Navegando por Autor "Spano e Silva, Anna Carolina"
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Item Os passos dos jesuítas no Espírito Santo: vivências e interdependências das edificações no estado(Iphan, 2015) Spano e Silva, Anna Carolina; DOMINGUES, Evandro; FIGUEIREDO, Diva Maria Freire (SupervisoAr das práticas supervisionadas); DOMINGUES, Evandro (Presidente); FIGUEIREDO, Diva Maria Freire (supervisora e coorientadora); TEIXEIRA, Luciano dos Santos (MESTRADO/IPHAN); NÓBREGA, Claudia Carvalho Leme – UFRJO processo da patrimonialização das edificações dos jesuítas no Brasil foi marcado pela análise técnica e individualizada desses bens culturais. O presente trabalho pretende suprir uma demanda de análise das edificações jesuíticas de uma forma mais integrada, que considere a atuação da Companhia de Jesus no Espírito Santo enquanto uma rede de interdependências. Desta forma, se propõe que as edificações jesuíticas sejam consideradas enquanto elementos representativos de um mesmo “patrimônio jesuítico”, atributo que não pode ser desconsiderado para a compreensão destes bens em sua integralidade e conjunto. Para isto, buscou-se traçar um panorama da patrimonialização dos bens associados ao “legado” dos jesuítas no Brasil, considerando-se os discursos que nortearam a memória sobre a atuação dos jesuítas e os bens arquitetônicos considerados, de forma isolada, como patrimônio, como elementos que constituem a noção de identidade nacional. Para suplantar a necessidade de uma visão mais integrada dos bens jesuíticos, foram analisadas as relações dos jesuítas com a política, economia e sociedade do período em que atuaram no Brasil, através de informações contidas em documentação primária e da bibliografia disponível. O estudo dos bens arquitetônicos foi desenvolvido buscando-se discutir influências, objetivos, funcionalidades, interação da sociedade com os espaços, analisando a inter-relação das características físicas das igrejas no Espírito Santo. Conclui-se que, na trajetória dos jesuítas, a integração entre os seus assentamentos era fundamental para a concretização de sua missão na Colônia. Buscou-se, assim, construir uma visão de rede interdependente que coloca aos bens arquitetônicos uma valorização até então não considerada pelos processos de patrimonialização.
