http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/SOTRATTI, Marcelo AntonioMENINI, Camila Paluch2026-01-132026-01-1320232023-04-28MENINI, Camila Paluch. Paisagem Cultural: categoria, instrumento ou uma nova epistemologia do patrimônio? Uma análise abordando o Conjunto Rural de Rio da Luz e Texto Alto em Jaraguá do Sul e Pomerode, SC. 229 f. Dissertação (Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural) -- Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Rio de Janeiro, 2023.https://bibliotecadigital.iphan.gov.br/handle/123456789/1272229 f. SUMÁRIO INTRODUÇÃO.........................................................................................................................15 1. PAISAGEM COMO CATEGORIA ANALÍTICA ..........................................................20 1.1. PAISAGEM COMO CATEGORIA ANALÍTICA DA GEOGRAFIA .........................21 1.1.1. PAISAGEM NA GEOGRAFIA ACADÊMICA CLÁSSICA ........................................22 1.1.2. PAISAGEM E GEOGRAFIA NO SÉCULO XX .........................................................24 1.2. PAISAGEM E PATRIMÔNIO NO ÂMBITO NACIONAL E INTERNACIONAL ........35 1.2.1. PAISAGEM NO CENÁRIO INTERNACIONAL: UNESCO, EUROPA E AMÉRICA LATINA .....................................................................................................................................36 1.2.2. PAISAGEM NO CENÁRIO NACIONAL: A ATUAÇÃO DO IPHAN ........................50 2. PAISAGEM COMO INSTRUMENTO: APLICABILIDADE E DESAFIOS ..................60 2.1. A PAISAGEM COMO CATEGORIA DO PATRIMÔNIO MUNDIAL: EXPERIÊNCIAS DA UNESCO ..............................................................................................61 2.3. PAISAGEM COMO INSTRUMENTO DE VALORAÇÃO PATRIMONIAL: A CHANCELA DA PAISAGEM CULTURAL BRASILEIRA....................................................83 2.3.1. ROTEIROS NACIONAIS DA IMIGRAÇÃO (RNI): HISTÓRICO E GESTÃO .......88 2.3.2. A PAISAGEM CULTURAL DO VALE DO RIO RIBEIRA DE IGUAPE: RECONHECIMENTO COMO DEMANDA POPULAR .....................................................103 3. PAISAGEM E TURISMO RURAL: CONCEITO, POTENCIAIS E FRAGILIDADES .................................................................................................................................................116 3.1. ESPAÇO RURAL: UMA BREVE CONCEITUAÇÃO .................................................116 3.2. PLURIATIVIDADE E MULTIFUNCIONALIDADE NO RURAL.................................121 3.3. TURISMO E A PAISAGEM RURAL ............................................................................125 3.3.1. TURISMO COMO ALIADO NA PRESERVAÇÃO DA PAISAGEM CULTURAL? POMERODE E O BAIRRO RURAL DE TESTO ALTO ....................................................134 4. PAISAGEM CULTURAL BRASILEIRA: FERRAMENTA, CATEGORIA OU NOVA EPISTEMOLOGIA DO PATRIMÔNIO? .............................................................................153 4.1. SOBRESTAMENTO DOS PROCESSOS DE CHANCELA E REVISÃO DA PORTARIA IPHAN 127/09 ...................................................................................................154 4.2. O PROCESSO DE CONSULTA PÚBLICA E ALGUMAS REFLEXÕES ...............167 CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................................................................179 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................................182 ANEXOS .................................................................................................................................191Esta pesquisa se dedica a propor uma reflexão sobre a paisagem como instrumento de valoração e preservação do patrimônio, em especial, sobre os desafios e potencialidades encontrados na experiência do Iphan passados treze anos da publicação da Portaria nº127/09, que instituiu o instrumento da Chancela da Paisagem Cultural Brasileira. Por meio de revisão bibliográfica e o estabelecimento de uma base teórica, busca-se entender a complexidade tanto das relações dinâmicas que compõem uma paisagem, quanto da própria aplicação do conceito em políticas públicas de gestão e preservação do patrimônio cultural. Relacionando as reflexões teóricas com os desafios observados na prática no ETEC da Imigração em Pomerode, somado à vivência no município, busca-se entender como as dinâmicas culturais, econômicas, políticas e sociais se inter-relacionam e constituem fatores decisivos no estabelecimento de políticas públicas que de fato busquem a valorização das paisagens em seu caráter integrado, dinâmico e complexo. Considerando que até a atualidade não há uma paisagem formalmente reconhecida pelo instrumento de Chancela, e levando em conta os atuais esforços do Iphan para revisão e retomada do instrumento, entende-se que uma política voltada à paisagem no Brasil ainda está em passos preliminares de formulação. Assim, a aplicação da paisagem como categoria ou instrumento de preservação do patrimônio ainda hoje enfrenta dificuldades e desafios de ordem estrutural que só serão revelados e solucionados através da efetiva colaboração entre os diversos agentes formadores das paisagens.pt-BRhttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2Paisagem CulturalChancela da Paisagem Cultural BrasileiraGestão CompartilhadaPaisagem RuralTurismoPaisagem Cultural: categoria, instrumento ou uma nova epistemologia do patrimônio? Uma análise abordando o Conjunto Rural de Rio da Luz e Texto Alto em Jaraguá do Sul e Pomerode, SCDissertaçãoMENINI, Camila PaluchOUTROS