Navegando por Autor "KISHIMOTO, Deborah Padula"
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Item A gestão do patrimônio: estratégias da preservação do Patrimônio Cultural na cidade de Parnaíba – Piauí(Iphan, 2012) KISHIMOTO, Deborah Padula; DOMINGUES, Evandro; ANJOS, Claudiana Cruz dos (supervisores das práticas profissionais na unidade); DOMINGUES, Evandro; CHUVA, Marcia Regina Romeiro - Unirio; Claudiana Cruz dos Anjos (supervisora); PESSOA, Jose Simões de Belmont – UFFA dissertação a seguir é resultado da reflexão sobre a preservação do patrimônio cultural no Piauí a partir da experiência como bolsista do Programa de Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural do Iphan. A abordagem e as questões levantadas resultam de um contraste entre experiências anteriores com a preservação do patrimônio cultural urbano, no processo das atividades como bolsista e, principalmente, da pesquisa realizada sobre as cidades do Piauí, em especial Parnaíba. Procuro compreender o processo de tombamento de Parnaíba, comparando-o com o contexto dos tombamentos realizados pelo Iphan nos seus primeiros anos de atuação no Piauí. Fizeram parte desta análise fatores relacionados à gestão do patrimônio cultural nos sítios ou conjuntos urbanos tombados. A complexidade, a viabilidade da preservação, as ações de acautelamento e a reavaliação constante do patrimônio protegido por lei federal são pontos analisados a partir do caso de Parnaíba, no Piauí. Um ponto de partida deste trabalho foi a abordagem da contradição entre discurso e prática na política do IPHAN, resultante da aplicação de uma proposta de atribuição de valor e de gestão do patrimônio, o tombamento em rede, com as condições da instituição de gerir esse patrimônio. Chegamos a algumas constatações sobre a aplicação dessa proposta em conjunto com a aplicação de instrumentos de inventário, como o Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão, e de projetos de gestão compartilhada, como o Sistema Nacional de Preservação Cultural, qu,e dentre suas justificativas, buscam reverter o descompasso evidenciado em locais pouco assistidos pelas políticas de patrimônio da instituição federal, mas que continuam focando os bens culturais de natureza material, móveis e imóveis, não contemplando o tratamento dos bens de natureza imaterial.
