Navegando por Autor "Bezerra, Juliana"
Agora exibindo 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de ordenação
Item Educação Patrimonial: histórico, conceitos e processos(Iphan, 2014) Florêncio, Sônia Rampim; Clerot, Pedro; Bezerra, Juliana; Ramassote, Rodrigo; Perpétuo, Thiago Pereira (Org.)Esta publicação é resultado de um percurso amplo de debates, pesquisas teóricas e avaliações das práticas e ações educativas. Dividida em três partes, descreve a trajetória histórica dessas ações dentro do Iphan, os fundamentos conceituais que amparam as atuais políticas da área e apresenta os três macroprocessos institucionais desenvolvidos pela Coordenação de Educação Patrimonial, do Iphan. Nos últimos anos, multiplicaram-se iniciativas educacionais voltadas à preservação patrimonial, e uma grande variedade de ações e projetos com concepções, métodos, práticas e objetivos pedagógicos distintos foi realizada em todo o País.Item Patrimônio cultural: diálogo entre a Arte e a Educação(ConFAEB, 2011) Russi, Adriana; Bezerra, Juliana; Pardal, Maria Vittoria de Carvalho; Alencar, Valéria Peixoto deA proposição desta mesa é a de promover uma reflexão sobre práticas educativas de preservação do patrimônio cultural no Brasil e de suas articulações com a arte e seu ensino. Para tanto, escolhemos experiências realizadas em diferentes instituições que seguem, por isso, trajetórias distintas. No âmbito do órgão público federal responsável pela preservação do patrimônio brasileiro, temos a contribuição do IPHAN. A universidade pública aqui representada – UFF - apresenta dois relatos. No âmbito de uma instituição museal temos o trabalho desenvolvido pelo MCSP. Entendemos a cultura em seu sentido antropológico. Por ser fenômeno social, a cultura se dá como obra coletiva e está relacionada a muitas ideias como identidade, memória, tradição, educação e patrimônio. Significa que a cultura é coletiva, pública, dinâmica e nunca completamente homogênea, ou seja, nossa socialização cultural é sempre parcial. Essa relativa incompletude da cultura é o que nos permite criar e recriar novos objetos, novas práticas, novas representações, enfim, novos significados. Mas, quando passamos a escolher, a definir, a eleger certos objetos, práticas e expressões como símbolos de uma cultura, percorremos o caminho do terreno político do patrimônio. Podemos considerar que patrimônio é tudo aquilo que escolhemos de nossa cultura e que queremos que seja guardado para ser transmitido, se considerarmos a proposição de Maurice Godelier. A definição do que é patrimônio envolve, pois, processos políticos institucionalizados ou não de preservação, escolha e produção de sentido. A pluralidade cultural brasileira, tema transversal na educação formal, e mais especificamente o patrimônio cultural são foco de diferentes experiências. A falsa dicotomia entre patrimônio material e imaterial, que muitas vezes se colocou nos debates na área de patrimônio e a ressemantização social do patrimônio pelos grupos sociais são evidenciados nos textos dos colaboradores desta mesa.
