Navegando por Autor "PRIESTER, Mariana Freitas"
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Item Os olhares sobre o bairro histórico de Paraty/RJ: análise de intervenções na arquitetura civil e no espaço público(Iphan, 2015) PRIESTER, Mariana Freitas; THOMPSON, Analucia; BAZZANELLA, André (Supervisores das práticas profissionais na unidade); THOMPSON, Analucia (orientadora); BAZZANELLA, André (supervisor e coorientador) – ET Costa Verde/IPHAN; SANTOS, Helena Mendes dos - (Mestrado/IPHAN); GUIMARAENS, Maria da Conceição Alves de – FAU/UFRJAspectos das intervenções realizadas no Conjunto arquitetônico tombado de Paraty foram avaliados nesta pesquisa. O objeto de estudo desta dissertação diz respeito às intervenções e às apropriações no Conjunto arquitetônico, a partir dos anos iniciais de atuação do IPHAN no sítio, quando da elevação da cidade a Monumento do Estado, em 1945. Buscamos perceber em que medida essas intervenções ajudam a entender a relação dos usuários com o patrimônio gerido pelo IPHAN. O período de vivência e trabalhos no Escritório Técnico da Costa Verde permitiu acompanhar de perto as problemáticas e demandas inerentes àquele sítio. A partir do entendimento das categorias de autenticidade, identidade e tradição, são analisadas as intervenções autorizadas ou recomendadas pelo IPHAN e as apropriações, por meio dos valores atribuídos ao patrimônio por seus usuários. As normas de proteção utilizadas pelo IPHAN estão, em muitos casos, baseadas na interpretação da categoria de autenticidade. As mudanças socioeconômicas ocorridas no Conjunto arquitetônico, originadas pelo incremento da atividade turística, que se tornou a principal atividade econômica que sustenta o município, refletem-se na percepção dos usuários sobre sua identidade. Notamos que o termo tradição é explorado por uma parcela de paratienses e que as categorias identidade e tradição associam-se a visões sobre as intervenções preservacionistas na cidade, pois o significado de patrimônio relaciona-se com a representação simbólica da memória. Acreditamos ser necessário o retorno ao diálogo entre o pessoal, o coletivo e o institucional para que se descubram novos olhares para a proteção do Conjunto arquitetônico, com o intuito de estabelecer uma revisão de normativas, de forma a assumir uma conduta de preservação coerente que faça sentido para a realidade local.
