http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/LEAL, Claudia Feierabend BaetaOLIVEIRA, Vinicius Martins deSupervisor das práticas profissionais na unidade: Juliano Martins Doberstein2026-01-132026-01-1320182018-05-24OLIVEIRA, Vinicius Martins de. Lugar e referência nos processos de patrimonialização dos bens culturais ferroviários: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, Mato Grosso do Sul, 2018. 241 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural) -- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio de Janeiro, 2018.https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/handle/123456789/1274241 f. SUMÁRIO INTRODUÇÃO ...................................................................................................................... 19 CAPÍTULO 1- O CONCEITO DE LUGAR E A PATRIMONIALIZAÇÃO .................. 35 1.1ACEPÇÕES SOBRE O ESPAÇO, LUGAR E OS SEUS USOS COM O PATRIMÔNIO CULTURAL ..... 36 1.2 OS SIGNIFICADOS E VALORES DOS LUGARES E ESPAÇOS .................................................. 51 1.3 OS PATRIMÔNIOS COMO LUGARES: OS NÓS NAS NARRATIVAS PATRIMONIAIS .................. 59 CAPÍTULO 2 – SOBRE O PATRIMÔNIO CULTURAL FERROVIÁRIO: VALORES, AÇÕES E GESTÃO ............................................................................................................... 67 2.1 DESAFIOS E CONSIDERAÇÕES SOBRE A CONSERVAÇÃO DE UM PATRIMÔNIO INDUSTRIAL E FERROVIÁRIO ......................................................................................................................... 68 2.2 O DISCURSO AUTORIZADO DE PATRIMÔNIO E A INSTITUCIONALIZAÇÃO DOS BENS CULTURAIS ............................................................................................................................ 77 2.3 PATRIMÔNIOS NACIONAIS, VALORES LOCAIS: PRÁTICAS DE PATRIMONIALIZAÇÃO DOS BENS FERROVIÁRIOS PELO IPHAN......................................................................................... 84 CAPÍTULO 3 – A ESTRADA DE FERRO NOROESTE DO BRASIL (EFNOB) E A FORMAÇÃO DO MATO GROSSO GROSSO DO SUL ................................................... 96 3.1 O TREM VAI PARTIR: EFNOB, NARRATIVAS E ORIGENS HISTÓRICAS................................ 97 3.2 PRIMEIRA PARADA: CONSTRUÇÕES, USO E COTIDIANO: O CANTEIRO DE OBRAS E A ARQUITETURA FERROVIÁRIA DA NOROESTE DO BRASIL EM MATO GROSSO DO SUL ........... 111 3.3 CHEGANDO AO DESTINO: OS SISTEMAS MODAIS POSTERIORES E COMPLEMENTARES AOS TRILHOS ............................................................................................................................... 130 3.4 - FIM DE VIAGEM: PRIVATIZAÇÃO E MORTE DE UM TRANSPORTE FERROVIÁRIO .............. 135 CAPITULO 4 – O TREM DO PANTANAL E A INSERÇÃO DO PATRIMÔNIO SUL-MATO-GROSSENSE NO MAPA DO PATRIMÔNIO NACIONAL ............................. 143 4.1 - A (RE) EXISTÊNCIA DO PATRIMÔNIO CULTURAL FERROVIÁRIO EM MATO GROSSO DO SUL ...................................................................................................................................... 144 4.2 - USOS, LOCAIS (OU LUGARES?) E LEMBRANÇAS SOBRE O PATRIMÔNIO DA EFNOB: A VOLTA DO TREM DO PANTANAL COMO UM “NOVO PRODUTO PARA ATRAIR TURISTAS” ........ 152 4.3 - ESPLANADA FERROVIÁRIA DE MIRANDA: MEMÓRIA ESPACIAL E OUTRAS NARRATIVAS ............................................................................................................................................ 157 18 4.4 - SALOBRA, DISTRITO DE MIRANDA: “PRA MIM ALI [NA PONTE] TEM HISTÓRIA!” ........... 188 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................... 219 FONTES E BIBLIOGRÁFIA ............................................................................................. 223 ANEXO1 – QUESTIONÁRIO ABERTO ELABORADO PELO AUTOR. ................... 239 UTILIZADO NA ETAPA DE CAMPO (HISTÓRIA ORAL/ENTREVISTAS) ............ 239 ANEXO 2 – LEI Nº 1.735, DE 26 DE MARÇO DE 1997 ................................................. 240Esta pesquisa tem como tema o conceito de Lugar associado aos processos de patrimonialização dos bens culturais ferroviários, no caso, aqueles classificados no âmbito da Lei 11.483/2007, através da qual se administram as atividades, critérios e metodologia referentes ao processo de seleção e inscrição (Valoração) desses bens no mapa do patrimônio nacional. Foram considerados para fins de análise aqueles bens operacionais e não operacionais, móveis e imóveis da extinta RFFSA, em nosso caso: a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil em Mato Grosso do Sul, sua história de origem, as narrativas de construção e evolução, as memórias compartilhadas com os passageiros e funcionários, o seu declínio, assim como sua conversão das antigas estruturas e objetos em patrimônio. A construção do trabalho se deu através de identificação e análise de material institucional documental textual e iconográfico da ferrovia, como também entrevista com pessoas que foram inspiradas pelos aspectos simbólicos do trem. A pesquisa objetivou refletir sobre os sistemas patrimoniais desta categoria, buscando reinterpretar os locais através de perspectivas teóricas multidisciplinares (arquitetura e geografia, principalmente); além de buscar compreender o processo de patrimonialização desses bens culturais ferroviários nas três esferas. Deste modo, escolhi o trecho pantaneiro da ferrovia, com o objetivo de entender não apenas o conceito de Lugar como categoria de análise, mas visando incorporar essa leitura dentro de outras referências e narrativas relacionadas à cultura e memória ferroviária como contributos para a patrimonialização e tentando entender as percepções e sentimentos das pessoas sobre o território ferroviário.pt-BRhttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2Patrimônio Cultural FerroviárioLugarMato Grosso do SulLugar e referência nos processos de patrimonialização dos bens culturais ferroviários: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, Mato Grosso do SulDissertaçãoOLIVEIRA, Vinicius Martins deOUTROS