Santos – PEP/MP/IPHAN; ETCHEVARNE, Carlos Alberto - UFBAA gestão do patrimônio arqueológico desponta como um desafio para as instituições governamentais, não governamentais e agentes culturais. Os sítios arqueológicos de arte rupestre demandam complexas ações para a sua preservação e fruição, que não estão limitadas apenas à realização de pesquisas arqueológicas ou estruturação dos sítios para visitação turística. No Brasil, a “socialização” do patrimônio arqueológico com a musealização in situ dos vestígios arqueológicos é compreendida, pelo principal órgão gestor do patrimônio cultural no país – IPHAN, como uma das formas de gestão, prática comumente associada aos sítios de arte rupestre. A zona arqueológica de Taperuaba, situada no noroeste do estado do Ceará, localizada entre os municípios de Sobral e Irauçuba, é uma região efetivamente promissora ao desenvolvimento e implantação de projetos museais ao ar livre, voltados à preservação e à divulgação da arte rupestre do estado. Os 34 sítios arqueológicos identificados até, o momento, evidenciam o potencial que pode e deve ser utilizado como vetor para o empoderamento e desenvolvimento sustentável da comunidade local. Este trabalho tem o objetivo de refletir sobre o processo de patrimonialização da arte rupestre no campo das políticas culturais e dos mecanismos legais empregados para a gestão dos sítios arqueológicos. Nesse sentido, parte da análise da legislação interna e de documentos internacionais que abordam, direta ou indiretamente, os sítios de arte rupestre, e das experiências externas e internas de gestão desses bens culturais. Pretende-se, assim, contribuir com propostas para o debate em torno de diretrizes necessárias para se pensar o plano de gestão e/ou manejo dos sítios rupestres. Dentre as sugestões apontadas, destaca-se a necessidade de estabelecimento de uma administração democrático-participativa, baseada na gestão compartilhada, com plano de manejo de médio porte e preservação integrada (considerando-se os elementos naturais e culturais) do território. Outras medidas sugeridas são importantes para subsidiar o processo gerencial dos sítios, como por exemplo: a composição de um grupo de pesquisa pluridisciplinar; a criação de uma instituição para o estudo sistemático no campo da arqueologia e arte rupestre; a formação de parcerias entre os proprietários das áreas com sítios rupestres e a instituição gestora.
