http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/Sotratti, Marcelo AntônioCAMPOS, Mariana Costad’El-Rei Pinto , Bartolomeu Homem (Supervisor das práticas profissionais na unidade)2026-01-082026-01-0820172017-12-08CAMPOS, Mariana Costa. Da Central a Japeri: um Manifesto em prol do Patrimônio Cultural inserido no Cotidiano do Transporte Ferroviário do Rio de Janeiro, 2017. 173 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural) -- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio de Janeiro, 2017.https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/handle/123456789/1248173 f SUMÁRIO INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 10 CAPÍTULO 1 – O ESTADO DA ARTE ou A ARTE DO ESTADO .......................... 18 1.1 A Construção do Patrimônio Ferroviário ........................................................................ 21 1.2 Os Valores Atribuídos ..................................................................................................... 29 1.2.1. Os Valores Institucionais ............................................................................................ 30 1.2.2. A Função Social do Patrimônio ................................................................................ 43 1.2.2. Os Valores Contextuais ............................................................................................. 46 CAPÍTULO 2 – AS ORIGENS .......................................................................................... 51 2.1. Da Influência Britânica .................................................................................................. 54 2.2. Da Conjuntura Brasileira ............................................................................................... 64 2.3. Da 1ª Seção da Estrada de Ferro D. Pedro II ............................................................... 68 CAPÍTULO 3 – O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO ...................................... 78 3.1. A Dimensão Socioespacial ........................................................................................... 81 3.1.1. O Percurso ................................................................................................................. 86 3.2. A Dimensão Simbólica .............................................................................................. 107 3.2.1. As Imagens e a Paisagem ........................................................................................ 111 3.2.2. Madureira: o Mercadão, o Parque e o Viaduto ....................................................... 116 3.3. A Dimensão Política .................................................................................................. 124 3.3.1. SuperVia Concessionária de Transportes Ferroviários S. A. .................................. 127 3.3.2. Engenho de Dentro: oficinas pulverizadas e a gare carioca ................................... 132 CAPÍTULO 4 – POR UM PATRIMÔNIO COTIDIANO RESILIENTE ................. 140 CONSIDERAÇÕES FINAIS ............................................................................................ 150 REFERÊNCIAS ................................................................................................................ 152Esta pesquisa examina a relação dos bens patrimonializados inseridos no cotidiano do transporte ferroviário de passageiros da região metropolitana do Rio de Janeiro com o Iphan, a concessionária SuperVia e os usuários, todos responsáveis em diferentes instâncias e circunstâncias por sua preservação e conservação, bem como pelo resultado de eventuais intervenções. Em primeiro lugar, estuda a construção do patrimônio ferroviário e sua concepção enquanto categoria de análise pelo Iphan. Ao definir como recorte espacial o eixo formado pela 1ª seção da estrada de ferro D. Pedro II, atual ramal Japeri, expõe os valores atribuídos à este patrimônio e discute sua função social. A seguir, analisa o desenvolvimento desta tecnologia, com o pioneirismo e a influência britânica, e as configurações que se fizeram necessárias à sua implantação no Rio de Janeiro. Percorre o trajeto deste ramal com a identificação socioespacial de territórios formados e transformados a partir de sua instalação. Desvenda, pelo contraste entre as imagens suburbanas e a paisagem aclamada da cidade, sua dimensão simbólica, na resistência de suas manifestações culturais, exemplificada com o bairro de Madureira. Já com o bairro de Engenho de Dentro demonstra algumas das políticas territoriais incidentes. Por meio da observação participativa e da coleta de depoimentos espontâneos dos usuários, este trabalho apresenta como diagnóstico a má condição do sistema de transportes e a falta de diálogo entre órgãos afetos e população afetada, para o não reconhecimento deste patrimônio e sua situação de abandono mesmo quando em operacionalidade. Evocando o formato de manifesto, sugere a necessidade de um novo olhar, com foco na melhoria da qualidade de vida das comunidades envolvidas, tendo em vista o enorme potencial de alcance deste patrimônio. Por fim, com base no plano de resiliência da Cidade do Rio de Janeiro, visa fornecer subsídios para a formulação de um projeto específico para a gestão destes bens.pt-BRhttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2Patrimônio culturalFerroviaRio de Janeiro (RJ)Da Central a Japeri: um manifesto em prol do patrimônio cultural inserido no cotidiano do transporte ferroviário do Rio de JaneiroDissertaçãoCAMPOS, Mariana CostaOUTROS