Navegando por Autor "Sorgine, Juliana"
Agora exibindo 1 - 4 de 4
Resultados por página
Opções de ordenação
Item O papel da comunicação organizacional na atuação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan : estudo de caso da Superintendência no Rio Grande do Norte(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2019) Brito, Lívia Magalhães de; Casco, Ana Carmen Amorim Jara; Cruz, Luana Honório (supervisora); Casco, Ana Carmen Amorim Jara (orient.); Sorgine, Juliana; Cabral, Eula Dantas TaveiraO Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, com as suas ações de comunicação através da sua representação no Rio Grande do Norte, como resultado de uma política institucional de comunicação estabelecido a partir da sua área central em Brasília, associado ao estudo da comunicação organizacional, constitui-se como objeto da presente dissertação. O objetivo geral desta pesquisa é entender de que forma a “Comunicação Organizacional” pode contribuir para a melhoria da gestão das vertentes comunicacionais desenvolvidas pelo Iphan no Rio Grande do Norte – RN. Para tanto tornou-se necessário verificar o estado da arte sobre os estudos da comunicação na atuação histórica do Iphan; conhecer as vertentes comunicacionais desenvolvidas pela instituição em linhas gerais, bem como na sua representação no RN, considerando as suas principais práticas e ferramentas; analisar o contexto das vertentes da comunicação realizadas na Superintendência Estadual (SE) do Iphan no RN à luz da perspectiva da “Comunicação Organizacional”; propor, no contexto da “Comunicação Organizacional”, ações e atividades, objetivando apontar caminhos para promover uma comunicação adequada à realidade da representação do Iphan no RN. Como procedimento metodológico foi adotado a perspectiva da comunicação organizacional integrada, proposta por Kunsch (2003), considerando-se o estudo de caso da representação do RN. Assim sendo, buscou-se, através das frentes de atuação comunicacional (institucional, pública, administrativa e interna), pensar caminhos e perspectivas de melhoria/incremento na atuação do Iphan junto aos seus públicos, em especial, os que estão dentro da instituição. Como resposta ao questionamento de pesquisa, foi possível identificar que a adoção de ações e ferramentas associadas às diversas frentes da comunicação adotadas numa dada organização pública, convergem num planejamento estratégico da comunicação organizacional, oportunizando formas de minimizar os danos de uma comunicação deficiente. As atividades profissionais em comunicação, desenvolvidas no âmbito do PEP/MP/IPHAN, demonstraram que podem minimizar questões enfrentadas pelo Iphan no estado do RN, desde que estejam fundamentadas nas teorias de Margarida Kunsch sobre a comunicação organizacional integrada, mostrando-nos um caminho que pode ser frutífero no sentido de trabalhar um planejamento de comunicação organizacional.Item Os vazios urbanos na gestão dos espaços tombados e na dinâmica urbana no conjunto histórico e pasagístico de Parnaíba-PI: uma análise no setor porto das barcas(2024) Fonseca, Ruth Dias; Sorgine, Juliana Ferreira; Sorgine, Juliana; Santos, Helena Mendes dos; Motta, LiaO objeto desta pesquisa é o Conjunto Histórico e Paisagístico de Parnaíba (CHPP) no Piauí, tombado pelo IPHAN em 2011, e os vazios urbanos existentes no setor Porto das Barcas, que integra o Conjunto. Por meio de estudos relacionados à área de conhecimento da Arquitetura e Urbanismo com o campo multidisciplinar do Patrimônio Cultural, esta pesquisa inicia com a análise dos valores culturais descritos no seu processo de tombamento. Em seguida utiliza de dados históricos e cartográficos para analisar a evolução dos vazios urbanos ao longo dos anos, identificando os impactos na gestão do patrimônio e no funcionamento da cidade. Analisa-se, também, a importância de articular as políticas de preservação com o planejamento urbano para evitar o esvaziamento do setor e a perda da identidade cultural da região.Item Salvemos Ouro Preto : a campanha em benefício de Ouro Preto, 1949-1950(COPEDOC, IPHAN, 2008) Sorgine, Juliana; Sorgine, Juliana (pesquisa); Chuva, Márcia Regina Romeiro (coordenação da pesquisa); Grieco, Bettina Zellner (seleção de imagens); Sorgine, Juliana (seleção de imagens); Motta, Lia (revisão técnica); Chuva, Márcia Regina Romeiro (revisão técnica); Cunha, Oscar Henrique Liberal de Brito e (reprodução de imagens); Maciel, Ulysses (revisão); Perroni, Marcela (projeto gráfico); Perroni, Marcela (editoração eletrônica); Mello, Fernanda (editoração eletrônica); Fotografias do Inventário cadastral da cidade de Ouro Preto (MG) (imagens da capa); Arquivo Central do IPHAN/Seção Rio de Janeiro (imagens da capa)A pesquisa apresenta uma das primeiras experiências de inventário sistemático de um sítio urbano protegido como patrimônio cultural, realizado em Ouro Preto (MG), em 1949, e lança luz sobre outra experiência, também inédita: a realização de uma campanha para angariar fundos em prol da recuperação do casario do núcleo urbano, considerado a maior expressão daquilo que ficou reconhecido como símbolo do patrimônio histórico e artístico nacional no período.Item Uma cidade construída em seu processo de patrimonialização : modos de narrar, ler e preservar Brasília(Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2015) Perpétuo, Thiago Pereira; Leal, Claudia Feierabend Baeta; Reis, Carlos Madson; Leal, Claudia Feierabend Baeta (orient.); Sorgine, Juliana; Schlee, Andrey RosentalEste trabalho aborda o processo de patrimonialização de Brasília até 1990, numa trajetória que remonta ao ano de sua inauguração, em 1960. A pesquisa investiga o modo como foram construídos discursos de valoração e engendradas propostas e ações tanto de preservação da cidade quanto de seu reconhecimento enquanto patrimônio cultural, e de como esse processo resultou em três âmbitos de preservação: local, nacional e mundial. Como forma de analisar os aspectos que informaram os discursos e alimentaram as justificativas para a preservação de uma cidade ainda muito jovem, primeiro sítio contemporâneo reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco, são analisadas narrativas a respeito de Brasília, referentes à sua suposta pré-existência, às histórias de sua construção tida como épica, e sua relativa filiação à urbanística dos CIAMs. Como maneira de observar as leituras da cidade ao longo do tempo, foram selecionados três encontros de especialistas que se debruçaram a pensar os espaços da capital. Por fim, o trabalho buscará uma análise aprofundada tanto das ações que engendraram sua efetiva patrimonialização quanto problematizará o objeto de valoração e seu peculiar instrumento de preservação: a maior poligonal urbana tombada do mundo, protegida a partir da manutenção das escalas urbanísticas que informam seu projeto, de plano-piloto a Plano Piloto de Brasília.
